Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Ventos Amigos (11)

 

 

Abri a porta na embriaguez dos sentidos

Num corpo evaporado na profundez dos teus olhos

Danço com este vento no Inverno

Gosto de ti, aos pedaços e aos molhos.

 

E um grito brota da alma

Abrindo a porta ao coração

Rodopio e danço, estranha calma…

Pela Ana solta-se o vento da paixão.

 

Não, não eu,

Escudeiro deste tempo,

Todos nós, teus amigos

Amantes da porta do vento.

 

 

Texto enviado por: J Pedro Viegas

 

 

Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 20:30
link do post
1 comentário:
De Ana Vidal a 12 de Fevereiro de 2009 às 00:02
Obrigada, Pedro. É muito bom ter Escudeiros assim na Porta do Vento.
Um beijo

Comentar post

brisas, nortadas e furacões, por


Ana Vidal
Pedro Silveira Botelho
Manuel Fragoso de Almeida
Marie Tourvel
Rita Ferro
João Paulo Cardoso
Luísa
João de Bragança

palavras ao vento


portadovento@sapo.pt

aragens


“Não sabendo que era impossível, foi lá e fez."

(Jean Cocteau)

portas da casa


Violinos no Telhado
Pastéis de Nada
As Letras da Sopa
O Eldorado
Nocturno
Delito de Opinião
Adeus, até ao meu regresso

Ventos recentes

Até sempre

Expresso do Oriente (3)

Expresso do Oriente (2)

Expresso do Oriente (1)

Vou ali...

Adivinhe quem foi jantar?

Intervalo

Semibreves

Pocket Classic (A Educaçã...

Coentros e rabanetes

Adivinhe quem vem jantar?

Moleskine

Lapsus Linguae

Semibreves

Sou sincera

Rosa dos Ventos

Livros



Seda e Aço


A Poesia é para comer


Gente do Sul

E tudo o vento levou

Perfil

Technorati Profile

Add to Technorati Favorites

Ventos do mundo

Ventos de Passagem


visitantes online

Subscrever feeds