
Às tuas perguntas, meu querido,
responderei com a mais pura, luminosa e bela das verdades.
Nem que para isso tenha de inventá-la.
:)
Brilhante!
De
Ana Vidal a 5 de Setembro de 2008 às 18:48
Obrigada, Cometa. Já fui espreitar o seu espaço e gostei muito. Aliás, conquistou-me logo com o fundo musical do Wim Mertens.
Seja bem-vindo (a?)
De Luísa a 5 de Setembro de 2008 às 15:05
Desconfio, querida Ana, de que as verdades «puras, luminosas e belas» são sempre um pouquinho inventadas. :-)
De
Ana Vidal a 5 de Setembro de 2008 às 18:42
Acho que tem razão, Luísa. E que cinzenta seria a vida sem elas, não é? ;)
De mike a 5 de Setembro de 2008 às 19:07
Ou seja, (...) pura, luminosa e bela das verdades. Tenho é que inventar uma. (riso abafado)
De
Ana Vidal a 5 de Setembro de 2008 às 20:47
Faça isso, Mike, e verá como a vida fica mais interessante. :))
De
JuliaML a 5 de Setembro de 2008 às 15:18

e agora o que respondes à nossa amiga Luisa?

De
Ana Vidal a 5 de Setembro de 2008 às 18:44
Júlia, hoje estás exuberante! Gosto de ver-te assim bem disposta...

(já respondi...)
De
JuliaML a 5 de Setembro de 2008 às 21:19
risos
digo-te uma coisa: a resposta da Luisa deixou-me arrelampada. corri os olhos à procura da tua resposta e quase te vi tal qual eu.
,saiste-te lindamente! eu não sei me sairia tão airosa
seria capaz de enviar um petardo à Luisa dizendo,
"VOCÊ ESTRAGOU AS VERDADES DO MEU POST",
(brincadeirinha)

o que é verdade mesmo, é que vcs tiveram piada
De Luísa a 6 de Setembro de 2008 às 01:14
Eu nunca poderia estragar as verdades do post da Ana, Júlia, porque há a verdade incontestável da sua pura, luminosa e bela «invenção» (ou concepção). ;-)
De
Ana Vidal a 6 de Setembro de 2008 às 01:23
Luísa, :)
De Anytime a 5 de Setembro de 2008 às 22:12
Descobri recentemente este blog, Ana, mas está a tornar-se já uma porta por onde se tem vontade de entrar, todos os dias.
Achei este seu post muito bonito, muito evocador, estimulante. Entre muitas outras coisas, fez-me pensar numa frase de um filósofo que muito admiro, Cioran: “Les "vérités", nous ne voulons plus en supporter le poids, ni en être dupes ou complices. Je rêve d'un monde où l'on mourrait pour une virgule.”
De
Ana Vidal a 5 de Setembro de 2008 às 22:40
Obrigada, Anytime, e volte sempre.
As verdades são por vezes muito pesadas, sim. Porque não dar-lhes um pouco de luz?
Respondo-lhe com Marguerite Yourcenar: "Tes yeux doivent rester clairs, afin que le peu de lumière qui leur reste ne soit pas brouillée par tes pleurs."
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