Sábado, 4 de Abril de 2009

Momentos cor-de-rosa

Hoje, aviso, a coisa é séria. Os mais sensíveis que se preparem, é muito provável que una furtiva lacrima vos escape e vá depositar-se no teclado, delicadamente. É que este filho do "re-que-luso" comove até o mais empedernido coração. Ó gente de pouca fé, vamos com ele até à liberdade?

 

 

(Nota: Pede-se aos menos persistentes que não desistam a meio, porque serão brindados, lá mais para o fim, com um momento ao melhor estilo de João Villaret)

publicado por Ana Vidal às 11:44
link do post
17 comentários:
De Si a 4 de Abril de 2009 às 12:29
Não vá sem resposta:
http://www.youtube.com/watch?v=_piSc0NMKGk

com mais requintes de malvadez:
http://www.youtube.com/watch?v=1dkAqJYhI4E

O autor/cantor/poeta/emigrante/himself
http://www.graciano-saga.portais.ws/

Não perca nenhum detalhe e sinta-se inspirada para outros momentos cor de rosa, cor de lençois encharcados de 'furtivi lacrimi'...
De Ana Vidal a 4 de Abril de 2009 às 14:46
Obrigada, Si. Estes contributos são inestimáveis!
Um beijo :-)
De fugidia a 4 de Abril de 2009 às 13:09
:-)
De Teresa a 4 de Abril de 2009 às 14:22
Tu já percebeste que eu tenho fascínio por coisas destas.

Este Júlio Miguel deixou-me à beira da síncope, nem posso imaginar se a Lêninha (com acento circunflexo) também tivesse entrado.

Diz-me com franqueza: ainda é pior do que o Recado a John Lennon (Ei Tu), não é?

C R E D O !

E agora, claro, vou espreitar as sugestões da Si!
De Ana Vidal a 4 de Abril de 2009 às 14:32
Ei, Tu

A Lêninha deve ter ido à casa-de-bânho enquanto cantava o Júlio Miguel. Distraiu-se, coitadinha. Só assim se justifica a ausência depois do anúncio de capa. Ou então só entra nas "alegrias", e os "sentimentos" são com ele.

As sugestões da Si são pungentes e incontornáveis. Cá virão parar, claro. Mas temos de ir forrando a alma para tão duros golpes...

:-)
De Teresa a 4 de Abril de 2009 às 14:25
Ah! Já conhecia, o Luís do Ié-Ié até me mandou o mp3, para abrilhantar a minha pasta Pérolas do Kitsch.


Ó iAna... tu lembras-te do Nelson Ned?... ;)
De Ana Vidal a 4 de Abril de 2009 às 14:33
Claro... como esquecer esse gigante da música???
De Meloes a 4 de Abril de 2009 às 16:00
Ja conhecia, mas nao deixo de achar fabulo. "O meu pai esta repeso! Uma perola. E o milagre da multiplicacao das silabas. E o "recluso", e o "bem" e o "perdao".
E a declamacao tao sentida. Com tanta perola fazemos um colar digno de uma princesa.
Beijos
De Pedro Barbosa Pinto a 4 de Abril de 2009 às 16:22
Aguentei até ao fim, e a Ana desta vez nem precisava de acenar com a cenourinha do João Villaret. Aliás, a voz de cana rachada do puto, nunca permitiria que este "menino de seu pai", pudesse aproximar-se sequer do "menino de sua mãe" Pessoano, dito pelo Mestre!

Mas os primeiros versos abriram-me um sorriso de orelha a orelha e deixei-me deliciar até ao fim a imaginar isto daqui a uns mesitos cantado por um filho do nosso 1º Ministro :-)

Um beijinho
De Ana Vidal a 4 de Abril de 2009 às 20:54
Essa é forte, Pedro... por muito que eu não goste do nosso sucedâneo de filósofo grego, tenho pena dos filhos dele, se isso acontecer.

Beijo
De Pedro Barbosa Pinto a 4 de Abril de 2009 às 22:19
Seriamos dois com pena dos filhos dele, Ana!

E como prova, just in case, contribuo desde já com uns versinhos para a versão deles caso algo venha a acontecer:

Meu pai, tu eras ministro
Mas enganaste o povo!
Pode até parecer sinistro,
Mas agora o que registro,
É que tens um "andar" novo.

O Fripó foi um banquete
Deixou muita gente louca!
Agora comes cacete,
E se te cai o sabonete,
Não o comes pela boca!

Lálarálará lará lá
Lálarálará lará lá
De Ana Vidal a 4 de Abril de 2009 às 22:28
Jesus Christ!! LOL

De Luísa a 4 de Abril de 2009 às 23:38
:-)))))))
De Luísa a 4 de Abril de 2009 às 18:18
Ana, não resisto a manifestações afectivas e situações de separação (involuntária) entre pais e filhos. A lágrima assomou, furtivamente, mas foi possível contê-la. É bonito este hino de amor e lealdade filiais a um recluso, que foi condenado pela insignificância de ser «intruso», mas que é suficientemente responsável (ele e a família) para aceitar o castigo e para o levar, com o espírito certo da regeneração, até ao fim. Um exemplo para muitos. ;-)
P.S.: Neste seu momento cor-de-rosa vejo mais os tons plúmbeos da intensa borrasca sentimental, Ana. :-D
De Ana Vidal a 4 de Abril de 2009 às 20:55
É verdade, Luísa, este cor-de-rosa está muito adulterado... :-)
De Pedro a 4 de Abril de 2009 às 21:39
Isto é tão bom e não ouvia há tempos! É uma verdadeira pérola (barroca, claro está!)
De Ana Vidal a 4 de Abril de 2009 às 22:28
É mais... barraca, Pedro. :-)

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