Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Escolhas


 

Nunca tive o mais pequeno jeito para "caçar" um bom partido.

Mas não me queixo... a verdade é que sempre preferi um mau inteiro.


(a propósito de uma pequena provocação do meu vizinho Espumante...) 

 

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publicado por Ana Vidal às 00:45
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15 comentários:
De mike a 12 de Janeiro de 2009 às 01:08
Já somos dois. ;-)
De Ana Vidal a 12 de Janeiro de 2009 às 01:31
Logo vi...
De Luísa a 12 de Janeiro de 2009 às 01:18
Engraçado, Ana: há mulheres assim – e eu também enfileiro no grupo - com uma irresistível tendência para os «maus inteiros». É o «destino aventura», julgo eu, a falar mais alto. Agora, às vezes, sinto a ligeiríssima mágoa de não ter feito a experiência do «bom partido» - não vejo mal em que se experimente de tudo, moderadamente. Mas – enfim… - não aconteceu, e arrependida, arrependida, não estou. ;-D
De Ana Vidal a 12 de Janeiro de 2009 às 01:30
Eu também não estou arrependida, Luísa, nem um bocadinho. Mas, admitamos: o "outro grupo" faz escolhas mais... confortáveis. Não é bem uma ligeiríssima mágoa, mas talvez uma ligeiríssima inveja! ;-)
De Leonor a 12 de Janeiro de 2009 às 11:33
Sejamos razoáveis: um bom partido não acumula com outras características. Enfim, a discrição obriga-me a estar calada ;-)
De fugidia a 12 de Janeiro de 2009 às 08:26
Estamos a falar de quê? Bom partido é igual a estabilidade financeira acima da média?
É que para mim, um bom partido é um pirata aventureiro (risos) e eu escolhi um bom partido :-))))
De Ana Vidal a 12 de Janeiro de 2009 às 10:46
Lamento informar-te mas um pirata aventureiro é, sem qualquer dúvida, um mau inteiro. E fizeste muito bem, acho eu. Join the club...
De Mad a 12 de Janeiro de 2009 às 11:22
Pois, acho que o mal é de família... e então se forem bonitos, tá o caldo entornado
De Ana Vidal a 12 de Janeiro de 2009 às 12:20
Vero, vero...
De Pedro a 12 de Janeiro de 2009 às 11:48
:) tenho a sensação que toda a gente é assim (quer-me parecer).
A primeira vez que li a questão de preferir os inteiros aos partidos (no caso, políticos), foi num dos livros de Memórias da Beatriz Costa. Muito bem apanhado, aliás.
De Ana Vidal a 12 de Janeiro de 2009 às 12:21
Não, Pedro, nem toda a gente é assim... também há os inteligentes! ;-)
De espumante a 12 de Janeiro de 2009 às 12:06
Inteiro é a designação corrente do cavalo garanhão. Nesta pesquiza a coisa está bem explícita (http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=cavalo+inteiro&btnG=Pesquisa+do+Google&meta=&aq=f&oq=). Assim sendo, não poderia deixar de concordar com a resposta da vizinha à minha provocação (que não era provocação, era uma brincadeirinha inocente...), ao mesmo tempo que me questiono sobre quem sou eu agora para duvidar do bom gosto da vizinha. Pois que mau inteiro sja. Um bom partido nunca é bom. Quando mais não seja, por definição
:)))
De Ana Vidal a 12 de Janeiro de 2009 às 12:26
Não preciso de ir confirmar o termo, vizinho. O meu pai tinha uma coudelaria, por isso sei que "inteiro" é isso mesmo - um cavalo escolhido pelas suas características especiais para continuar o nome e o ferro. A diferença é que, no mundo dos cavalos, o garanhão não tem de sustentar o harém nem a prole... ;-)
De Cristina Ribeiro a 12 de Janeiro de 2009 às 18:11
Inteiramente d'acordo com o " inteiro ", Ana..
De João Paulo Cardoso a 13 de Janeiro de 2009 às 14:21
O debate que aqui se instalou fez com que consultasse o meu vizinho Alfredo que tem uma opinião sobre tudo e uma cara que mete medo.

Segundo ele, que até já foi transformista, colega da Tatiana Romanova nos anos 80, um bom partido não passa disso mesmo:

Algo que parece bom à primeira vista, mas que depois, por ser/estar partido, se revela de consistência medíocre na hora de investir as poupanças em extravagâncias libidinosas.

E um mau inteiro é precisamente o inverso:
Algo que parece inteiro sim, mas é mau e ponto final.

Acho que esta não era bem a questão, mas quem sou eu para discutir com o meu vizinho Alfredo...

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