Sexta-feira, 10 de Agosto de 2007

Loiras


Um cego entra num bar, senta-se ao balcão e pede uma bebida. A bebida chega e, depois de algum tempo, diz bem alto:

- Vou contar uma piada de loiras!

Ao seu lado, uma voz feminina faz-se ouvir:

- Só porque és cego, vou fazer-te 5 avisos importantes, que precisas de saber antes de contar essa piada:

- 1.º - O barman é uma mulher loira.
- 2.º - O gerente é uma mulher loira.
- 3.º - Eu sou uma loira de 1, 75m e 90kg.
- 4.º - A mulher ao meu lado é uma loira profissional em Karate.
- 5.º - Do teu outro lado tens uma loira professora de Kung Fu.
Ainda queres contar a piada ?

O cego pensa um pouco e depois responde:

- Não... Deixa lá... Se vou ter de explicar 5 vezes, desisto....
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publicado por Ana Vidal às 09:03
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7 comentários:
De ana vidal a 12 de Agosto de 2007 às 00:03
E para que conste, brincadeiras e anedotas à parte, não tenho nada contra loiras. Acho-as tão burras ou tão inteligentes como as morenas, porque o que se passa debaixo do couro cabeludo não tem nada a ver com o que está por cima.
Tenho dito.
De ana vidal a 10 de Agosto de 2007 às 14:20
PS2: Quem é que falou em fuga (associada a ti), Cage?
De ana vidal a 10 de Agosto de 2007 às 14:15
Cage (provável e possível),

Pelo contrário, a tua até tinha mais piada do que a minha.
Mas piquei-te, e isso era tudo o que eu queria.
E com esta me vou.
Got you again, dear.

PS: 12 dedos? Humm...
De Cage Limiano a 10 de Agosto de 2007 às 14:03
Ana. Não sei se alguma vez fugi de uma loira. Não vejo razão, em todo o caso, para fugir agora à pronta argúcia de uma morena.

1. Equívoco. Percebeste mal. Culpa minha. Expliquei-me mal. Pelo contrário, arquivo tudo (ou quase tudo) menos anedotas sobre "loiras". As raras excepções só confirmam a regra.

2. A piada, que nem tem muita piada, não é minha. É uma das dezenas que me mandaram. Limitei-me a publicá-la, como publicaste a tua. "Loira", no contexto, é inevitável. É o mote, afinal de contas. A outra há-de ser, por isso, uma "mulher". Não mais que isto.

3. As minhas mãos têm, por junto, dez dedos. Ao contrário de um antigo jogador do Benfica que tinha, e tem, doze.

PS: Tenho que arranjar tempo para voltar atrás, ao "ouvido absoluto", ao Paul Simon e ao alegado plágio que te desgostou.
De ana vidal a 10 de Agosto de 2007 às 13:06
Pus-me a analisar a tua tese sobre o problema-não-problema (vê-se que hoje não tenho muito que fazer) e acho que te contradizes. Se não, explica-me:
1 - Porque é que arquivas lençóis de piadas sobre loiras, se as achas idiotas e injustas?
2 - Porque é que, na tua piada, chamas "loira" à loira e "mulher" à morena? (presumindo, claro, que a pergunta não é feita por outra loira...)
E então, quantos dedos tens na mão?
De ana vidal a 10 de Agosto de 2007 às 12:27
Got you, Cage.

E não duvides de que é verdade o que disse a loira da praia: elas têm mesmo um protector divino, porque é sabido que é das loiras o reino dos céus.
De Cage Limiano a 10 de Agosto de 2007 às 12:17
Dou por mim a pensar, quando a insónia me assalta, se alguma vez tive uma preferência óbvia e assumida por determinado tipo de mulheres. Loiras ou morenas, apenas para cingir as fronteiras do drama à tradicional dicotomia que, simultaneamente, aflige e excita o imaginário masculino (e o feminino, quantas vezes). Ou nem-uma-coisa-nem-outra, para evitar o cruel dilema. Não que as hipóteses de uma escolha rigorosa e coerente se fiquem por aí, mas, enfim, não compliquemos.
A dúvida, com evidentes conotações metafísicas, ocorre-me quando alguém, por qualquer razão que nunca alcanço totalmente, me faz a pergunta. Ou, de outra forma, a sugere. Como esta história postada de manhã, bem cedinho. Ou quando vejo uma bonita morena aloirar o cabelo.
Não, chego a pensar, conscientemente nunca tive uma preferência assumida e, sobretudo, estruturada. Uma tese, uma ideologia, digamos, para apoiar a resolução de um problema existencial. Logo, nunca a tive por loiras. Mas também nada me move contra elas. Neste aspecto, seguramente, a minha vida tem fluído. Sobra em diversidade, o que falta em coerência. Ao sabor. Das circunstâncias e do resto.
Por tudo isto, muito provavelmente, os dedos da minha mão sobram quando conto as histórias e dichotes sobre loiras que arquivo. Muitas nem leio. Das centenas que me enviam e que, juntas, já fazem um lençol de 244 folhas. Impróprias, regra geral, para blogs sérios, respeitados e respeitadores, como os que frequento...
Suponho que as acho injustas, movidas por uma qualquer dor-de-cotovelo, sei lá. Ou porque o problema, para mim, nunca foi problema.
Como não quero armar aos cucos, quer dizer, em raro, aqui deixo uma das pouquíssimas que encontrei (texto não editado):
"Uma loira está deitada na praia, com um bronzeado espectacular e, naturalmente, chama a atenção. Uma mulher interessada chega perto e pergunta:
- Por favor, qual o seu protector?
- São Francisco de Assis".

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