Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Sou sincera

Rita Ferro

 

Como se resiste a uma «mulher-mulher»?

 

Bell, numa cedência ao consumo

 

 Ainda sem papéis de relevo, Lake Bell é, na minha opinião,

uma das actrizes mais giras da actualidade.

Porquê? Talvez por ser de carne e osso e não de celulóide,

ser graficamente dotada, ter charme – que não se compra nem se opera - 

e uma voz irresistível.

Além disso, é feliz, espontânea e luminosa como uma miúda

e diabolicamente tentadora como toda a fêmea. 

A beleza corrompe?

A leveza pode ser um afrodisíaco?

O desejo ensina o que o homem ainda é?

Não, não vamos discutir isso,

mas responder com a isenção possível

a esta pergunta tão ociosa quanto gasta, irritante, pequeno-burguesa:

 

Haverá hipótese de alguma mulher,

 mesmo de qualidade,

estar sossegada com um exemplar destes

 rondando o seu homem?

 

1. Bell, entrando no Letterman

 

2. Bell, naturalmente em entrevista


 

 

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publicado por Ana Vidal às 07:30
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191 comentários:
De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 08:39
Pronto, já não me bastava a segunda-feira e agora tenho também de limpar a baba do Mister Mike à quarta?! Safa!
:-)))


Respondendo à pergunta, com toda a sinceridade: eu estaria :-)
No primeiro vídeo percebe-se a timidez corporal dela e no segundo que é uma pessoa afável, inteligente, atraente.
Ou seja, nada o género de mulher fatal ou, pior, e perdoem-me a expressão, da mulher "cabra" (risos).

Eu sinto-me atraída por várias mulheres e homens que considero bonitos e compreendo perfeitamente que se passe o mesmo com quem amo. O estar ou não "sossegada" tem que ver sobretudo com a postura de quem amamos e com a nossa capacidade de distinguir verdadeiros sinais de perigo de meros e naturais embevecimentos perante a beleza (risos).
Sou sincera, gostei verdadeiramente da Bell :-)
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 08:47
O Mike que se cuide! Você, Fugidia, é que é uma mulher fatal: nada menos sexy do que a insegurança e a desconfiança, não é? E dessa, ao que tudo indica, vc já se safou! Mas, sem querer provocar, não lhe parece que uma mulher assim, do género da Bell, «tão natural como a sua sede», é que é realmente fatal? Ou seja: sem os clichés gastos da vamp de boquilha e ar matador? Não sei, limito-me a perguntar: o eterno feminino do imaginário erótico masculino ainda permanecerá esse?
De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 10:31
Uma mulher dessas, "tão natural como a minha sede", é que me poderia interessar, fosse eu homem, Rita :-)
Mas como respondeu à Margarida, podemos sempre «perder» e «ganhar» (sublinho as aspas) na vontade que temos de seduzir, de encantar, de amar e sermos amados.
Que isso não signifique que a insegurança e a desconfiança não nos possam fazer vacilar: creio que nunca, pela vida fora, estaremos livres delas.
Temos é de conseguir encaixá-las e dominá-las.
E eu tenho mais dificuldade em fazê-lo quando tenho pela frente as outras mulheres de que falei acima, porque me dá vontade de lhes bater (risos abafados).
No caso da Bell, tá-se bem :-)
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 10:56
Dominar a insegurança e a desconfiança, além de sofrê-las, é pedir demais a um ser humano. Deve rebentar úlceras, multiplicar metástases, rebentar-nos com o amor próprio, despertar em nós, mais tarde ou mais cedo, a megera. Depois, há sempre mais belo do que nós, mais inteligente que nós, mais sexy que nós, mais novo e estimulante que nós. Mas ninguém coincide nos nossos genes, impressões digitais, filiação. Ou seja, como nós só nós. Enquanto soubermos o que valemos poderemos, então, estar tranquilas? Perde irreversivelmente quem nos perder?
De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 11:16
lol (credo!)

A minha resposta é não (às duas perguntas). Enquanto percebermos nos olhos de quem amamos que somos amadas, podemos estar tranquilas :-)
Quando e se deixarmos de ser amadas, é juntar os cacos, levantar e seguir caminho.
(ok, pode-se dar uma estaladona na "cabra" como uma amiga minha já fez: teve a "sorte" de parar, por mero acaso, atrás dela num semáforo e não foi de modas, zumba, já está! :-D)

De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 11:35
Correndo o risco de a cansar, Fugidia, pergunto indirectamente à sua amiga: mas porquê bater na «outra» se era com ele que «ela» tinha o compromisso? Não será uma forma de atribuir responsabilidades a terceiros, secundarizando as dele e até as dela? Responda só enquanto quiser, claro...

