Sábado, 20 de Dezembro de 2008

Medidas de Tempo

 

Um ano não se mede só por um certo número de meses, dias, horas, minutos e segundos. Há outras medidas que o definem e fazem dele um espaço de Tempo único e inconfundível, diferente de todos os que o precederam e de todos os que lhe sucederão: o número de sorrisos, de gestos, de palavras, de intenções, de planos, de sonhos, de esperanças, de desilusões, de derrotas, de vitórias, de gargalhadas, de lágrimas, de encontros, de beijos, de desistências, de recomeços, de gritos, de desencontros, de silêncios, de laços, de promessas, de falhas, de ilusões, de perguntas, de respostas, de...

 

Um ano é uma caixinha de preciosos e irrepetíveis ensinamentos, um presente da Vida.

 

publicado por Ana Vidal às 23:39
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Sábado, 13 de Dezembro de 2008

Números

 

Durante o dia de hoje, as visitas entradas por esta Porta do Vento

somaram o bonito e redondo número de 100.000.

Quem diria? You never can tell... 

 


(You never can tell)

 

publicado por Ana Vidal às 21:42
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Verão

 

Chegou o Verão.

 

A celebrá-lo, uma canção de sempre (que eu adoro) numa versão diferente do habitual: a de Amália, também ela uma voz de sempre para mim. Até Gershwin teria gostado de ouvi-la, acho eu.  


(Summertime - Porgy and Bess, de George Gershwin)

 

(Nota: Summertime deve ser das canções mais cantadas de todos os tempos. Interpretaram-na muitas das vozes mais celebradas no mundo inteiro, com versões maravilhosas e inesquecíveis. Escolhi a de Amália Rodrigues por ser das mais originais e inesperadas que conheço.)

 

publicado por Ana Vidal às 16:46
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Sábado, 24 de Maio de 2008

Bom dia!

 

 

Ah, o Sol apareceu, finalmente! Ainda que tímido, ainda que hesitante, ainda que escondido pelas nuvens às vezes e a sacudir-se da chuva. It's all right!

 

Adenda: Pronto, foi Sol de pouca dura... mas já me arrancou um sorriso matinal. Melhores dias virão. (of wine and roses, I hope).

 

Adenda 2: Olha, já voltou outra vez! Cheira-me que se quiser manter este post actualizado vou passar o dia todo em adendas, por isso poupo-vos e saio de fininho...  e seja o que o Sol quiser!

 

 

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publicado por Ana Vidal às 11:21
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Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Um ano de blogosfera



À mesa de um blog

 

«Bem observado, o post de Eduardo Pitta no "Da Literatura", que estabelece o paralelismo entre as tertúlias que havia nos Cafés e a actividade bloguística. Concordo: os blogs, hoje em dia, cumprem a mesma função dos Cafés de antigamente. E, tal como antes, cada um só convida para a sua mesa quem quiser que lá esteja.


Porque há mesas para todos os gostos: desde as elitistas dos cafés "chiques", onde o grupo está formado, de pedra e cal, e ninguém mais pode perorar (são os blogs que não admitem comentários) até às mais saloias dos cafés de bairro, em que cabe sempre mais uma cadeira, por isso qualquer desbocado pode entrar na tertúlia e dizer alarvidades de sua justiça. Entre estes dois extremos, há variações possíveis e interessantes. Por exemplo, a de pôr na rua, sem contemplações, os convivas que não saibam comportar-se à mesa, sorvam o café com ruído, palitem os dentes ou agarrem na xícara de dedinho empinado, enquanto dizem baboseiras. O Porta do Vento tende para esta opção, mas, como começou agora a andar nesta vida de cafés, por enquanto bebe uma bica aqui, um galão acolá. E assim, de mesa em mesa, há-de encontrar os seus pares e fazer um dia a sua.


Até lá, todos poderão vir dar uma espreitadela e dizer como gostam da torrada. E, porque hoje é Domingo, a bica é por conta da casa.»


 



Escrevi isto há um ano, pouco depois da Declaração de Princípios. Felizmente, os meus vaticínios cumpriram-se: o Porta do Vento fez a sua própria mesa, e hoje tenho o maior gosto em enchê-la de cadeiras, com muitos lugares cativos e outros que se mantêm disponíveis para novos convivas. Felizmente, também, nunca tive que expulsar da mesa nenhum deles. Por outro lado, orgulho-me de dizer que, durante este primeiro ano, muitas outras mesas me aceitaram no seu convívio. Primeiro timidamente, depois com mais confiança e, por fim, como quem se sente já em casa, fui-me tornando visita habitual e hoje conto com a minha cadeira nessas mesas, onde sou sempre bem recebida. A blogosfera é um meio extraordinário, não há como negá-lo. É um precioso instrumento de auto-análise, uma terapia, uma distracção, uma prodigiosa fonte de aquisição de conhecimentos, tão extensos e aprofundados quanto o queiramos, um estimulante ginásio para os neurónios e, last but not the least, uma curiosa forma de descobrir e explorar afinidades várias.

