Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

Véri British


When Charles deGaulle decided to retire from public life, the British ambassador and his wife threw a gala dinner party in his honor.  At the dinner table, the Ambassador's wife was talking with Madame de Gaulle:

 - "Your husband has been such a prominent public figure, such a  presence on the French and international scene for so many years!  How quiet retirement will seem in comparison. What are you most  looking forward to in these retirement years?"

 - "A penis," replied Madame deGaulle.

 A huge hush fell over the table. Everyone heard her answer... and no one knew what to say next.

 Le Grand Charles leaned over to his wife and said:

 "Ma cherie, I believe ze English pronounce zat word, 'appiness!'" 

 

 

(For me, Formidable - Charles Aznavour)

 

Nota: O comentário da Luísa lembrou-me esta canção, que adoro e vem a propósito.

 

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publicado por Ana Vidal às 01:20
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

Aderência à asneira


Como é possível que Paulo Teixeira Pinto, o todo-poderoso ex presidente do BCP e possivelmente o mais bem pago reformado deste país, diga " a aderência à Causa Monárquica..."???

E que tal um pouco mais de adesão ao português correcto?


(Nota: Acabado de ouvir no Prós e Contras)
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publicado por Ana Vidal às 23:02
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Ó Zé! Isso não foi nada porreiro, pá!

Se o primeiro ministro lhe estender a mão, não ligue. Disfarce. Pegue num croquette, baixe-se para atar um sapato, assobie para o lado. Qualquer coisa, mas disfarce. Porque vai ficar de mão estendida, feito parvo, a não ser que não haja ninguém mais por perto.

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publicado por Ana Vidal às 00:50
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Middle east of the sun, middle west of the moon, dear

Dear big chief Sócrates: eu sei que o seu inglês é técnico, não geográfico. Por isso compreendo perfeitamente que confunda os pontos cardeais, ainda por cima quando se trata dos "middle ones".
É para si este video, dear: a música é óptima e talvez aprenda a situar melhor os alhos e os bugalhos. E não me agradeça, please. Tenho muito gosto, dear.
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publicado por Ana Vidal às 23:24
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

Ora aí está!

«Por um Tibete livre
Percebe-se o melindre que provoca a visita do Dalai Lama a Portugal, mas o país deveria enviar um sinal muito mais forte aos tibetanos e aos chineses. Em especial este país, que tanto pugnou nos areópagos internacionais pela autodeterminação de Timor-Leste. Uma audiência com a comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros é claramente insuficiente, e, por isso, não ficamos lá muito bem na fotografia. »
Encontrado no Abencerragem, do Ricardo António Alves. Subscrevo, e acrescento: A bandeira da independência sempre foi especialmente cara aos portugueses (à excepção de Saramago, claro, mas esse felizmente não tinha voto na matéria quando tivemos invasões). Porquê este "assobiar para o lado" quando se trata do Tibete, tenha a opressão chinesa os anos que tiver?
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publicado por Ana Vidal às 20:59
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

No problem!


Exemplar, a atitude do Dalai Lama quanto ao facto de não ser alvo de uma recepção oficial. Como era de se esperar.
Desvalorizou em absoluto uma falha imperdoável - na minha opinião e na de muitos - do governo português, e as suas labirínticas razões para ignorar olimpicamente a visita de um líder espiritual desta envergadura, tão bem explicadas ao país por Luís Amado: "Por motivos óbvios, conhecidos de todos" (??)
Com um sorriso simpático e a habitual simplicidade que o caracteriza (e muita gente confunde, erradamente, com ingenuidade ou mesmo infantilidade) foi dizendo algumas verdades incómodas aos microfones da SIC: que o que o move é a paz e a harmonia entre os povos, e não as honrarias de um reconhecimento oficial nos países por onde passa; que os governos raramente fazem o que deviam quanto aos nobres objectivos humanitários com que ganham eleições; que a última coisa que quer é causar embaraços aos governantes, e que está habituado a estes constrangimentos políticos (o respeitinho à China é muito bonito, nada de provocar a potência que já está a dominar o mundo...).
Enfim, o Dalai Lama deu a todos nós uma lição em todas as frentes, própria de um homem inteligente e sábio que mereceu, por alguma razão!, a atribuição de um Nobel da Paz. E ainda demonstrou ter sentido de humor, ao afirmar que o tinham convidado e pago o bilhete, que era o mais importante.
No problem!, disse ele, sorridente, e percebe-se nessa simples declaração como este homem está acima das menoridades humanas.
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publicado por Ana Vidal às 17:22
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Segunda-feira, 18 de Junho de 2007

As gaffes de Bush


Ainda estou de boca aberta com aquela notícia sobre o presumível roubo do relógio do sr. Arbusto (não merece, sequer, ser árvore), durante o banho de multidão na sua visita à Albânia.
Todos os media a comentaram largamente por esse mundo fora, e o inestimável YouTube encheu-se de preciosos videos exemplificativos. Não vou ilustrar com nenhum deles este post. Já chega. Além disso, é-me indiferente que o relógio tenha sido roubado ou não.
Venho apenas lembrar um simples pormenor, porque muito me espanta que ninguém tenha reparado nele (pelo menos, que eu tenha tido conhecimento): A Casa Branca, onde vive o sr. Arbusto, no seu infatigável papel de tapa-buracos nas inúmeras tropelias do dito, apressou-se a dizer que o relógio afinal não tinha sido roubado, que o povo albanês podia manter intacta a sua imagem pública porque o presidente, cautelosamente (!!!!), tinha tirado ele próprio o valioso relógio do pulso e o tinha guardado no bolso, antes de mergulhar na multidão que o queria abraçar.
Magnânima colher de chá oferecida à Albânia? Não, não, muito pelo contrário.
Na infinita e proverbial arrogância do costume, a Casa Branca do sr. Arbusto não parece ter-se apercebido de que esta justificação era ainda muito mais ofensiva para o povo albanês do que a simples admissão da existência de um carteirista no meio de uma multidão (coisa absolutamente natural, em qualquer parte do mundo). A Casa Branca esqueceu-se, lá no pedestal do seu autismo, de que o sr. Arbusto estava, com esse gesto preventivo, a presumir que a Albânia era, toda ela, um país de ladrões!!!!!!
Como gaffe diplomática, não está mal. Mas também é verdade que ele já fez outras, bem piores...

Nota: Esta história lembrou-me um filme já antigo, uma óptima comédia de auto-crítica aos bastidores da política americana - Manobras na Casa Branca. A trama conta a criação, orquestrada pelos media, de uma guerra fictícia como manobra de diversão para encobrir um incidente pouco abonatório e muito inconveniente para o presidente eleito, em vésperas de novas eleições. O cenário escolhido para a guerra inventada é precisamente a Albânia, aquele insignificante país que talvez só agora os americanos (e não todos, certamente) tenham passado a saber apontar no mapa.
Razão tem Rita Lee: Tudo vira bosta (com Bush, acrescento eu)


publicado por Ana Vidal às 10:08
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