De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 11:43
Concordo inteiramente, Rita.
Aliás, se há coisa que me irrita é esta mania que temos de culpabilizar sempre a Outra, desresponsabilizando-nos e desresponsabilizando o "nosso homem".
Mas, enfim, compreendo perfeitamente aquele momento de... zumba (risos)
:-) :-) :-)
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 09:23
Se calhar é porque ainda nem tomei café, já corri para não perder o Metro, apanhei chuva apesar do giríssimo Pertegaz retráctil, tive der esponder a dois mails chatíssimos da hierarquia e só vou ter férias em Setembro, mas, francamene, nem é preciso um exemplar estrondoso destes...; os homens (hetero, bem entendido) perdem-se por um 'rabo-de-saia' qualquer uns patamares abaixo, basta que tenham os 'mínimos olímpicos'...
Ou como dizia um ex.namorado "a nós basta uma rabanada de vento".
Pois.
(vou beber café...)
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 09:34
«Perdem-se» ou perdem-nos, Margarida? Ou significará, no final, a mesma coisa? Ou perdem-nos para ganhar (ou nem sequer) ganhar outras? Ou, tratando-se de mulheres, ganham sempre qualquer coisa?
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 09:37
Haverá contradição em ralhar-lhes por não nos resistirem, trabalhando todas nós, de uma ou outra forma, nesse sentido? Em suma: os trunfos com que as outras lhes acenam não são os mesmos com que nós lhes acenámos?
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 09:44
... perdem-se.
Mesmo que temporariamente, andam em cículos abobalhados, como na Étoile, em Paris, onde, entrando, é moroso - e perigoso! - sair -.
A nós é raro perderem-nos. Temos o perdão geneticamente implantado (por isso acho que Deus é mais 'Pai' do que 'Mãe'...) e, mais choradeira ou menos cacos, deixamo-los ficar.
Até porque há escassez do género.
Bem sei que existem umas heroínas por aí que levantam bem alto a bandeira do "Mais vale só do que mal acompanhada!", mas essas tentam esquecer a verdade irrecusável de que 'Mais vale acompanhada do que só.'
Ponto.
Os homens são propensos aos devaneios. E às suas (in)consequências encolhem os ombros.
As mulheres gastam anos e fortunas a tentar 'estar à altura' de uns (tantas vezes) trastes com maus dentes e pior feitio, mas que se acham o 'supra sumo'.
Eles acreditam e nós convencemo-nos.
Não são precisas mulheres de nos deixarem também a nós um bocadinho perturbadas; se a empregada doméstica tiver menos de sessenta anos e não usar próteses, há uma forte possibilidade de o jogo de cartas noite fora com 'a malta' não corresponder bem ao figurino.
(... foi da chuva..., que má disposição hoje, livra! )

