Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Em vão te esperei durante anos. Bastou abrir a porta que sempre me seguiu para onde quer que fosse e vi-te, ora ciclone, ora luminosa brisa. Nasceste vento: por ti lhe abri as portas e me fiz ao mundo. Deste-me a vida, e fechaste a porta. Quem não abre a porta do vento morre na calma podre da tua ausência.
Texto enviado por: Luís Serpa
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publicado por Ana Vidal às 18:30
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Assim, com duas simples palavras como mote, se faz um belíisimo texto.
Obrigada, Luís.
De Luísa a 14 de Março de 2009
Embora geralmente não os comente – não vá o Luís estar a dirigi-los a alguém em concreto (como será aqui o caso…) e estar eu a meter a foice em seara alheia – não sei se já lhe disse que gosto imenso dos seus «petits poèmes em prose», onde se excede no jogo dos pensamentos e das palavras. Se não disse, fica dito. :-)
De RF a 18 de Março de 2009
Oláaaaa... Temos Escritor!
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