Sábado, 20 de Dezembro de 2008

Medidas de Tempo

 

Um ano não se mede só por um certo número de meses, dias, horas, minutos e segundos. Há outras medidas que o definem e fazem dele um espaço de Tempo único e inconfundível, diferente de todos os que o precederam e de todos os que lhe sucederão: o número de sorrisos, de gestos, de palavras, de intenções, de planos, de sonhos, de esperanças, de desilusões, de derrotas, de vitórias, de gargalhadas, de lágrimas, de encontros, de beijos, de desistências, de recomeços, de gritos, de desencontros, de silêncios, de laços, de promessas, de falhas, de ilusões, de perguntas, de respostas, de...

 

Um ano é uma caixinha de preciosos e irrepetíveis ensinamentos, um presente da Vida.

 

publicado por Ana Vidal às 23:39
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10 comentários:
De JuliaML a 21 de Dezembro de 2008 às 00:29

são esses momentos feitos como tu bem o dizes que marcam o compasso, o relógio da vida, afinal.

bonito..
De Ana Vidal a 21 de Dezembro de 2008 às 01:14
E que nos marcam também, Júlia. :-)
De Manecas a 21 de Dezembro de 2008 às 00:30
...de encontros, e de reencontros...e dos laços que perduraram, apesar dos anos!

Um beijinho com muito carinho!
De Ana Vidal a 21 de Dezembro de 2008 às 01:15
Já acrescentei as tuas sugestões, Manecas. Fundamentais!

Um grande beijo para ti também.
De mike a 21 de Dezembro de 2008 às 00:45
Essas outras medidas de que falas e tão bem escreves são as que, verdadeiramente, fazem do Tempo aquilo que ele acaba por ser na sua essência. Vida. Caixinha preciosa é esta, quando o vento não sopra a mais nós do que devia, como à segunda-feira. (risos)
Muito bom post! :-)
De Ana Vidal a 21 de Dezembro de 2008 às 01:17
Safas-te da próxima segunda-feira, Mike, mas é só uma... :-)
Beijo
De Mialgia de Esforço a 21 de Dezembro de 2008 às 11:56
Excelente postal. Gostei muito e acrescentaria que, para 2009, vamos ter que lutar contra ventos e marés para transpor o tal Cabo das Tormentas. Afinal, não foi à toa que o cognominei Grande Timoneiro...
De Ana Vidal a 23 de Dezembro de 2008 às 11:37
Se lhe somarmos mais um ou dois Adamastores pessoais, temos uma tarefa difícil pela frente, Mialgia... mas enfim, "alma até Almeida" e, pelo sim pelo não, o melhor é vigiar de perto o homem do leme... :-)
De Grande Jóia a 21 de Dezembro de 2008 às 18:57
Um ano é uma caixinha com jóias. Melhores, piores, de prata ou de ouro, de veludo ou de papel. Com mais ou menos brilho, com mais ou menos calor, umas rasgadas outras guardadas.
De Ana Vidal a 23 de Dezembro de 2008 às 11:38
Mas todas elas importantes, de uma ou de outra maneira. Quanto mais não seja para sabermos distingui-las...
Um beijo

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