De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 10:42
Fiquei a pensar se o perdão se deveria à nossa generosidade rasgada ou ao cálculo da escassez do género :-)) E abençoada chuva! Mal comparado, Margarida, há quem diga que as mulheres só dizem a verdade quando estão histéricas :-)) De qualquer forma: quem a ler a frio pensará que vc é mais uma das que pensam que a mulher é um ser claramente superior ao homem, por ser mais sofrida, crítica, exigente consigo e até sacrificada; será que estamos perante um daqueles casos raros de alguém a assumir sem complexos essa superioridade ou, outra vez, apenas chateada por causa da chuva ou corrompida pela má fortuna da experiência pessoal? Desculpe a impertinência...
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 11:11
'Hiper-sensível', talvez... ('histérica' lembra sempre cabelo eriçado, esgares hediondos e um colete de forças...).
Não me apraz declarar-me superior seja a quem for. Sequer aos homens, que, são pestes por básicos a maior parte das vezes, mas excepcionais em alguns redutos.
Existem os que respeito, os que admiro, os que amo ao delírio,até. Apesar das limitações e de certas boçalidades. Coisinhas intelectuais, mais do que físicas.
Os homens são deliciosos.
Sempre almejei a 'mudar' um - nunca o consegui. Imagina-se o desafio? A 'pica'?
Ou nem é bem isso..., é mais ser a razão da 'mudança'..., aquilo do 'you make me be a better man'..., get it?!
Apesar dos pontapés, não desisto. Tenho momentos de profundíssimo desânimo, em que juro que vou para Carmelita descalça, mas lembro-me da minha alergia ao frio e das caixas de Aerius que precisaria, e recuo no intento.
Rosno (aprendo muito com as minhas cadelas) e fico firme, a olhar de soslaio os espéciemes que se cruzam comigo pelas encruzilhadas da vida.
Ocasionalmente repito baixinho:"eu não tenho sorte, arre!", mas fica só entre mim e os meus botões.
Ou então desabafo com quem não consegue escapar à prédica:"Isto é demais! Só posso ter jogado pedra na cruz! "Rogaram-me uma praga!".
Mas passa.
E volta.
É cíclico.
Na verdade, a exigência é uma treta que nos deixa quase sem saída. Vejamos bem: quantas criaturas masculinas com neurónios a par de coração e alma existem neste mundo de Deus?
Raras.
Escassíssimas
Deviam até fazer um programa especial do National Geographic a propósito!
(Não há para os ursos polares? Então?!:::)
Repetem-me entediantemente: "Colocaste a fasquia demasiado alta...".
Eu?!
Eu?!...
Ou o pessoal anda a rastejar demais?
Hmmmm..., já me passaram pelos dedos e pelo coração seres magníficos.
O problema é o verbo: 'passar'.
A esta altura do campeonato 'ficar' era tão mais saboroso...
Mas, como na culinária e nas massagens, quiçá tenha "perdido a mão"...
Sim, querida e admirável Rita (longa vénia, msmo com hérnia discal em L4-L5), isto é um misto de 'claramente superior' - sem modéstias - sofrimento reiterado, auto-crítica e reclamação em geral, balanço entre alegria por chover e não ter de regar ao fim do dia e a maçada de ter tudo encharcado, a começar pelas sandálias (ninguém está contente com a vida que tem, credo!) e totalmente "corrompida pela má fortuna - eis uma belíssima e eloquente expressão! - da 'experiência pessoal'.
Não é nada impertinente e, se fosse, isso não tinha importância alguma.

De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 11:42
Errata urgente: «histérica» não se referia a si, EVIDENTEMENTE, mas a uma expressão conhecida que me pareceu ilustrar com humor o seu estado de espírito! Vénia dupla para si, Margarida, embora com bicos de papagaios berrando em algazarra neste meu dorso dactilolesado...
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 11:51
Esteja à vontade! Pode escrever o que lhe der na bolha, que nunca levaria a ponto de beicinho, homessa!
Essa passarada domina-se com Brufen...
De rita ferro a 24 de Julho de 2009 às 11:26
Too late, I' m afraid: talvez já só mesmo com suicídio!
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 11:06
Querida Margarida,

com ou sem chuva, pelas suas palavras mais uma vez se comprova que é impossível haver lucidez sem uma ponta de amargura, ou vice versa. Mas as mulheres corajosas e sem papas na língua não são, necessariamente, bruxas vingativas com a mania da superioridade ou que odiam homens. São só, muitas vezes - e acho que é o seu caso - pessoas que vêm a vida sem filtros cor-de-rosa e a aceitam assim, mesmo que essa visão seja fruto do duro ensinamento de experiências dolorosas.

Um beijo, guerreira à chuva!
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 11:19
Nem mais!
E aproveito para declarar que aqueles romances cor-de-rosa, a começar na Corin Tellado e a acabar nas 'Biancas', 'Sabrinas' 'Julias' e afins, deviam ser queimados.
Essas coisas são tremendas para criaturas propoensas ao disparate.
e deixam raízes absolutamente idiotas, quer se negue, quer não.
Antes delas, já a Branca de Neve e a Cinderela haviam devastado criancinhas susceptíveis.
Há lá príncipies encantados, sô!
...
Não. As mulheres não são 'bruxas vingativas'. Nem mesmo aquelas que as vezes imaginamos serem-no.
São pessoas magoadas. Cansadas. Tristes. e sós.
Há muito tipo de solidão, como sabemos...
As mulheres adorarão sempre os homens e quererão sempre o seu bem - quantas vezes em detrimento do delas próprias!
Amar magoa.
Amar muito, pode destruir.

