
Percebi que era culto, quando disse gostar dos Carmina Burana e não da Carmina Burana.
Percebi que era snob, quando acrescentou: "mas na versão de Clemencic, e não nessa reconstrução quase desinteressante de Carl Orff".
(Nota: Os Carmina Burana)
De
JuliaML a 4 de Setembro de 2008 às 15:00
Ana!!
estou perdida de riso
(andas mesmo bem humorada)
beijo
De
Ana Vidal a 4 de Setembro de 2008 às 17:28
;)
De
Sofia K. a 4 de Setembro de 2008 às 15:44
Conheço alguém assim, mas é uma ela, não um ele!!!
Ainda bem que estás bem de humores...
beijinhos
De
Ana Vidal a 4 de Setembro de 2008 às 17:28
É, as férias fizeram-me bem, miúda.
Beijinhos
De
Meloes a 4 de Setembro de 2008 às 17:14
buaaaa! O meu comentario era longuissimo e apagou-se.
e logo eu que me estava a armar em parvo.
Dizia eu que se pode dizer "A carmina Burana" (a opera, a seleccao de cancoes,...); "Carmina Burana" visto Carmina ser o plural de Carmen (ou Carminum em latim tardio) que e uma palavra de genero neutro, por isso sem genero em Portugues);
"As carmina burana" se pensarmos como as cancoes ou "os carmina burana" se pensarmos nos poemas.
Tudo pode estar correcto e e a vontade do fregues!
De qualquer forma eu fico-me por "A carmina burana" se for a opera ou "carmina burana" se forem os textos.
(Nada como ir de ferias amanha para estar de bom humor).
Beijos
De
Ana Vidal a 4 de Setembro de 2008 às 17:27
Ah, Melões, como é bela a democracia! lol
(gosto de tudo o que seja "à vontade do freguês")
(Boas férias e não te esqueças de passar no Peter)
De Anytime a 5 de Setembro de 2008 às 01:36
Pode também dar-se o caso de o (ou a) pobre objecto do seu sarcástico comentário ter:
a) tido um bom professor de latim no terceiro ano do liceu;
b) um bom fornecedor de discos;
c) particular sensibilidade ao que não é frequente, banal, comum.
Hipóteses que, todas - reconhecerá talvez - eliminam a alternativa "snob".
O que é pena.
De
Ana Vidal a 5 de Setembro de 2008 às 01:45
Wrong, caro Anytime: não eliminam, antes reforçam. E ainda bem. Não tenha pena, pois, tudo está no seu lugar.
E seja muito bem-vindo.
De Anytime a 5 de Setembro de 2008 às 02:15
Obrigado pelas suas amáveis palavras de boas-vindas. No fundo,cara Ana, tudo se resume a saber se:
a) ser snob é "pecado" (deduzo da sua resposta que não; - e, como dizer-lhe? - estou visceralmente de acordo);
b) o romantismo tardio de Orff é melhor do que a sensualidade primeva de Clemencic (por mim, primitivo - ou primário - que sou, acho que não);
c) temos o direito de transfigurar aquilo que amamos? (Não sei. Fica para depois, quer?).
De
Ana Vidal a 5 de Setembro de 2008 às 02:40
a) Não, não acho que seja pecado. E mesmo que seja, o pecado é sempre apelativo... ou não seria pecado.
b) É pena que no tempo deles ainda não estivessem na moda as parcerias: um misto de romantismo e sensualidade parece-me a receita ideal.
c) Não temos o direito, mas isso nunca nos impede de tentá-lo. Olhe o que o Professor Higgins fez à pobre Elisa, que era tão feliz a vender flores e a dizer palavrões...
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