Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Post de desagravo

O prometido é devido. Espero que se sintam condignamente representados, meus amigos. Pessoalmente prefiro morenos, mas parece-me que a escolha do loirinho não foi má de todo. Pois não, meninas?

 

E, já agora, uma banda sonora personalizada para cada um.

Tudo está bem quando acaba bem. E acaba MUITO bem...

 

(Ce Georges - Salvatore Adamo et Olivia Ruiz)

 

 (George Clooney)

 

 (Hey Jude (Live) - Paul McCartney, Elton John & Sting)

 

 (Jude Law)

 

E aqui está uma adenda, a pedido de uma amiga. Uma bela adenda, diga-se. Assim que lhe arranjar uma banda sonora à altura do nome, acrescento-a à imagem.

 

(Reynaldo Sanchez - Los Canelos de Durango)

 

(Reynaldo Gianechini)

 

Adenda 2 - Cá está a banda sonora. A sugestão de parecença com Che Guevara (obrigada, R.!) deu o mote para encontrar a música certa. Ora vejam lá.

 

 

publicado por Ana Vidal às 23:51
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Estado de graça



Ainda venho em estado de graça. Acontece-me isto sempre que gosto muito de um espectáculo, seja um concerto, uma peça de teatro ou um filme. Hoje, foi cinema. Ou mellhor, foi teatro. Bom teatro inglês. Bem, na verdade, mesmo, foi bom teatro inglês filmado: SLEUTH - Autópsia de um crime (II). Uma nova versão, com o mesmo título, do magnífico filme de Mankiewicz (lembram-se dele?), que não fica atrás do original. Pelo menos é esta a minha opinião, ao contrário da da maioria dos críticos.

Tudo é um luxo: as maravilhosas interpretações de Michael Caine (um dos meus actores preferidos, aqui em todo o seu esplendor) e Jude Law (que neste filme se consagraria como actor, caso precisasse ainda de provar alguma coisa), num duelo alucinante de manipulação e  perversidade; o argumento de Harold Pinter (nada menos do que o Nobel da Literatura, esse mesmo, a assinar também uma breve mas convincente intervenção como actor secundário); a realização de  Kenneth Branagh, primorosa e originalíssima; o cenário obsessivo e luxuoso, uma mansão do séc. XVIII transformada e decorada num estilo ultra-moderno, clean e tecnológico. Será preciso dizer mais?

Corram, já amanhã, enquanto o filme ainda está numa sala de cinema (eu andava há que tempos para vê-lo mas só hoje fui, e já deve estar quase a sair do circuito comercial), porque vê-lo depois, em casa, já não vai ser a mesma coisa. Vão faltar os magníficos grandes planos em versão digna desse nome, vai faltar a amplitude máxima da banda sonora, vão faltar muitos pormenores. Vai faltar a excitação das luzes a apagarem-se. Há uma coisa que só uma sala de cinema pode proporcionar a um bom filme: torná-lo ainda melhor.

E... enfim, para que não digam que deixei passar a data de hoje sem uma alusão, ao menos, ao seu significado, aqui vos deixo uma canção que é uma verdadeira jóia de bom gosto e qualidade, ou não fosse do Chico Buarque:


(Chico Buarque - Tanto Mar)

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publicado por Ana Vidal às 23:52
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