De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 11:22
Tenho estado a lê-la com um sorriso rasgado, margarida.
Mas as últimas duas frases obrigam-me a perguntar: isso não será o amor não correspondido?
:-)
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 11:27
Yep!
"Tout court"!
... aliás... 'amores não correspondidos' em catadupa!
Mas um, aquele, sim, aquele, o tal, foi fatal...
Damn!
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 11:29
Pelo menos não lhe levou o sentido de humor, haja Deus! :-)
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 11:33
Não! isso mesmo! Pelo contrário, é de tal forma genial que me incita a aprimorar-me intelectualmente...
Adoro-o. Apesar de tudo.
Não consigo resitir à inteligência aliada a um discretíssimo charme rural - isso existe pois; não vou esmiuçar, perdoem... -
Adoro-o muitíssimo, ao meu genial pensador.
Que chatice...
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 11:41
Malgré tout? Ah, leoa... ;-)
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 11:56
... não é?!
Às vezes acho que 'não existo'...
Não é normal, querer tanto bem a alguém que..., bem, pronto.
Mas ele é um DEUS!!!!
Ai, boboca de rapariga, assim não vais lá!...
Sou muito susceptível a neurónios, essa é que é essa...
Por alguma razão sempre gostei de homens menos bonitos (pronto, a palavra certa é mesmo feios), ms a esbanjar um 'je ne sais quoi', um charme, uma 'electricidade'...
Ai...
Coisas passadas, estas, que o tema de hoje - a despropósito, até - veio exumar...
Ele.
Versão minha do 'She' do Aznavour, conhecem?
Assim mesmo, passe o tempo que passar, suceda o que suceder, venha quem vier.
Ele será sempre a 'grande paixão'.
Ainda bem que não lê este tipo de blogues.
Mas ele sabe.
E ela também.
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:22
Chamar Deus a um homem é o Novo Testamento em versão amorosa, Margarida! Mantém a palavra ou quer repensar? LOL
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 12:28
E desde quando os enamorados têm juízo?!
'deus' é isso; coisa minusculamente desmesurada.
eu sei bem das limitações..., das alhas, das faltas e dos erros.
E gosto na mesma.
E é 'supremo', mesmo assim.
Passaram-se meses e meses e meses e...
E já o adorava anos antes de o conhecer.
Em tempos que nem imaginava vê-lo, quanto mais... o resto!
"O resto" foi a humanização desse 'olimpo' e a sedimentação do afecto profundo.
Admiração, respeito, carinho e desejo.
E raiva.
Que belo composto alquímico, não!?
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:49
Tchhhhh..... Não o conquistes nunca, não? Transforma-se em sal. Sabes disso, não sabes?
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 13:00
Conquistei.
Amei.
Fui amada.
Levitei e nunca me arrependerei de nada.
Transformou-se em nuvem.
Uma forma salina de ser.
(obrigada pelo conselho, mas nunca o poderia seguir..., mesmo que tivesse sido a tempo. Inevitabilidades factuais. A força do destino. O desvario da paixão, ah, tudo junto, fazer o quê?!... Há lá juízo, quanto mais razão...)
Paga-se tudo.
Sobretudo o belo e o bom.
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 13:06
Não entendeste: tiveste-o, gozaste-o, mas ele partiu e transformou-se em nuvem. Isso significa que não o conquistaste realmente. Por isso podes continuar a amá-lo desvairadamente como ainda fazes. Fiz-me entender?
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 13:12
Shimmmmmmm...
é verdade...
não conquistei de facto.
isso devasta!
Hmmmm
Fica guardadinho nas memórias e lateja nas veias, mas não passa de recordação, de facto...
Que seja tão feliz quanto o desejo para mim.
Nunca desejei nada além disso.
E assim é que é, se realmente queremos bem a alguém.
Não é treta: é facto.
O resto são orgulhos feridos e coisas mal resolvidas.
Ou desamores ferozes.
Ou equívocos.
Amar é, por definição, querer bem.
Por isso, quando o leio sorrios empre e é um reencontro.
Está comigo e nem sabe.
"é meu", de uma forma... minha.



