Sábado, 15 de Novembro de 2008

Bom fim-de-semana

 

Dançar é sonhar com os pés.

 

Joaquin Sabina

 

(Lambarena - Joseph Gatti & Adiarys Almeida - Bach to Africa)

 

 

publicado por Ana Vidal às 00:46
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Sábado, 8 de Novembro de 2008

Bom fim-de-semana

(Pata Pata by Miriam Makeba)

 

Adenda: Miriam Makeba, a Mãe África, morreu poucos dias depois de ter sido feito este post. Aqui fica uma homenagem a um talento enorme e uma personalidade sem par.

publicado por Ana Vidal às 11:33
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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

Bom fim-de-semana

("Brel Barbara" par Béjart - la valse à mille temps)

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publicado por Ana Vidal às 23:53
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Até ao fim

 

(Para a Fugi, que ficou impressionada com os meus disparates. Até as desgraças se dançam, com esta música irresistível... e eu, felizmente, não tenho desgraças nenhumas para apresentar a não ser uns quilinhos a mais!)

 

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publicado por Ana Vidal às 00:56
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Domingo, 29 de Junho de 2008

Dançar

Já gostei muito de ballet clássico. Até tive aulas, quando era miúda, com uma mestra de luxo: Anna Mascolo. E parece que até tinha jeito. Nessa época ainda sonhava vir a ser, como provavelmente muitas meninas da minha idade,  uma prima ballerina de fama mundial. Mas passou-me depressa a fantasia, como passam todas as que não têm suficiente consistência para persistir no sonho.

 

Talvez por ter visto demasiadas vezes O Lago dos Cisnes, Romeu e Julieta ou O Quebra-Nozes, acabei por achá-los todos parecidos: esteticamente inatacáveis, mas monótonos e pouco expressivos. Sou uma leiga na matéria, mas creio que as coreografias clássicas assentam todas em três pontos fundamentais: leveza, harmonia e elegância. Assim sendo, são perfeitas para ilustrar sentimentos puros e atitudes nobres mas falham, redondamente, na expressão de estados de alma mais "duros" ou mais "irracionais". Não se exprime a raiva, o medo, o ódio ou a pulsão sexual com elegância, não é possível fazê-lo de forma convincente com movimentos lânguidos e etéreos, em tutus esvoaçantes.

 

Penso que faltava à dança clássica a ousadia de quebrar as regras, de romper a harmonia e aventurar-se na vertigem e no abismo. Cansei-me da beleza pura e virginal e deixei de "ir ao ballet". Felizmente, descobri depois coreógrafos como Balanchine, Maurice Béjart ou Pina Bausch, para citar alguns dos modernos. E com eles voltei a reconciliar-me com o bailado. Com paixão, desta vez.

 

(Baryshnikov - Vysotsky "Horses" - White Nights)

 

(Vollmond - Pina Bausch)

 

(Bolero de Ravel - Maurice Béjart)

 

Adenda: Uma coreana fantástica, roubada daqui:

 

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publicado por Ana Vidal às 11:51
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