Há que não perder de vista algumas regras de ouro, se quisermos ter um convívio agradável e civilizado: respeitar o anonimato de quem não quer expôr-se (a não ser que o use para fins menos nobres, e nesse caso o desprezo é a única resposta); não abusar da confiança de quem mostra a cara, nem deduzir dessa atitude um convite a uma intimidade maior do que a que nos é proposta; não interferir com grupos ou indivíduos que não querem ser invadidos, impondo a nossa presença quando ela não é desejada; não ultrapassar barreiras de convivência, a não ser de comum acordo e em casos especiais. Mas todas estas regras são, afinal de contas, aplicáveis ao universo do convívio, dentro e fora da blogosfera. Regras básicas de educação, simplesmente.

Durante este primeiro ano, reencontrei velhos amigos (com quem, de outra forma, talvez não tivesse voltado a cruzar-me), e fiz novos amigos, indubitavelmente. Alguns deles já conheci pessoalmente, entretanto, confirmando assim as afinidades que nos fizeram dar esse passo. Outros, provavelmente, nunca conhecerei ao vivo, por razões várias, o que não faz com que deixe de considerá-los Amigos de pleno direito. E a percepção dessa nova dimensão de amizade, devo-a a este fascinante meio de comunicação.

Por tudo isto e muito mais, este ano foi iniciático. Não me arrependo das horas que o blog me roubou a outras actividades, porque aprendi muito com esta experiência. Falando por números (e tendo em conta que não são mais do que isso mesmo) o Porta do Vento registou quase 30.000 visitantes, 550 posts e 3724 comentários. Muitos mais, todos eles, do que alguma vez me passou pela cabeça. Acho que posso dizer, com algum orgulho, que "a mesa do fundo" está bem recheada e que a bica não é de má qualidade...

A todos os que me dão a honra de sentar-se a esta mesa, muito obrigada. Tem sido uma tertúlia de valor incalculável.

Sai um champanhe, que hoje é dia de festa!

publicado por Ana Vidal às 02:51
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Ainda a propósito de aniversários...


Conselhos para agradar apesar de tudo

Ter um sorriso nos lábios e uma flor na lapela.

Vestir-se com tecidos suaves, veludos, tweed, caxemira, que dêem vontade de acariciar.

Para não cheirar a velho, retirar dos bolsos as bolas de naftalina e pôr um pouco de perfume distinto, que dê vontade de cheirar.

Não usar cores demasiado vivas, mas as tonalidades da sua estação, o Outono.

Comer feijões finos para ficar extrafino.

Ser desenvolto, leve, nunca pesado. Como os elefantes para atravessar o lago gelado, caminhar na ponta dos pés. Saltar para não se afundar.

Não falar como um livro, não se tornar grave e sentencioso, ficar malicioso, troçar de si e de todos.

Ser pessimista e jovial. Saber dizer asneiras.

Cultivar o inútil e as rosas, o escárnio e as abóboras-meninas.

Aprender de cor poesias para poder dizê-las sem óculos e no escuro.

Ser curioso e ambicioso.

Não se queixar, de manhã, de ter dores por todo o corpo. Pensar que as pequenas dores nos fazem companhia, ocupam o espírito, ficamos amigos. E quando já não as temos, aborrecemo-nos. Lembrem-se que, «passados os cinquenta anos, se acordarmos sem ter nenhuma dor, é porque estamos mortos», mesmo.

Jean-Louis Fournier

(O humor corrosivo de Jean-Louis Fournier, roubado no Zoo Bizarro , o blog do meu amigo JG)

publicado por Ana Vidal às 22:53
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Domingo, 10 de Fevereiro de 2008

Parabéns, Roberta Flack

Roberta Flack faz hoje 69 anos. Parabéns! Encheu os meus dias longínquos de canções lindas. Não nego a beleza da celebérrima Killing me softly, mas tem sido tocada e repetida à exaustão e, como acontece nestes casos, fiquei saturada dela. Aqui fica a minha preferida. E continuo na onda da nostalgia, não há dúvida...