De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 13:52
Vitória, Margarida! Nada há pior do que o azedume! E creio que compreendeste bem o Amor, é mesmo isso! Palmas para a Margarida, que sabe amar! Beijos e abraços e mimos, merece todos :-))
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 13:56


..ó pra vocês:

http://criativemo-nos.blogspot.com/2009/07/rita-ferro-e-ana-vidal.html

Para acompanhar o cafézito da tarde, como se fosse um macaron musical...

Vive l'amour!
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 14:02
Já lá fui, obrigada pela ternura! Ah, é verdade, e percebi tudo!! LOL
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 14:55
Clap, clap, clap.
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 15:16
'Tás-me a gozar, ó Ana??? LOL
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 16:45
Nada disso... tou a bater palmas à Margarida, que as merece! :-)
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 17:45
Ahhhh....
De mike a 22 de Julho de 2009 às 19:06
Ela está a gozar-te, Rita!
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 19:09
Será? Tu queres ver...
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 12:56
Tudo o que há de mais estimulante, lá isso é verdade! A raiva é um ingrediente perigoso, bem sei, mas tem a virtude (ou o veneno) de manter viva a chama.

Engraçado... disseram-me isso há poucos dias ("amava-te antes de te conhecer") e foi das frases mais bonitas que alguma vez ouvi. Com um homem que nos diz coisas destas, quem é que quer saber dos galãs de cinema??
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 13:02
Amei anos, antes de conhecer.
E ficaria feliz assim.
Mas a sua teimosia e depois, aquela garotice que os infantes sempre esbanjam...
Brincar com o fogo!
Queimamo-nos.
Foi um lindo incêndio, porém!
Aleluia!

De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 11:39


Pois, esses são terríveis... e a inteligência aliada ao charme... aiiiiiii




Rita, da próxima pergunte aos homens se ficariam sossegados com um determinado exemplar.
O meu pirata, por exemplo, bem pode roer as unhas com um Clint Eastwood, um Reynaldo Gianechinni ou um Pierce Brosnan and so on...
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 11:44
Ora, Fugi, com esses podem eles bem... o pior são os possíveis, os que nos estão próximos.
Já agora, o que pensa o pirata disto? looool
De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 11:49
Ora essa, ana, a Bell é tão possível quanto o Clint Eastwood.
Ou menos, que eu sei lá se o meu pirata gosta da Bell quanto eu do Clint!
De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 11:53
O que pensa ele? creio que já tem as unhas meio roídas... (ele diz que não são roídas, claro)
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 11:57
Tens razão, claro. Para ambos, o perigo está nas Bells e nos Clints que há por aí à solta, muitas vezes sem metade dos atributos óbvios mas com outros talentos ocultos... ;-)
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 11:45
Perguntarei, claro, mas de outra forma: certas mulheres são corruptíveis por detalhes bem mais exigentes e sofisticados do que a beleza ou o sex-appeal. Concorda?
De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 11:52
Claro. Sem dúvida.
Mas também por um "detalhe" igual ao deles: cama.
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:55
Hummmm... E aquela frase que sustenta «Os homens dão amor para ter sexo, as mulheres dão sexo para terem amor»? Fará algum sentido?
De mike a 22 de Julho de 2009 às 19:27
Já fez. O que continua a fazer sentido é: para os homens basta haver cama para estar tudo bem, para as mulheres é preciso estar tudo bem para haver cama. Concordas?
De fugidia a 22 de Julho de 2009 às 20:16
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 20:35
Com a segunda concordo, com a primeira... enfim: se queres representar o teu género, tu lá sabes. MAS QUE INDIGÊNCIA, MIKE!!!
De mike a 22 de Julho de 2009 às 21:19
Pronto, lá está... a verdade custa sempre a ouvir (ou a ler, neste caso)... (risos)
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:08
Concordo em absoluto, Margarida! A culpa de muita da nossa frustração vem desse romantismo folhetinesco e dos príncipes encantados! (Não podemos gritar MORTE À CORIN TELLADO porque morreu no outro dia, que horror, que mau gosto...) E o que nos encanta são os príncipes ou a nossa capacidade de os encantar? Os homens cada vez mais belos ou cobiçados ou o nosso talento de conquistar o sempre mais belo e raro?
De Margarida a 22 de Julho de 2009 às 12:19
Nenhuma das duas.
Apenas crer-se na magia.
O encantamento da química, do 'plim', do encaixe das peças do puzzle e... ser connosco!
Wow!
É um deslumbramento...
Levita-se. Ouvem-se pássaros, sentem-se borboletas, respira-se maresia em plena planície, tocam sinos da Toscânia ao pé da casa no meio do Douro.
O mundo tranfigura-se e lateja apenas uma certeza: ama-se.
Isso faz mais falta até do que ser-se amado.
É o impulso para viver. A condição suprema da luta diária. A razão de existirmos.
Amar outro.
Amar bem. E, assim sendo, até se aceita que não nos amem da mesma forma.
É uma resignação pacificada.
...
(que divergência do tema, hein?!... Isto sabe-se como começa mas nunca se sabe como acaba...e..., 'pérái! onde é que eu já li isto?!...)
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 11:28
errata: odeiam
De Jorge Antunes a 22 de Julho de 2009 às 10:54
Olhe, Rita Ferro.
Com senhoras deste calibre (embora não ache que seja de extasiar) ninguém está a salvo, nem mesmo o mais empedernido. E para alguns homens, o facto de ela não ser o prototipo de mulher fatal, sedutora e insinuante pode ser mais perigoso ainda.
Acredito que em muitos casos não há pensamentos maus, o que há é acções más. Nenhum homem no seu perfeito juizo evitará uma pequena fantasia com jovens destas.
Mas há a noção de perspectiva, do ridículo, do bom senso, do respeito, do duradouro. Muitas vezes é isso que impede alguma senilidade...
Acha que estou demasiado sério para um dia de Verão, Rita Ferro?
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 10:58
Nem por sombras, Jorge Antunes! Até já se permitiu a uma pequena fantasia com a Lake Bell, acabou de o confessar! LOL
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 11:15
A resposta à tua pergunta, curta e seca? Não. Cada criatura destas "rings a Bell" em nós, não é?
Os homens são - nesse capítulo - eternas crianças, e uma mulher destas é um brinquedo irrecusável. Depois há a duração e as consequências do delírio, mas isso já são outros quinhentos e não é coisa que os atormente no momento da cegueira.
Se nós devemos ou queremos perdoar? Depende. Cada caso é um caso, embora o padrão seja comum.
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:18
E as mulheres perdoam realmente, Ana? Ou anotam num caderninho mental e respondem à letra, em caso de recaída?
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 12:38
Ou, mesmo sem recaída, as anotações do caderninho mental "saltam" como argumento numa discussão mais acesa? Sei lá, Rita, sei lá. Somos humanas, não deusas... e até a Bell o fará com o seu homem, por outra Bell qualquer.

