Domingo, 26 de Outubro de 2008

Of course!

Para não destoar, aqui têm mais um delicioso aperitivo. Desta vez, de uma das minhas séries favoritas da Britcom - Goodness Gracious Me - de que há bem pouco tempo falei com a Teresa.

 

Ora vejam como se sustenta uma invulgar teoria:

 

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publicado por Ana Vidal às 10:25
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Beatriz Batarda

 

Eu sei que sou, frequentemente, um tanto hiperbólica nas minhas apreciações de manifestações artísticas. E também sei a razão. É simples: o que não me impressiona fortemente, de forma positiva ou negativa, não me merece registo no blogue nem sequer na memória. A mediania passa por mim tranquilamente, atravessando-me o cérebro e o coração sem se deter ou deixar rasto. Só o que realmente me faz vibrar, me arrebata ou me ofende, me apaixona, comove, insulta ou, em suma, muda irremediavelmente alguma coisa em mim, me merece referência e me desafia a partilhar com outros a emoção vivida. E quando isso acontece, é natural que os superlativos invadam o meu discurso.

 

Tudo isto serve de introdução a mais um inflamado elogio que trago hoje aqui: desta vez à actriz Beatriz Batarda, que fui ver ao Teatro da Cornucópia. A peça "De homem para homem" é um texto que não me entusiasmou por aí além (já esgotei o tema, francamente, há anos...), mas o longo monólogo tem o enorme mérito de permitir a uma actriz exibir os seus talentos de A a Z: sozinha em palco, com uma tarefa homérica pela frente, ou é excelente ou a coisa transforma-se num suicídio artístico. Beatriz Batarda é excelente, e mais ainda. Agarra-nos pelos colarinhos logo de princípio e depois arrasta-nos com ela por todos os registos possíveis em que um actor pode exprimir-se, sem nos deixar respirar sequer. Imperdível. Aconselho sem hesitações, mas despachem-se: a peça só estará em cena até ao dia 5 de Outubro.

 

Beatriz Batarda ainda é muito nova e já deu provas inequívocas de grande talento, tanto em teatro como em cinema. Por enquanto, ainda nos referimos a ela como "Beatriz Batarda", mas um dia - não tenho dúvidas - conquistará o pleno direito a ser "A Batarda". Esse tratamento está reservado apenas aos melhores, aos que ficam para a História, e ela merece-o inteiramente.

 

 

publicado por Ana Vidal às 23:08
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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Ken Lee

Hoje que o Ken faz 61 anos (sim, o da Barbie, esse mesmo...) embora esteja muito bem conservado e pareça ter não mais do que 21, aqui fica este presente musical em sua honra. Chama-se Ken Lee e é uma verdadeira obra prima. A propósito, não confundir a obra prima do mestre com a prima do mestre de obras. Neste caso é a segunda, não há dúvida.

(Nota: encontrado aqui.)

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publicado por Ana Vidal às 01:33
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Domingo, 20 de Janeiro de 2008

Kids are a girl's best friends

That's why some of us have to get great boobies and nice legs... no matter how!

publicado por Ana Vidal às 11:56
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Domingo, 18 de Novembro de 2007

In the wind

(Katie Melua - Blowin' in the wind)

How many roads must a man walk down, before you call him a man?

How many seas must a white dove sail, before she sleeps in the sand?

How many times must the cannon balls fly, before they're forever banned?

How many times must a man look up, before he can see the sky?

How many ears must one man have, before he can hear people cry?

How many deaths will it take till he knows that too many people have died?

How many years can a mountain exist, before it's washed to the sea?

How many years can some people exist, before they're allowed to be free?

How many times can a man turn his head, pretending he just doesn't see?

The answer, my friend, is blowin' in the wind.

(Bob Dylan)

publicado por Ana Vidal às 02:38
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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

Heavy Chávez Remix

Para acabar de vez com este assunto, aqui está uma boa ideia: em vez de falar nele... dançá-lo! Chávez presta-se, convenhamos: é heavy em vários sentidos. E o remix assenta-lhe como uma luva.

publicado por Ana Vidal às 10:09
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Ó Zé! Isso não foi nada porreiro, pá!