(Roberta Flack - The first time ever I saw your face)

Nota: Ofereço esta música ao meu querido cunhadinho Diogo, que faz hoje anos também e está sozinho, desterrado, sem a sua Saidinha. Não me esqueci, vês? E ninguém me lembrou, juro!

publicado por Ana Vidal às 13:05
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

15.000


15.000 ventos já passaram por esta porta, diz-me o contador que está lá em baixo.
Obrigada a todos, sejam brisas suaves ou nortadas mais agrestes. Começo a sentir uma certa responsabilidade em tudo o que digo aqui...
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publicado por Ana Vidal às 22:33
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Sábado, 5 de Janeiro de 2008

O dia em que o rei fez anos


Parabéns pelos reais cumpleaños, majestade!
Que conte muitos, a mandar calar quem não devia abrir a boca.

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publicado por Ana Vidal às 23:35
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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Rescaldo

Natal: nascendo o esquecimento
Sentada na mesa farta, farto-me de pensar. Não se faz luz nos castiçais da memória.
Decoro as cobiçosas entradas sobre a mesa, desadornando as saídas da minha mente.
Os meus pensamentos voam como borboletas poisando no fulgir da árvore matizada. Deslizo no brilho das bolas e na imponência das fitas. Esqueci-me de uma fita no presente da minha mãe.
No meu presente, não esqueço o maravilhoso laço que nos liga. Acho que passará bem sem fitas!
Destaco a fita-cola de cada um dos papéis que envolvem os meus presentes. Que tenho eu para dar? Terá valor o que tenho para oferecer?
Embrulhei-me na azáfama, vendo o tempo sempre a escassear. A venda do consumo consumia-me os olhos. Vendo bem, estaria eu a vender-me?
Comprei o que pensei que faria as pessoas felizes. Fugaz felicidade em saquinhos.
Em cada saquinho estava uma prenda, mas isso não faz de mim prendada.
Não se prendam com o que digo. Muitas pessoas se alegram hoje, embora dando importância a diferentes conteúdos.
Eu apenas acho que me esqueci de alguma coisa… Não havia alguém que fazia anos hoje?

Nota: Encontrado aqui, onde as palavras são escolhidas a dedo e misturadas com sabedoria e talento.

publicado por Ana Vidal às 11:04
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Domingo, 23 de Dezembro de 2007

UM BOM NATAL

Amigos de sempre, amigos recentes, amigos de um dia que ainda há-de vir:

Para todos os que passam por esta Porta, um Feliz Natal, com mais Alegria e Paz do que embrulhos e laçarotes.
Nota: Ninguém me levará a mal que deseje, especialmente, um óptimo Natal à Ana LC, que tive a alegria inesperada de ouvir ao telefone, ainda há pouco. A vida não nos derrota, Ana. Muitos e felizes Natais!

publicado por Ana Vidal às 22:48
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Domingo, 11 de Novembro de 2007

Castanhas de S. Martinho


Mesmo com este calor e a 1€ a meia dúzia (inacreditável, não é?) é obrigatório comer castanhas hoje. É uma tradição, e esta, para mim, ainda é o que era. Talvez só porque gosto muito de castanhas assadas. E já que se fala em tradição, aqui ficam alguns ditos populares sobre este petisco de S. Martinho:
• A castanha tem uma manha, vai com quem a apanha.
• Castanha que está no caminho é do vizinho.
• Castanhas do Natal, sabem bem e partem mal.
• Da castanha ao cerejo, mal me vejo.
• No dia de São Martinho, há fogueiras, castanhas e vinho.
• Na família da castanha o pai é pingão, a mãe é raivosa e a filha é amorosa.

publicado por Ana Vidal às 15:30
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

10.000

Em 6 meses, 10.000 visitantes passaram por esta Porta do Vento.
Quem diria?
publicado por Ana Vidal às 20:05
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