Vamos navegando, todos nós. Mesmo sem costa à vista e sem bússola muitas vezes, contando só com o instinto e a experiência para evitar os baixios. Mas navegar é preciso, não é? Eu gosto, pelo menos. :-)
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:45
Sem bússula, tens razão, Ana. Nós e eles. Nesse aspecto são até mais intrépidos do que nós: tanto a nossa astronomia como a nossa metereologia são bem mais herméticas, concordas? Vê-se que navegam na mais completa escuridão, muitas vezes, sem a luz do luar a ajudá-los, ao menos...

Porque a lua é mulher e cúmplice e não lhes facilita a vida?
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 13:01
É verdade, eles têm a tarefa muito mais dificultada do que nós. Será por isso que são tão atreitos a naufrágios? lol
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 13:03
Não. Isso é porque nas ilhas aonde vão parar há sempre nativas em topless...
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 13:10
Raios... resta-nos a consolação de cheirarmos melhor do que elas e de termos mais cuidado com a depilação. Fraco consolo?
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 13:47
Fraquíssimo. Olha o Marlon Brando. Nunca mais quis saber de Lake Bell's :-)))
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 14:06
Pois... mas esse acabou mal, coitado.
De mike a 22 de Julho de 2009 às 19:10
Claaaaro! Rita, quanta sabedoria... ;)
De Dulce a 22 de Julho de 2009 às 11:37
Não há mulher que SE AME, que seja infeliz ou deixe de fazer o outro feliz.
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 11:47
Dulce, Dulce... isso é muito rotundo, muito taxativo! A vida não é tão fácil como isso. Se fosse assim tão simples, a felicidade permanente não seria uma utopia ou um privilégio reservado aos inconscientes... ;-)
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:01
(Também me parece um pouquinho optimista, Dulce; embora quem acredite nisso já tenha alguma vantagem sobre as outras...)

