Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

O mundo é composto de mudança




Para satisfazer curiosidades, é para aqui que vou. A casa não é nova (tem mais de um século), mas... não, não é nenhuma das que estão nas fotografias de cima.

publicado por Ana Vidal às 20:30
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Amor # Paixão (5)

O amor embala.
A paixão sacode.


(Elton John - We all fall in love sometimes)

publicado por Ana Vidal às 23:05
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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

Amor # Paixão (4)


O amor sabe.
A paixão inventa.

(Jacques Brel - Quand on n'a que l'amour)

publicado por Ana Vidal às 23:30
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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

Amor # Paixão (3)

O amor é tacto, em sentido figurado.
A paixão é tacto, em sentido literal.

(O meu amor - Ópera do Malandro)

publicado por Ana Vidal às 10:45
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Amor # Paixão (2)

O amor é um cruzeiro no Mediterrâneo.
A paixão é uma estadia na faixa de Gaza.
(Joaquin Sabina - Contigo)

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publicado por Ana Vidal às 15:25
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Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

Amor # Paixão (1)

Começa hoje, aqui no Porta do Vento, uma série de curtas a que chamarei AMOR # PAIXÃO.
Podem ser lidas como pequenas provocações, ou apenas como matéria para reflexão. Vou ilustrá-las com músicas que venham a propósito (não será difícil encontrá-las, já que o amor e a paixão devem ocupar, seguramente, 90% das letras das canções, desde sempre). Gostava muito que os meus leitores/comentadores não fossem preguiçosos e contribuíssem com as suas sempre sábias opiniões para este debate. Pode ser? Aqui fica a primeira, então:
O amor é um estado de alma.
A paixão é um estado de corpo.
(Rita Lee - Amor e sexo)

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publicado por Ana Vidal às 11:32
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Domingo, 4 de Novembro de 2007

Domingo

Domingo
escorre o dia, pingo a pingo.

publicado por Ana Vidal às 21:03
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

Sempre Amado


A Jorge Amado

Na biblioteca do meu pai
em lugar de destaque, bem à mão
estão os mágicos livros
(num eterno entra e sai)
de um Jorge sempre Amado, sempre lido
em cada geração
e estranhamente nunca proibido,
nem nos tempos da grande agitação
de quatro menininhas a crescer...
(e como então gostávamos de os ler!)

Com um mar,
com um mundo de permeio
entre a pacata vila à beira Tejo
e esse imenso Brasil agreste e doce
viveu connosco sempre Jorge Amado
comeu, dormiu connosco, passeou-se
por mesas de madeira e azulejo
e camas vestidas de bordados
como se um de nós fosse...
Fez-nos chorar e rir, em devaneio
sonhar, pisar areias sem idade
sentir os cheiros da sua cidade
embriagar de cores, de sensações
entre coronéis e "negas" dos sertões
e navegar a bordo de paixões
sem sombra de pecado.
Por tudo isto, querido e velho amigo
é com toda a ternura que te digo:
Em nome de nós todos, obrigado!
publicado por Ana Vidal às 19:19
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Sábado, 20 de Outubro de 2007

Pedras Muitas

.
PEDRAS MUITAS

Na pedra mais branca
recosto a cabeça.
Que ninguém me impeça
de ver nela as penas
de mil almofadas.
Marítimas penas
de gaivotas mansas,
rasando enseadas
numa lenta dança.
Que hoje me adormeça
esta luz quebrada,
esta eterna esperança.
Maresias plenas
só o sonho alcança.

Na pedra mais pura
que o vento esculpiu,
encontro o enlace,
revelo o segredo
descoberto a medo
com dedos de frio:
inscrevo-lhe um nome,
como se o calasse.
Se o tempo parasse
agora, o navio
que na noite escura
contigo partiu,
talvez me levasse,
talvez naufragasse
na pedra mais dura
que jamais se viu.

Nas pedras que vejo
descanso o olhar.
Pedras muitas, tantas,
tão silenciosas
e tão preciosas
que só um desejo
as sabe contar.
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publicado por Ana Vidal às 02:14
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Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

A bright, sunshiny day


A vida continua, sempre.
Celebremo-la, com todo o seu mistério e toda a sua beleza.

publicado por Ana Vidal às 14:11
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Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

Ilha das Pombas


Ilha das Pombas

São livros.
Velhos tomos abandonados
na estante do tempo,
guardando no silêncio das páginas
mil histórias, mil mistérios
que a memória já esqueceu.

O pescador que não voltou
de um dia de má sorte,
bote e alma vazios, eterno espanto.
A noiva que em vão picou os dedos
naquele vestido branco
que era um sonho bordado,
e nos pontos cruzados se perdeu.
O poeta que ouviu um dia um não mais duro
e se lançou voando,
asas presas para sempre no azul sem fim.
O menino que falava com as gaivotas
e com elas se ria do futuro.
Os amantes que tanto prometeram
e tão pouco cumpriram, afinal.
Os amigos que fizeram um pacto de sangue,
um por todos, todos por um…

São livros.
Orgulhosos e belos,
encostados ao tempo,
amparando-se no tempo
e com ele resistindo, resistindo
ao sopro gélido das nortadas,
ao impiedoso abraço das ondas,
até que todos os mistérios se desvendem.

(Baleal, 9/9/2007)
Fotografia: Mário Cordeiro
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publicado por Ana Vidal às 01:55
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

Lohengrin


LOHENGRIN
(Prelúdio, I acto)

Melodia infinita
Haikai mais-que-perfeito
Lírico anil de violinos, flautas
e auroras boreais

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publicado por Ana Vidal às 12:42
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brisas, nortadas e furacões, por


Ana Vidal
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