Se o primeiro ministro lhe estender a mão, não ligue. Disfarce. Pegue num croquette, baixe-se para atar um sapato, assobie para o lado. Qualquer coisa, mas disfarce. Porque vai ficar de mão estendida, feito parvo, a não ser que não haja ninguém mais por perto.

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publicado por Ana Vidal às 00:50
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Domingo, 21 de Outubro de 2007

Caramels, bonbons et chocolats

A propósito de chocolates, vejam esta pérola que eu encontrei. Quem se lembra disto?

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publicado por Ana Vidal às 11:09
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Sábado, 22 de Setembro de 2007

O tamanho conta

Pelo menos na música, o tamanho conta.

publicado por Ana Vidal às 19:44
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Sábado, 15 de Setembro de 2007

Rir é o melhor remédio

Uma boa gargalhada para o fim de semana. Obrigada, Azia.
O mais curioso é que a frase "you're a disaster", em russo, soa a qualquer coisa como "está de parabéns", em português.

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publicado por Ana Vidal às 18:14
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

String Fever

Em tempos de crise, um instrumento para 4 músicos já não é nada mau. Veja-se como eles o fazem render...

Nota: Encontrado no Cão com Pulgas, do Pedro Aniceto.

publicado por Ana Vidal às 23:54
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

Fácil, fácil

Viu como é fácil? Agora experimente com o seu carro.

publicado por Ana Vidal às 00:56
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

O estranho mundo dos Pimbas

Via Corta-Fitas, descobri esta pérola do YouTube.

A Débora Silvana (!), filha do consagrado pimba Nel Monteiro, é uma criatura transgénica: tem 18 anos mas parece ter 5, usa extensões e nuances nos cabelos que lhe chegam aos joelhos, adora pulseiras "de mulher", "faz coreografias" e quer ser cantora quando for grande (mas ela já tem 18 anos, está à espera de quê?).
É pena que tenha esse sonho, porque é de uma desafinação confrangedora. Sai ao pai. Mas se a profecia se cumprir, aos 81 ainda a teremos por cá, sobre um palco. Valha-nos Deus.
Verdes eufémios, onde andam vocês? Não querem fazer-nos a caridade de acabar com esta desgraça?

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publicado por Ana Vidal às 10:39
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

Hable con ella

Caetano Veloso, num dos mais mágicos momentos do filme Hable con Ella, de Pedro Almodôvar. Para mim, que sou fã do maestro espanhol, é a sua obra prima. Depurado de toda a habitual parafrenália kitch e dos excessos caricaturais da tradicional visão do mundo de Almodôvar, este filme, subtil e de uma delicadeza invulgar, trata afinal um tema pesadíssimo e consegue o inimaginável: transformar num autêntico poema um dos mais hediondos crimes que podemos conceber - a violação - ainda por cima a de uma mulher completamente indefesa.
O que nos diz Hable con Ella é que até na maior sordidez pode existir inocência, e até mesmo uma nobreza desesperada que não deixa por isso de ser nobreza e que, vista desse ângulo, redime aos nossos olhos toda a Humanidade.
Se alguém ainda não viu o filme, vá a correr buscá-lo ao clube de video mais próximo.


(Como rebuçados extra, o filme dá-nos ainda as fantásticas coreografias de Pina Bausch e uma banda sonora de 5 estrelas, de Alberto Iglesias)

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publicado por Ana Vidal às 09:53
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007

Limpezas difíceis

Uma empregada obtusa e persistente, uma porta teimosa que não se deixa limpar.
Uma metáfora para o estado das coisas neste país?

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publicado por Ana Vidal às 11:55
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Domingo, 15 de Julho de 2007

Brincadeira de domingo

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Sem palavras.

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publicado por Ana Vidal às 15:35
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Sábado, 7 de Julho de 2007

É isso aí - Ana Carolina e Seu Jorge

Eu não sei parar de ouvir...

Eu não vou parar de ouvir...

Eu não me canso de ouvir...

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publicado por Ana Vidal às 00:30
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

Xeque-mate

Xeque-mate, ou como transformar um sorriso trocista numa lágrima comovida, ou ainda os 15 minutos de glória de um vendedor de telefones móveis.