Mas chegou talvez o momento de fazer uma pergunta desestabilizadora: o que significa essa história de nos amarmos? Eu amo-me, sim, mas com reservas! Por vezes confesso que já não me posso ver à frente! Falamos da previsibilidade dos cônjuges e da corrosão da rotina e do desgaste dos anos; e daquele que sofremos em relação a nós mesmos? Não contam? Viver connosco também é penoso ou não? Pode ser monótono, repetitivo, asfixiante e até castrador! Gosto, talvez, mas tem dias! E vou mais longe: é-me talvez mais fácil amar os outros, a diferença, a novidade - mas tenho que pensar nisto melhor, muito melhor - do que a mim, diária, inescapável, indeclinavelmente! Se eu me amo? Sei lá! Terei alguma admiração por mim, algum repeito, algum apreço, e por vezes até consigo achar-me graça; mas coexistir com as minhas batotas, as minhas pequenas corrupções diárias, as minhas limitações, as minhas preguiças, os meus bloqueios, as minhas imperfeições, os meus medos, vendo por vezes que pouco progrido, é desprezível e deprimente! Por outro lado, já vivo comigo há meio século - na mesma casa, no mesmo corpo, respirando o mesmo ar! - e começo a estar saturada, caraças!
De Dulce a 22 de Julho de 2009 às 12:23
Rita
É exatamente na ultima frase sua que diz tudo "Por outro lado, já vivo comigo há meio século - na mesma casa, no mesmo corpo, respirando o mesmo ar! - e começo a estar saturada, caraças!". Vc não repira o mesmo ar. Ele é novo a cada segundo!
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:39
Nesse sentido reconheço-lhe toda a razão, querida Dulce. Mas há um espaço vital «dentro» da alma que eu e eu comungamos há tempo demais... Entende meu ponto?
De Nuno Martins a 22 de Julho de 2009 às 12:08
Olá Rita...
Vi recentemente um filme de comédia em que a Lake Bell foi protagonista juntamente com a Eva Longoria chamado "Over Her Dead Body", e não lhe achei grande piada.
Se há coisa que os homens gostam de fazer e eu em particular, é fantasiar com esta ou aquela mulher, vermo-nos na hipotética posição de a termos a nosso lado e na compatibilidade que entre ambos, possa existir. Fazemo-lo com actrizes, cantoras, modelos e às vezes até com as vizinhas do lugar onde vivemos... Garanto-lhe que assim é e o homem que disser o contrário, estará decerto a mentir. No meu caso e como já disse anteriormente, não me "vi" com ela e muito menos com a Eva Longoria. Para mim, existe uma coisa engraçada e que gosto muito de dizer, que é uma espécie de "je ne sais quoi", ou seja, não precisa de ser uma grande "bomba" ou um valente mulheraço para me atrair, havendo porém ali qualquer "algo" que me faz despertar desde logo. Não vou ser cínico ao ponto de dizer que deitaria a Lake Bell fora, até porque as hormonas estão cá, mas há ali qualquer coisa que não me chama e que teria de ser aprofundado para me levar a envolver com um exemplar destes. Por exemplo, mais perigoso seria para mim, poder sentir a Jodie Foster ou a Catherine Zeta-Jones por perto...
NM
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:15
Je ne sais pas ton je ne sais quois mais je sais de que tu parles...
De Nuno Martins a 22 de Julho de 2009 às 12:19
Ainda bem :))))
É sinal de que fui compreendido :)))
NM
De Dulce a 22 de Julho de 2009 às 12:08
E quem disse que é fácil AMAR-SE? Amar os outros é muito mais fácil,mas menos´auto benéfico. É quase que um preenchimento do nosso pouco "auto amor".
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:25
Sim, claro, Dulce, tem razão. Mas fiquei a pensar nessa palavra estranha para mim: auto amor. Leio-a mal, talvez; mais como o amor amar-se a si mesmo do que uma pessoa amar-se :-))
De José António Barreiros a 22 de Julho de 2009 às 12:24
Porque é que eu, sendo sincero, sinto não ter nada a ver com o mundo que torna esta criatura possível? Talvez pela primeira foto da mesma em pose consumível! Perdoem-me se pareço rude, sendo verdadeiro. Disse.
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:36
Meninas, tragam as câmaras, lancem foguetes, gravem nos espíritos! Eis um homem com largo direito à designação e, contudo, não contaminado pelo esterótipo!

