Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Contradições

 

Às vezes, ser uma "pessoa de palavra" é ser uma pessoa de silêncio.

 

 

 

Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 18:39
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22 comentários:
De JuliaML a 16 de Dezembro de 2008 às 20:46


(.....)

linda mandala, numa frase tã Zen

De Ana Vidal a 17 de Dezembro de 2008 às 12:54
Explica lá isso melhor, Júlia... mandala?
De JuliaML a 18 de Dezembro de 2008 às 00:22

a posição em que estã colocadas as pedras, Ana, estão em Mandala, posição de Mapa Astral.

Quer-me parecer que estou fora da conversa, que falais de algo a que sou alheia.

beijo
De Ana Vidal a 18 de Dezembro de 2008 às 00:32
Não, querida, nada disso. Eu é que não liguei o teu comentário à imagem, nem me lembrei disso... agora percebi. :-)
De fugidia a 16 de Dezembro de 2008 às 21:02
Hum... se ironia é dizer o contrário daquilo que se pensa (deixando, contudo, entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos) fico com alguma dificuldade em conjugar o título do post com o seu conteúdo, querida Ana...
De Ana Vidal a 17 de Dezembro de 2008 às 12:52
A ironia está na expressão, Fugi: um silêncio pode ser feito de muitas palavras... :-)
De fugidia a 17 de Dezembro de 2008 às 18:33
:-)
Sim, é verdade, Ana.

Mas quando li o teu post interpretei apenas de uma forma: quando nos comprometemos perante alguém (pessoa de palavra) mantemo-nos em silêncio, conforme o prometido (pessoa de silêncio).
Nesta minha interpretação o título deixa-me insatisfeita; talvez preferisse, por exemplo, antítese, por representar um contraste entre duas ideias que, no caso, acabam por querer dizer o mesmo. Tipo «o mito é o nada que é tudo».
Mas não tenho certeza de estar a pensar bem: confesso a minha enorme ignorância no que concerne à gramática (de vez em quando lá vão uns pontapés...)
Beijo :-)
De Ana Vidal a 17 de Dezembro de 2008 às 22:31
Pronto, mudei o título para "Contradições". E a ironia de guardar silêncio para se poder ser "de palavra" esteja lá na mesma.
Beijo
De fugidia a 18 de Dezembro de 2008 às 00:00
Perfeito, Ana!
Era essa a palavra que tinha escondida debaixo da língua e que não me saía!
(risos)

De JuliaML a 18 de Dezembro de 2008 às 00:18

fizeste bem, concordo com a Fugi, tambem fiquei confusa quando li o titulo.

beijo
De Pedro a 16 de Dezembro de 2008 às 21:41
E porque da música também faz parte o silêncio.
De Ana Vidal a 17 de Dezembro de 2008 às 22:31
Isso mesmo, Pedro. É aparentemente contraditório, mas só isso.
De mike a 16 de Dezembro de 2008 às 22:39
Vá-se lá saber porquê, eu diria muitas vezes, para não dizer a maior parte delas, Ana. :-)
De Ana Vidal a 17 de Dezembro de 2008 às 22:32
É verdade, Mike. Mas há silêncios que gritam e fazem mais barulho do que palavras.
De Luísa a 17 de Dezembro de 2008 às 00:35
Sem dúvida, Ana. Manter a «palavra» significa, quase sempre, cumprir uma promessa (de segredo ou de acção). Num ou noutro caso, o silêncio é a «palavra» de ordem. :-)
De Ana Vidal a 17 de Dezembro de 2008 às 22:34
E até há "ordens de silêncio", Luísa, como há de clausura. :-)
De Pedro Barbosa Pinto a 17 de Dezembro de 2008 às 10:24
Exactamente Ana. O silêncio é muitas das vezes a melhor forma de nos exprimirmos.
De Ana Vidal a 17 de Dezembro de 2008 às 22:34
E pode ser muito eloquente, como diz o Paulo.
De Paulo Cunha Porto a 17 de Dezembro de 2008 às 19:10
Não é esse o Silêncio a que chamaram "Eloquente", Querida Ana?
Beijinho
De Ana Vidal a 17 de Dezembro de 2008 às 22:34
Muito mais do que mil palavras!
De Vera Baeta Lima a 23 de Dezembro de 2008 às 08:35
Gosto da imagem. Concordo com o sentido/significado desta frase.
Cheguei hoje aqui e quero voltar.Vou llinkar esta porta de vento.
Feliz Natal
:-)
De Ana Vidal a 23 de Dezembro de 2008 às 11:42
Obrigada pela visita e um Feliz Natal também para si, Vera. Volte sempre. :-)

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