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publicado por Ana Vidal às 03:52
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Sábado, 30 de Junho de 2007

Where the Hell is Matt?

Um Aluno de Apolo a quem saíu o Euromilhões??

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publicado por Ana Vidal às 11:52
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2007

Uma cena que vale um filme

A melhor arte por uma lata de feijões, ou a prova de que tudo é relativo.
No filme "O pianista", de Polansky - uma cena que vale o filme inteiro.


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publicado por Ana Vidal às 11:21
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Sábado, 16 de Junho de 2007

O efeito Putin

Depois de um loooongo almoço com Putin, Mr. le président Sarkozy ficou assim, um pouco lento. Um G8 bem regado a vodka?

publicado por Ana Vidal às 01:19
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Sábado, 9 de Junho de 2007

Beauty is nothing without brains

Um tributo à boa publicidade. Finalmente, um anúncio de automóveis que faz justiça às mulheres normais...

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publicado por Ana Vidal às 15:22
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Terça-feira, 5 de Junho de 2007

5 séculos de arte

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publicado por Ana Vidal às 02:15
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Terça-feira, 29 de Maio de 2007

Ah, Tigre!!

Sem comentários

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publicado por Ana Vidal às 23:29
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2007

Sinais de alarme

Recebi este texto de um amigo e não resisto a reproduzi-lo aqui na íntegra, tal é a importância da mensagem que encerra: será que, nesta feira de vaidades em que se tornou o mundo em que vivemos, só a embalagem nos agrada? Ou será que nos tornámos insensíveis ao ponto de sermos incapazes de reconhecer a beleza pela beleza, quando nos surge de forma inesperada?
Pensem nisto, e não deixem de ver o filme que acompanha a fantástica e oportuna iniciativa do Washington Post - é só clicar aqui.
Numa experiência inédita, Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas do Mundo, tocou incógnito durante 45 minutos, numa estação de metro de Washington, de manhã, em hora de ponta, despertando pouca ou nenhuma atenção. A provocatória iniciativa foi da responsabilidade do jornal "Washington Post", que pretendeu lançar um debate sobre arte, beleza e contextos. Ninguém reparou também que o violinista tocava com um Stradivarius de 1713 - que vale 3,5 milhões de dólares. Três dias antes, Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam 100 dólares, mas na estação de metro foi ostensivamente ignorado pela maioria. A excepção foram as crianças, que, inevitavelmente, e perante a oposição do pai ou da mãe, queriam parar para escutar Bell, algo que, diz o jornal, indicará que todos nascemos com poesia e esta é depois, lentamente, sufocada dentro de todos nós.
Bell, uma espécie de 'sex symbol' da clássica, actuou vestido de jeans, t-shirt e boné de basebol, e interpretou "Chaconne", de Bach, na sua opinião "uma das maiores peças musicais de sempre, mas também um dos grandes sucessos da história". Executou ainda "Ave Maria", de Schubert, e "Estrellita", de Manuel Ponce - mas a indiferença foi quase total. Esse facto, aparentemente, não impressionou os utentes do metro."Foi uma sensação muito estranha ver que as pessoas me ignoravam", disse Bell, habituado ao aplauso. "Num concerto, fico irritado se alguém tosse ou se um telemóvel toca. Mas no metro as minhas expectativas diminuíram. Fiquei agradecido pelo mínimo reconhecimento, mesmo um simples olhar", acrescentou. O sucedido motiva o debate: foi este um caso de "pérolas a porcos"? É a beleza um facto objectivo que se pode medir, ou tão-só uma opinião? Mark Leitahuse, director da Galeria Nacional de Arte, não se surpreende: "A arte tem de estar no seu contexto". E dá um exemplo: "Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará". Para outros, como o escritor John Lane, a experiência indica a "perda da capacidade de se apreciar a beleza". O escritor disse ao "Washington Post" que isto não significa que "as pessoas não tenham a capacidade de compreender a beleza, mas sim que ela deixou de ser relevante".
publicado por Ana Vidal às 11:27
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