Segunda-feira, 16 de Março de 2009
Vejam aqui o que é possível fazer-se com a 5ª sinfonia de Beethoven.
A história é simples: uma família japonesa discute o que vai comer ao pequeno-almoço (asagohan). Todas as opções incluem arroz, como seria de esperar, mas mesmo assim não há consenso. Finalmente, quando estão quase, quase a chegar a um acordo, já é hora de almoçar.
O sentido de humor japonês ultrapassa-me completamente, confesso. Mas a qualidade vocal deste grupo é excelente.
publicado por Ana Vidal às 09:30
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De facto é impossível encontrar algum sentido no sentido de humor dos japoneses...
Principalmente quando uma dezena deles, de máquina fotográfica em punho, desata a rir para o Mosteiro dos Jerónimos...
Duvido que fizessem melhor (mais pequeno, concerteza...) mas eles olham e riem sem parar.
Enfim...
Beijos.
JP, lembro-me dos filmes japoneses que ganhavam os festivais publicitários quando eu andava nessa vida, que invariavelmente me deixavam com cara de parva... muito bons tecnicamente, mas quase sempre incompreensíveis.
De
mike a 17 de Março de 2009
A mim há muitas coisas que me ultrapassam, mas por manifesta diferença cultural, já que os japoneses são um povo que admiro. Mas lembro-me sempre daquele momento em que estamos a ver um filme e os ouvimos... tôôôkiôtô, tamikamurá, kôiámitáá, shiiimáázutô... e na legenda aparece... vou já. ;)
lol.
Sim, o problema é exactamente a diferença cultural... que inclui as diferenças no sentido de humor!
lol lol lol lol lol
ai Mister, o que eu estou farta de me rir...
sorry, ana, nem consigo comentar; este Mister não existe :-)
De Luísa a 17 de Março de 2009
Convivi uma vez com um japonês (foi, na verdade, a única vez que convivi com japoneses) e achei-lhe um extraordinário sentido de humor. A minha dificuldade era apenas distinguir nele os sorrisos maliciosos ou bem-humorados dos sorrisos meramente polidos. Até que lhe descobri aquele brilhozinho na frincha dos olhos… :-D
Nota: Este japonês trabalhava há vários anos na sede japonesa de uma multinacional britânica e tinha contactos permanentes com a casa-mãe. Era um homem muito culto, cosmopolita, e divertidíssimo!
De mike a 17 de Março de 2009
Um descarado, era o que ele era... (risos)
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