E não me venham dizer que não há excepções!

(Mas, a avaliar pela opinião do Jorge Antunes, que não se deixou «extasiar» pela Bell, e pela do Nuno Martins, que prefere a beleza áspera e a pronúncia rural da Jodie Foster, o exemplo que escolhi nem sequer é susceptível de inflamar a falange masculina - mea culpa!)

E rude duvido, JAB, não lhe conhecemos essa inclinação :-))
De Ana Vidal a 22 de Julho de 2009 às 12:43
Não erraste no estereótipo, a verdade é que há mais do que um. Mas há sempre alguém que pode corromper alguém passível de ser corrompido, mesmo que o corpo do delito não seja... o corpo.
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 12:46
Hélas!
De agenor a 22 de Julho de 2009 às 14:32
A miúda é gira :-)

De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 15:14
A miúda é fogo :-))
De Luis Filipe Pinheiro a 22 de Julho de 2009 às 15:28
Rita, mais devagar!
A mim esta Bell fala-me muito ao galante! Gostos não se discutem, é o que vale!

Desculpem lá, mas aquela dimensão física, a maneira como corta o espaço quando anda ou se mexe, o sorriso, a expressão espontânea quando se exprime, as suas pernas, etc., etc., fazem dela um estupendo exemplar do género feminino!
Quanto à discussão, ela é entre mulheres e está a divertir-me imenso!

Quanto à hipótese de eu claudicar, perante a hipotética situação altamente improvável “de ter um exemplar destes a rondar-me” a porta, acho que dependeria de muita coisa: Química, etc. Mas essencialmente da qualidade e da fase da relação que tivesse na altura
Um beijo
De rita ferro a 22 de Julho de 2009 às 18:01
Olá, Luís Filipe! Independentemente dos gostos de cada um, detenho-me na secção final da sua resposta, percebendo que a sua resistência perante a tentação de uma mulher destas, digamos que fabulosa, dependeria «essencialmente da qualidade e da fase da relação» que estivesse a ter com outra. Uma questão inquietante para toda a mulher - e para todo o homem, uma vez que é invertivel - é se, mesmo em abundância e em qualidade afectiva, o par pode arriscar a sua felicidade numa proposta ilusória, por questões de fantasia de ego ou obediência a instintos primários. É claro que intuímos a resposta, mas o objectivo talvez seja apenas o de polemizar uma matéria velha, à luz de novas perspectivas...
De Luis Filipe Pinheiro a 22 de Julho de 2009 às 19:27
Rita,
Sim, de facto tens razão! A realidade é muitas vezes inquietante…
Mas referia-me a uma hipotética situação em que houvesse à partida química e desejo mutuo de se envolverem, o que é muito diferente de avançar por “questões de fantasia de ego ou obediência a instintos primários”. Se a situação do par é de “ abundância e qualidade afectiva”,
então a relação deverá estar numa situação em que a ninguém compensa arriscar, e era a isso que me referia.
Muitas mulheres têm uma ideia estereotipada dos homens: Uns alarves garanhões cujo cérebro
paralisa à primeira visão de umas ancas bem torneadas! Mas a verdade é que muitos não são assim!
O que seria se todos os homens estivessem sempre dispostos a envolver-se com todas as mulheres que os atraíssem? Não, um homem também sabe escolher, pesar e saber se lhe compensa. Decidir envolver-se é uma coisa de outro patamar e é preciso mais requisitos, nomeadamente no campo afectivo, no que toca tanto à candidata como à sua companheira (a não ser que se tenha vinte anos claro!).
Claro que fraquejar fraquejamos todos, mas isso é ainda outra questão! E também te digo que quanto a fraquejos eu conto quase tantas mulheres como homens!
Um beijo
De rita ferro a 23 de Julho de 2009 às 07:48
Será, Luís Filipe? Que as mulheres estão já tão volúveis e voláteis como os homens? Honestamente, comparando homens e mulheres de bom nível - chamemos-lhe assim - não me parece. Pode haver mil motivos sociais e sociológicos a segurar as mulheres ainda, mas faltará ainda muito para o panorama se equilibrar. Enfim: espero que nunca venha a equilibrar-se nesse patamar, pois então o equilíbrio significará total desequilíbrio :-))

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