Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Ventos Amigos (30)

 
 
Monumento
 
Não batem nem levemente,
Nem precisam de bater.
A porta está sempre aberta
Para passar quem quiser.
 
- Se não foi chuva, foi vento?
P'ra que serve ela aberta?
- Serve de monumento
À abolição de fronteiras.
 
Se alguém fez coisa certa
Entre tantas asneiras
Foi libertar os dois lados.
 
No meio, a porta aberta
Celebra aquele momento
Que uniu os separados.
 
Texto enviado por: João Carvalho
 
Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 21:30
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12 comentários:
De Ana Vidal a 3 de Março de 2009 às 02:02
João, por mais que eu leia este texto, fica sempre um enigma... não quer desvendá-lo? :-)
Obrigada pelo contributo.
Um beijo
De João Carvalho a 4 de Março de 2009 às 13:10
Isso lá é forma de perguntar?!? Faça a pergunta e logo se verá...
(Muito obrigado pela publicação do que está armado em monumento e náo passa de um miserável obelisco.)
Beijos.
De Ana Vidal a 4 de Março de 2009 às 13:25
Ora, quanto mais vaga a pergunta, maiores as probabilidades de uma resposta abrangente!
Mas, enfim, vou facilitar: quero saber quais as asneiras que fiz (além das muitas que vou identificando), e que separados uni (o que me redimiu, em parte, das asneiras, espero...)

Já agora, não tenho nada contra obeliscos. Há alguns fantásticos. É o caso deste quebra-cabeças. :-)
De João Carvalho a 4 de Março de 2009 às 13:46
A eterna vaidade feminina: sempre no centro do mundo...
Quem é que lhe disse que me referia a si? Ou sequer a alguém?
A resposta é simples: trata-se de um hino a uma mulher, som. Vou desvendar o mistério e dizer o seu nome.
Rima. Rima, senhora. Eu precisava tanto dela. Rima! Rima! Anda cá! Ajuda-me! Rima... Vem cá!
Métrica, vai buscá-la e fazemos uma 'ménàge à trois'. Se não me ajudarem, estou feito com a Ana...
De Ana Vidal a 4 de Março de 2009 às 14:52
Pois as suas amiguinhas de ménàge que lhe façam elogios à verve, a partir de agora! Eu amuei, como convém a quem descobre que afinal não está no centro do mundo. Estou inconsolável.

Um momentinho, amigos: vou ali cortar os pulsos e já volto.
De João Carvalho a 4 de Março de 2009 às 16:55
Calma, calma. Eu não disse que não estava no centro do mundo. Só falei na vaidade de estar. Nem sequer disse que não me referia a si, veja bem! Hihihi...
De Ana Vidal a 4 de Março de 2009 às 17:15
Shuif, shuif. (ainda não consigo falar)
De João Carvalho a 4 de Março de 2009 às 18:19
Nem precisa. Os seus olhos falam por si...
De mike a 4 de Março de 2009 às 00:52
João, não vá na conversa da Ana. Nada de desvendar este excelente "monumento". :)
De João Carvalho a 4 de Março de 2009 às 13:07
Obrigado e combinado, Mike.
De Ana Vidal a 4 de Março de 2009 às 13:25
Ai, a sempiterna solidariedade masculina...
De João Carvalho a 4 de Março de 2009 às 13:41
Venceremos, venceremos...

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