Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

O que sente uma geração

 

 

Eu nasci alguns anos mais tarde, mas sei muito bem do que fala Ana Belén.

É o que sente toda uma geração. E a canção é linda, além disso.

 

 

Yo también nací en el 53
y jamás le tuve miedo a vivir
me subí de un salto en el primer tren
¡hay que ver! en todo he sido aprendiz...
No me pesa lo vivido,
me mata la estupidez
de enterrar u fin de siglo
distinto del que soñé.

Yo también nací en el 53
yo también crecí con el Yesterday
como tú, sintiendo la sangre arder
me abrasé sabiendo que iba a perder...
Siempre encuentras algún listo
que sabe lo que hay que hacer
que aprendió todo en los libros
que nunca saltó sin red.

Que te puedo contar que tú no hayas vivido
que te puedo contar que tú no hayas soñado...

Yo también nací en el 53
y soñé lo mismo que sueñas tú;
como tú no quiero mirar atrás
sé muy bien que puedo volverme sal...
Siempre tuve más amigos
de los que pude contar
sé que hay varios malheridos
que esperan una señal.

Qué te puedo contar que tú no hayas vivido
qué te puedo contar que tú no hayas soñado...

No me pesa lo vivido
me mata la estupidez
de enterrar un fin de siglo
distinto del que soñé...

Qué te puedo contar que tú no hayas vivido
qué te puedo contar que tú no hayas soñado.

 

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publicado por Ana Vidal às 20:33
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Será que sou bruxa???

 

A eleição de Barack Obama como presidente dos EUA não deixou indiferente o antigo chefe de Estado da África do Sul Nelson Mandela, que vê no primeiro presidente afro-americano um sucessor seu na luta pela igualdade de direitos. A garantia foi dada pela sua esposa, Graça Machel, esta quinta-feira em Lisboa, depois da cerimónia em que o marido e ela própria foram distinguidos como sócios da Academia de Ciências.

 

«Ele viu em Obama um jovem a quem pode entregar a tocha», explicou Graça Machel, salientando que as eleições do dia 4 de Novembro foram a manifestação de que os ideias ainda mobilizam as pessoas, tal como aconteceu com Nelson Mandela, na luta contra o apartheid, que lhe valeu o Prémio Nobel da Paz, em 1993. «Estes dois homens demonstraram que todos os nossos preconceitos de raça não têm qualquer sentido, desde que alguém represente os valores da dignidade humana, seja capaz de falar para as mentes e corações das pessoas e represente aquilo que são as suas aspirações mais profundas», disse.

 

A antiga primeira-dama de Moçambique e da África do Sul descreveu o seu actual marido e Barack Obama como «cidadãos do mundo». «Em todos os cantos, independentemente da cor política que se tem, das convicções ideológicas que se tem, vêm neles o que há de belo no ser humano e um líder que pode catalisar a todos os que pensamos no futuro com esperança e confiança», frisou.

 

 

(Parece que sou bruxa, sim... Obrigada pela notícia, Manecas. Quanto à consulta, é só dar uma limpeza na bola de cristal e estou pronta...)

 

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publicado por Ana Vidal às 22:05
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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Thank you, guys!

Escrevi isto há cerca de um mês:

 

"Gosto de Barak Obama, e gosto dele de uma forma espontânea, que tem pouco que ver com políticas concretas. Não sou ingénua ao ponto de acreditar que Obama seja um herói romântico, impoluto e incorruptível, mas deixei-me arrebatar pelo sonho, pelo símbolo, pela mudança de mentalidades que a sua eleição significaria. Gosto da ideia de imaginar a alegria de Luther King com essa vitória, e gostaria de presenciar a de Nelson Mandela."

 

Hoje tenho a alegria de saber que Mandela ainda presenciou esta vitória. Merece-a ainda mais que Obama, e acredito que ela tenha justificado muitos dos imensos sacrifícios pessoais que fez pela paz no mundo, pelo entendimento entre as pessoas, pelo fim dos preconceitos raciais.

 

Apetece-me agradecer a todos os que ajudaram a fazer do sonho realidade.

 

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publicado por Ana Vidal às 21:27
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The end

 

Na melhor nódoa cai o pano.

 

Já era tempo.

 

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publicado por Ana Vidal às 08:15
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Domingo, 3 de Agosto de 2008

Aventuras

 

Já que estou em maré de pensar em viagens e aventuras (a verdade é que não preciso de muito para "me mudar" para esse território dos pensamentos...) recomendo mais dois blogues interessantes de seguir, para quem, como eu (pelo menos neste momento) não pode fazer a trouxa e... zarpar.

 

Um deles é o dos dois portugueses - Clara Piçarra e Miguel Sacramento - que estão a dar a volta ao mundo, não em 80 dias mas em 365, e são autores da fotografia e texto do meu último post. Chama-se Histórias do Mundo. O blogue conta, a par e passo, as aventuras e descobertas que vão fazendo ao longo desta fabulosa experiência, integrados num grupo de jovens de vários países.

 

O outro, não menos interessante, chama-se simplesmente Miguel Arrobas. O Miguel Arrobas é filho de amigos meus e propõe-se, neste blogue, contar-nos a sua espantosa odisseia pessoal: a travessia - a nado! - do Canal da Mancha, que irá fazer com um amigo. Os preparativos estão ao rubro e vai valer a pena acompanhá-lo nesta aventura, tenho a certeza. Fico a torcer, Miguel!

 

Curiosamente, em ambos os casos foram escolhidos slogans retirados de letras de canções portuguesas, como incentivo e lema. No primeiro, temos Jorge Palma: 

 

"Enquanto houver estrada para andar a gente vai continuar,

enquanto houver ventos e mar a gente não vai parar..." 

 

No segundo, Mafalda Veiga:

 

"Onde só chega quem não tem medo de naufragar"

 

Que se inspirem e nos deliciem, a nós que ficamos em terra.

 

E aqui está a reportagem com os dois aventureiros: 

 

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publicado por Ana Vidal às 15:46
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