Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Porque hoje é... 월요일

 

Os meus actores favoritos: 

 

John Malcovitch

 

publicado por Ana Vidal às 00:15
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16 comentários:
De marie tourvel a 1 de Dezembro de 2008 às 02:30
Meu Valmont... Obrigada!

Beijos, querida.
De Ana Vidal a 1 de Dezembro de 2008 às 03:42
Ton Valmont, Marie... o cínico que tu venceste, só com o poder da inocência e do amor!
Talvez o papel da vida dele, mesmo com todos os que vieram depois.

Bisou, chérie.
De JuliaML a 1 de Dezembro de 2008 às 10:20

é os melhores actores que me lembro, senão o melhor, Ana!

nem precisa ser bonito, que não é, com a Arte que tem ele é o que quiser!
De Ana Vidal a 1 de Dezembro de 2008 às 12:45
Também gosto imenso dele, Júlia. Esqueci-me dele, se não já teria estado aqui há muito tempo.

Claro que não precisa de ser bonito, é muito mais do que isso!
De Teresa a 1 de Dezembro de 2008 às 10:58
Soberbo! E sim, é o Valmont supremo (por muito que eu goste de Colin Firth, e gosto mesmo!).

Sabes as histórias de Messy, não sabes? Pois um dia, estávamos eu e o Vítor a jantar no japonês da Bica do Sapato, e porque tínhamos comentado que ele era sócio daquilo e do Lux, eu saí-me com uma parvoíce das minhas, qualquer coisa como estar ali a jantar às escondidas de Messy, que reprovava o libertino que ele tinha feito no Ligações Perigosas.

O Vítor começou a rir, a rir, a rir... para finalmente dizer:

— Não olhes agora, mas ele acaba de se sentar à tua esquerda...

Nessa noite cruzámo-nos come ele incontáveis vezes no Lux, até ele já nos sorria... E nós assinalávamos sempre cada encontro com um risonho «Olha o John!» , com o "J" pronunciado bem à portuguesa...
De Ana Vidal a 1 de Dezembro de 2008 às 12:52
Também já estive perto dele, exactamente na Bica do Sapato. Ele vem cá muitas vezes, gosta imenso de Portugal.

E não consigo imaginar outro Valmont, acho-o perfeito para o papel. É daqueles filmes com um casting insuperável, a Close também está soberba e tem o tipo perfeito para o papel da marquesa, e a Pfeiffer é a inocência personificada.

De JuliaML a 1 de Dezembro de 2008 às 13:22

ele transcendeu-se nesse filme. Um filme que ficará eterno pelas razões que referes. Excelentes interpretações desses três actores, escolhiinhos a dedo.

entendo que tenhas esquecido. isto de bloggar tem muito que se lhe diga, amiga.

beijo
De Paulo Cunha Porto a 1 de Dezembro de 2008 às 14:00
Querida Ana, tenho pena é que tenha entrado numa desfiguração total do personagem em «Rerato de Uma Senhora». A interpretação não é má, mas o que o argumento e direcção fizeram ao marido da que Nicole Kidman interpreta deveria afastar qualquer artista exigente.
Tem casa na Arrábida, não é'
Beijinho
De Ana Vidal a 1 de Dezembro de 2008 às 22:14
Não sabia que ele tinha casa na Arrábida, mas se é verdade só prova que, além de ser bom actor, tem bom gosto!

Beijinho, Paulo
De Manecas a 1 de Dezembro de 2008 às 14:02
Pois este rapaz é incontornável na tua classificação, e já devia cá estar há mais tempo, tens toda a razão...

Este é o actor que define um filme. Posso estar na dúvida de ir ver ou não, mas se ele for um dos actores acaba-se a indecisão.

Beijinhos Aninhas!!!
De Ana Vidal a 1 de Dezembro de 2008 às 22:16
Olá, Manecas, já tinha saudades tuas! Onde andaste, pode saber-se?

Continuamos em sintonia, pelos vistos.

Beijos
De Manecas a 1 de Dezembro de 2008 às 23:30
Nenhum sitio em especial. Tenho aliás vindo ao teu sitio mas um pouco de fugida confesso...

Devo ser do frio...

Beijinhos e prometo dar outra atenção à tal amiga, que tu conheces...a tal famosa!!!

De fugidia a 1 de Dezembro de 2008 às 14:32
Ora bem, Ana
um excelente actor, com qualquer coisa que não sei explicar de sedutor.
De Ana Vidal a 1 de Dezembro de 2008 às 22:17
Concordo inteiramente, Fugi.
Muito sedutor, e sem a ajuda de grandes dotes físicos...
De Cristina Ribeiro a 1 de Dezembro de 2008 às 17:59
Gosto muito, Ana.
Revi-o há pouco tempo n'«Um Chá no Deserto ».
De Ana Vidal a 1 de Dezembro de 2008 às 22:18
Belíssimo filme, Cristina. Nunca resisto à estética dos filmes, mesmo quando não têm mais do que isso... o que não é o caso, claro. :-)

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