Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

No arame

A vida é um arame sem rede.
A rede é um arame sem vida.

Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 02:34
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9 comentários:
De av a 2 de Fevereiro de 2008 às 00:55
Betty,
Obrigada. Claro que sabe muito bem um colchão que nos ampare as quedas, ou que nos acolha depois de algumas delas nos terem deixado partidos em bocados. Mas, sem ter pelo menos tentado o arame e todo o risco que ele envolve, é difícil apreciar devidamente o colchão... não lhe parece?

Bjs, volte sempre.
De betty boops a 1 de Fevereiro de 2008 às 23:48
'A vida é um arame sem rede', sem dúvida. A certeza da não-rede abaixo do nosso arame dá mais força para o caminho, mais coragem para o andar para a frente e até mais equilíbrio! Não quero com isto dizer que caminhemos sós, mas que são estas caminhadas aventureiras que nos levam mais longe, creio! Às vezes sabe bem termos mais do que uma rede, um colchão que nos recebe, mesmo depois de já termos caído... Não lhe parece?

Belo blogue, o seu!
Um beijinho
De av a 1 de Fevereiro de 2008 às 21:46
Para ti tb, Capitão.
De Capitão-Mor a 1 de Fevereiro de 2008 às 20:57
Ou um trapézio sem rede...
Bom fds!
De av a 1 de Fevereiro de 2008 às 18:24
Huck,
É isso mesmo: enquanto estamos sempre à procura de redes que nos protejam, a vida vai passando... e não volta.
Mas também, depois do magnífico jantar de ontem, estaria disposta a concordar contigo mesmo que dissesses o contrário!
Beijinhos
De Huckleberry Friend a 1 de Fevereiro de 2008 às 15:45
Gosto sempre destas curtas, Ana! A verdade é que vida há só uma, pelo menos no crer deste teu amigo. Pouco tempo para tudo o que desejamos, com a agravante de sermos peritos em desperdiçar algum - demasiado. Passar o que sobra dentro da rede? Thanks but no, thanks. Voar mais longe é possível. Com rede por baixo (não à volta) é mais seguro e, na maioria dos casos, preferível. Mas é melhor não estarmos sempre a olhar para ver se ela lá está. Beijinhos!
De av a 1 de Fevereiro de 2008 às 12:50
Miguel,
Bem respondido! Nem sempre é melhor o que é mais seguro (há que voar sem rede, às vezes, para se chegar mais longe), mas percebo o que queres dizer e tenho que concordar que o que dizes é verdade, na maior parte das vezes.

Manel,
Ora seja muito bem (re)aparecido, meu amigo! Onde tens andado, pode saber-se?

Quanto à tua questão: a conclusão não é o mais importante, para mim. Claro que posso dizer-te a minha, mas não me parece que seja isso o que mais interessa aqui. E ela pode ser diferente para cada um de nós, partindo das mesmas premissas. Acho que as perguntas são sempre mais importantes do que as respostas. Palpita-me que não respondi ao que querias saber... verdade?
De manuel teixeira a 1 de Fevereiro de 2008 às 11:34
Vá lá Ana. Donde concluis que...
É que a conclusão é que é o importante, minha linda.
De miguel a 1 de Fevereiro de 2008 às 08:19
...mas a vida não salva redes, enquanto as redes salvam vidas!!!

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