Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

Amor # Paixão (3)

O amor é tacto, em sentido figurado.
A paixão é tacto, em sentido literal.

(O meu amor - Ópera do Malandro)

publicado por Ana Vidal às 10:45
link do post
11 comentários:
De av a 16 de Novembro de 2007 às 20:30
Sofia e Huck: mas EU SOU MESMO uma amiga cota!! Talvez não muito cota de cabeça, mas os aninhos já por cá passaram, e com eles muitos frangos virados...
Acho muito bem que defendam a vossa dama do amor eterno e sem rotinas, melhor fora que não o fizessem, com a vossa idade! E quem sabe vocês dois não vão ser a excepção, e não a regra? Têm tudo, tudo mesmo, para isso!
Beijos aos dois

Miguel,
Não podes, deves! Porque aqui cada um pode dizer exactamente aquilo que quiser e como quiser, desde que não ofenda ninguém (o que nunca se aplicará a ti, se bem te conheço). Por isso continua a falar do tipo de amor que te apetecer. Eu só quis perceber-te, nada mais.
Beijos (e então, quantas ossadas de faraó já desenterraste?) Irra!
;)
De Huckleberry Friend a 16 de Novembro de 2007 às 18:33
Uma amazona andante sai em minha defesa? Isso, sim, é uma galanteria que já escasseia, para mais renovada e à século XXI, de igual para igual - logo, torna-se ainda mais preciosa...

Como talvez escasseiem, Ana, os casais que conseguem a tal imaginação prodigiosa e a energia quase nuclear que terá de ter quem não quiser ser aplastado pela paquidérmica rotina, o confortável e odioso encosto de um sofá de paz podre. Acredito que não é uma fatalidade, antes um descuido em que é demasiado fácil cair. Pues que no caigamos!

Também adorei o mote de hoje, mas queria ter visto mais activo o tacto-táctil-tacteante que a blogmistress em tão boa hora lembrou. O tacto-figurado do amor sugere contenção, que a paixão contraria. O tacto-literal da paixão requer o outro tacto, para que a subtileza, o mistério, a sensualidade persistam. Ai, este equilíbrio que por vezes parece não durar mais do que o da pedra de Sísifo, no nano-segundo entre empurrá-la até ao cume e vê-la deslizar encosta abaixo... beijinhos e abraços para todos!
De Sofia a 16 de Novembro de 2007 às 12:35
Ui... pisar não vale!

Av... (agora mudaste o nome?), mas que sermão ao teu jovem amigo! Deixa-me que te diga aqui da minha pobre inocência e tenra idade: estiveste mesmo numa de amiga cota!

Só uma coisa a dizer: o poder das relaçoes está em saber ter imaginação a cada dia, redescobrir coisas novas naquilo que se deseja e ama, reinventar a relação... as coisas vão mudando e as relações também. Dificil? Pois, é para quem ama... Só não vale é encostar ao sofá e deixar adormecer, desse modo, mais vale arranjar outros 'topo de gama'. (daqui a 40 anos voltamos a falar! LOL)

Quanto à dança de hoje, foi a que mais gostei... ao tacto é preciso tê-lo no amor sempre, mas sem deixar que exista o tactear da paixão... esse é muito importante e bom!

beijinhos a todos

p.s. Miguel... para quando o primeiro post? Já que o blogue, já lá está!
De miguel a 16 de Novembro de 2007 às 11:27
Irra, Ana. Qual futilidade, qual carapuça. Já disse 50 vezes que tenho a melhor impressão do blogue, seja qual fôr o ponto de vista. E percebo a que tipo de amor te referes. Mas, caramba, cada vez que vou comentar, dá-me para falar doutro tipo de amores, que também são paixão.E que também são tacto. Só não são sexo ou não implicam tensão sexual nem vida a dois, apenas isso...sem deixarem de ser amor. Posso?
De av a 16 de Novembro de 2007 às 10:19
Querido Miguel, isso é Amor em estado puro, assexuado e quase místico (ou mesmo místico, se a missionária for freira).
Não é nesse que pensamos, quando falamos de tacto em qualquer dos sentidos. Voltas ao amor maternal/paternal, que é maravilhoso (todos concordamos contigo) mas difícil de encaixar aqui. Sobretudo, não é comparável - e muito menos incompatível - com amores mais terrenos.
O que é queres provar, a futilidade deste debate? Explica lá isso.
Bjs
De miguel a 16 de Novembro de 2007 às 08:56
Entrevista a uma daquelas missionárias fantásticas que enchem a vida num sítio qualquer de África:
- Não gostava de ter filhos biológicos?
- Bem, todos os que tivesse, seriam muito poucos. E, depois, o que seria destas centenas que aqui tenho?

Desculpem-me, mas isto é que é amor.
De av a 16 de Novembro de 2007 às 01:39
Ó prima, saíste-me uma especialista em danças de salão!
Pois é, aqui o tacto ainda estava intacto até avançares tu para a pista.
E o blogue, hein? Para quando?????
Bjs

PS: Não te chamo mais Rosa, se não toda a gente acha que é o teu nome.
De rv a 16 de Novembro de 2007 às 00:52
Então e o tacto?
Ninguém fala no tacto?
O tacto que é preciso, principalmente no amor, por exemplo, para não deixar entrar a tal rotina que corrói?
E o tacto que é preciso para fazer com que no tacto do amor não falte nunca o outro tacto-táctil da paixão?
Volto a esta dança, quando alguém falar no tacto. E enquanto amuo, vou responder aos meus pares das danças anteriores.

E fico que à espera que a Mad volte do seu intervalo e pegue no "tacto".
Bjs
Rosarinho
De av a 15 de Novembro de 2007 às 19:42
De todos os que quisermos dar-lhes, Capitão. Isto é só uma tentativa de definição, mas é claro que é muito incompleta. Mas acrescenta também os teus adjectivos, o desafio é esse mesmo.
De Capitão-Mor a 15 de Novembro de 2007 às 19:32
È uma definição bonita, mas todos estes sentimentos carecem de mais adjectivos, não concordas?

Comentar post

brisas, nortadas e furacões, por


Ana Vidal
Pedro Silveira Botelho
Manuel Fragoso de Almeida
Marie Tourvel
Rita Ferro
João Paulo Cardoso
Luísa
João de Bragança

palavras ao vento


portadovento@sapo.pt

aragens


“Não sabendo que era impossível, foi lá e fez."

(Jean Cocteau)

portas da casa


Violinos no Telhado
Pastéis de Nada
As Letras da Sopa
O Eldorado
Nocturno
Delito de Opinião
Adeus, até ao meu regresso

Ventos recentes

Até sempre

Expresso do Oriente (3)

Expresso do Oriente (2)

Expresso do Oriente (1)

Vou ali...

Adivinhe quem foi jantar?

Intervalo

Semibreves

Pocket Classic (A Educaçã...

Coentros e rabanetes

Adivinhe quem vem jantar?

Moleskine

Lapsus Linguae

Semibreves

Sou sincera

Rosa dos Ventos

Livros



Seda e Aço


A Poesia é para comer


Gente do Sul

E tudo o vento levou

Perfil

Technorati Profile

Add to Technorati Favorites

Ventos do mundo

Ventos de Passagem


visitantes online

Subscrever feeds