Quinta-feira, 5 de Março de 2009

Ventos Amigos (32)


 

entre rios

nasceu

 

doce, manso

de ornato verbo

 

pressagiava-redimia

encantava-prometia

 

a porta que abriu

deixou em chamas

 

da sua passagem

restou o vento

 

Texto enviado por: Margarida Pereira

 

Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 18:00
link do post
4 comentários:
De Ana Vidal a 5 de Março de 2009 às 19:17
Obrigada, Maggie, pelo contributo de altíssima qualidade. Como seria de esperar.
Um beijo :-)
De Margarida a 5 de Março de 2009 às 19:31
Ana, e o que já 'discutimos' este tema (à exaustão)! Melhor o outro. O mote. Os amores. E o que nos fazemos mutuamente. Nós e os doidos 'eles'.
E há lá tema mais enebriante?
Não há.
Beijos pela sua doce generosidade.
E paciência.
De Manecas a 5 de Março de 2009 às 23:22
Muitos parabens Margarida!

Excelente!

1 Bj
De Margarida a 6 de Março de 2009 às 12:09
merci...

Comentar post

brisas, nortadas e furacões, por


Ana Vidal
Pedro Silveira Botelho
Manuel Fragoso de Almeida
Marie Tourvel
Rita Ferro
João Paulo Cardoso
Luísa
João de Bragança

palavras ao vento


portadovento@sapo.pt

aragens


“Não sabendo que era impossível, foi lá e fez."

(Jean Cocteau)

portas da casa


Violinos no Telhado
Pastéis de Nada
As Letras da Sopa
O Eldorado
Nocturno
Delito de Opinião
Adeus, até ao meu regresso

Ventos recentes

Até sempre

Expresso do Oriente (3)

Expresso do Oriente (2)

Expresso do Oriente (1)

Vou ali...

Adivinhe quem foi jantar?

Intervalo

Semibreves

Pocket Classic (A Educaçã...

Coentros e rabanetes

Adivinhe quem vem jantar?

Moleskine

Lapsus Linguae

Semibreves

Sou sincera

favoritos

O triunfo dos porcos

Livros



Seda e Aço


A Poesia é para comer


Gente do Sul

E tudo o vento levou

Perfil


ver perfil

. 16 seguidores

Technorati Profile

Add to Technorati Favorites

Ventos do mundo

Ventos de Passagem


visitantes online

Subscrever feeds