Alfredo Keil e a República

«No centenário da sua morte, surgem a lume algumas verdades: que Alfredo Keil nunca foi republicano, que não era um pintor sofrível e antes de grande qualidade, um músico elegante e empenhado e que A Portuguesa foi um acaso, um feliz acaso mas um acaso!»
Notícia da Lusa, que acrescenta:
«Alfredo Keil, autor do Hino Nacional, cujo centenário da morte se completa quinta-feira, foi um "homem genuíno do século XIX, pela sua formação cultural", afirmou à Lusa a historiadora Ana Xavier, uma estudiosa da sua obra. "Ele fez todo o percurso de uma figura genuína do século XIX, nomeadamente a viagem que encetou pelas principais cidades europeias, além da sua formação", disse a investigadora.
Alfredo Keil foi "um homem programático, que sabia o queria e que, curiosamente, se torna conhecido por algo que não programou, por um impulso, levado pela reacção nacionalista ao Ultimato inglês [1870]", sublinhou Ana Xavier. "A Portuguesa" foi "absorvida pela República, sem Keil nada ter feito por isso, tanto mais que não há um único elemento que nos indique qualquer referência republicana em si". "A Portuguesa", que rapidamente se tornou popular, foi adoptada como hino nacional em 1911.
Além de "A Portuguesa", Keil foi autor de várias polcas, valsas, peças para piano além de óperas, de que "A serrana" é a mais conhecida, havendo outras que nunca foram levadas à cena no século XX como "Irene" e "Dona Branca". (...) Para o maestro João Paulo Santos, que em 2002 levou à cena "A Serrana" no São Carlos, Alfredo Keil é um compositor que "procurou um idioma nacional para a música".
Mas a par da composição, Alfredo Keil "foi um pintor compulsivo e apaixonado" tendo-se inspirado muito nas paisagens da zona de Sintra, onde tinha casa. Estudou pintura em Munique e Nuremberga e mais tarde em Lisboa. Expôs pela primeira vez em 1875, tendo recebido duas medalhas de bronze. Concorreu à Exposição Universal de Paris de 1878, onde obtém uma Menção Honrosa, e no ano seguinte recebe uma medalha de ouro na exposição do Rio de Janeiro. Em 1890 expõe em Madrid, sendo condecorado com a Ordem de Carlos III. Era um pintor bem aceite na sua época e vivia essencialmente da pintura, embora tivesse fortuna familiar. Em 1890 abre uma galeria em sua casa, que se situava no número 77 da Avenida da Liberdade em Lisboa. "Vendeu quase tudo" e o próprio Rei D. Luís comprou algumas telas para a sua galeria no Palácio da Ajuda, segundo João Paulo Santos. O pintor e compositor oferecerá aliás ao monarca o primeiro volume das suas obras musicais, editado pela Neuparth. (...)
Keil, que começou a pintar aos 14 anos, traz uma técnica diferente e isso mesmo lhe nota o crítico de arte António Enes, aquando de uma das suas exposições. A crítica de arte relativamente a Keil foi sempre "exacerbada", diz António Rodrigues, referindo que o Grupo Leão, dominado por Silva Porto, "preferiu antes ignorar Keil, pelas suas origens românticas". "Podendo ter sido um diletante, até porque era originário de uma família abastada que fez empréstimos à Coroa, o pintor foi essencialmente um artista empenhado na sua sociedade, um incansável trabalhador que com afinco tanto se aplicou na música como na pintura", frisa António Rodrigues, sendo esta opinião partilhada por João Paulo Santos e Ana Xavier. (...)
Uma outra faceta desconhecida de Alfredo Keil é a de coleccionador e museólogo em termos profissionais, tendo chegado a organizar um museu de instrumentos musicais que no final da vida foi disperso. Parte deste espólio integra actualmente o Museu da Música, ao Alto dos Moinhos, em Lisboa. "Além de vários instrumentos, alguns fazendo parte da exposição ao público, há no Museu também várias partituras suas", disse à Lusa fonte da instituição. Esse museu, cujo catálogo foi escrito por Keil, reunia 400 objectos da Europa, África e Ásia. »
Lisboa, 02 Out (Lusa) - excerto
publicado por Ana Vidal às 18:14
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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007

Dia do animal



Parece que hoje é o dia mundial do animal.

Aproveito para recomendar um novo blog:
ZOO
É um jardim zoológico especial, onde nem sempre se distinguem os racionais dos irracionais.

Exactamente como cá fora, aliás.

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publicado por Ana Vidal às 23:44
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Turning point


Há 50 anos, uma esfera metálica rumou em direcção ao cosmos e ao mais ousado sonho da humanidade.

E nunca mais nada foi igual.

Há 50 anos, a net era uma utopia.
publicado por Ana Vidal às 11:02
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

5.000. Quem diria?


Olha, já são 5.000!!

Um brinde ao bonito número de visitantes deste blog, em menos de 4 meses de existência.
Obrigada a todos.
Já que brindamos com Verdi, que seja também com um bom Verdelho. E porque não um queijinho de Azeitão, para ajudar à festa?

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publicado por Ana Vidal às 19:18
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brisas, nortadas e furacões, por


Ana Vidal
Pedro Silveira Botelho
Manuel Fragoso de Almeida
Marie Tourvel
Rita Ferro
João Paulo Cardoso
Luísa
João de Bragança

palavras ao vento


portadovento@sapo.pt

aragens


“Não sabendo que era impossível, foi lá e fez."

(Jean Cocteau)

portas da casa


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