Sábado, 18 de Abril de 2009

Claves de Sempre

Manuel Fragoso de Almeida

 

Aqui fica uma canção que muitas vezes cantávamos na praia,  nas chouriçadas que duravam até às tantas da manhã, no período conturbado em que começávamos a ver chegar, perigosamente, o momento de irmos para a tropa. O que naquele tempo significava, invariavelmente, ir para a guerra do Ultramar.

 

Esta canção foi escrita nos anos 50, significando um apelo à deserção por parte dos jovens franceses que não desejavam participar na guerra da Argélia.

 

É um outro lado…  que nos leva a pensar e que sempre se manterá actual.

 

 

Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 11:30
link do post
5 comentários:
De Ana Vidal a 18 de Abril de 2009 às 12:28
Pessoalmente, prefiro a interpretação do Reggianni. Mas a força do poema e a beleza da melodia estão aqui também. Lembro-me muito bem de como esta canção embalou os meus ideais de juventude, ainda muito indefinidos e, sobretudo, muito proibidos. Bem lembrado, Manecas.
De Manecas a 18 de Abril de 2009 às 18:23
Mais uma vez estamos de acordo, Aninhas.

Eu também gosto mais desta canção interpretada pelo Serge Reggianni, mas não a consegui encontrar...

A letra, é agora mais leve, mesmo assim.

Na altura, com um contexto de valores acerrimamente defendidos em termos da nossa educação, era complicado de equacionar...

Beijinhos!
De Luísa a 18 de Abril de 2009 às 14:11
Lembro-me bem desta música, Manecas, mas penso que, na altura, ainda não tinha despertos os meus instintos contestatários (foi um despertar tardio) e não devo ter atribuído especial alcance à letra. Não sei por que é que sempre tendi a desvalorizar as letras nas músicas, chegando a acontecer-me decorá-las (para facilitar o trauteio da melodia) sem mesmo as perceber. :-)
De Manecas a 18 de Abril de 2009 às 18:28
Sempre convivi na minha juventude com diferentes grupos e alguns eram muito heterogéneos em termos de opções, e isso facilita agora não tanto o meu saber (bem curto por sinal...) mas a sabedoria que me vai chegando depois dos 50...

Há por issso letras de intervenção, que me ficaram na memória...

Bjs
De JuliaML a 20 de Abril de 2009 às 11:33
uma delícia voltar a ouvir isto!



Comentar post

brisas, nortadas e furacões, por


Ana Vidal
Pedro Silveira Botelho
Manuel Fragoso de Almeida
Marie Tourvel
Rita Ferro
João Paulo Cardoso
Luísa
João de Bragança

palavras ao vento


portadovento@sapo.pt

aragens


“Não sabendo que era impossível, foi lá e fez."

(Jean Cocteau)

portas da casa


Violinos no Telhado
Pastéis de Nada
As Letras da Sopa
O Eldorado
Nocturno
Delito de Opinião
Adeus, até ao meu regresso

Ventos recentes

Até sempre

Expresso do Oriente (3)

Expresso do Oriente (2)

Expresso do Oriente (1)

Vou ali...

Adivinhe quem foi jantar?

Intervalo

Semibreves

Pocket Classic (A Educaçã...

Coentros e rabanetes

Adivinhe quem vem jantar?

Moleskine

Lapsus Linguae

Semibreves

Sou sincera

Rosa dos Ventos

Livros



Seda e Aço


A Poesia é para comer


Gente do Sul

E tudo o vento levou

Perfil

Technorati Profile

Add to Technorati Favorites

Ventos do mundo

Ventos de Passagem


visitantes online

Subscrever feeds