Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Porque hoje é... Понеделник

 

Os meus actores favoritos:

 

Ben Kingsley

 

publicado por Ana Vidal às 00:30
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30 comentários:
De JuliaML a 13 de Outubro de 2008 às 01:10


não gosto...
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 09:40
:-(
De Luísa a 13 de Outubro de 2008 às 02:56
Gostei imenso de o ver no filme «Gandhi», Ana. E acho que não voltei a vê-lo senão na recente cerimónia de selecção das novas sete maravilhas do mundo, em que me pareceu bastante aflito dos olhos, sempre a espremê-los para ler os guiões das suas intervenções e a perder o fio à meada. Aí confesso que não gostei tanto, talvez porque também eu já estava aflitíssima. Mas tem uma cara serena e simpática e é uma figura muito interessante. ;-)
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 09:59
Gandhi deu-lhe o Óscar, e bastaria esse papel para estar aqui na minha galeria. Um filme e uma interpretação inesquecíveis. Mas já foi nomeado pela Academia outras vezes, em filmes muito diferentes: "A lista de Shindler", por exemplo, ou o excelente "Uma casa na bruma". E o exotismo da ascendência indiana dá-lhe um mistério especial, acho eu. Gosto quase sempre dos actores que vieram do teatro, o que é o caso de Kingsley. Dá-lhes outro "peso".

Lembro-me desse episódio que refere, Luísa, nas Sete Maravilhas: nunca percebi se ele se tinha esquecido dos óculos ou se não os pôs por vaidade, mas foi realmente confrangedor... :-)
De Huckleberry Friend a 13 de Outubro de 2008 às 11:39
Recomendo ainda Death and the maiden, com Kingsley e Sigourney Weaver. É a adaptação de uma peça de teatro sobre a tortura no Chile de Pinochet. Sempre com o quarteto A morte e a donzela, de Schubert, a tocar por trás. É esse, de resto, o título original da obra. Em português, estupidamente, chamaram-lhe A noite da vingança.
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 12:05
Não vi esse, Huck...
E sempre me intrigou essa história dos critérios de tradução dos títulos... são quase sempre péssimos, em português. Quem decide isso, sabes?
De Huckleberry Friend a 13 de Outubro de 2008 às 19:55
Uma vez que, sobre o filme, já houve quem se pronunciasse abaixo, debruçar-me-ei sobre a questão dos títulos (também eu fiz os TPC!)

Encontrei uma entrevista da Sara David Lopes, tradutora de legendas, que diz: «Não são os tradutores que escolhem o título aos filmes. Essa escolha é feita pelos departamentos comerciais que estão atentos a coisas que nem passam pela cabeça dos tradutores. Acontece muito raramente pedirem-nos uma opinião ou aceitarem uma sugestão nossa. Às vezes, o título entra até em contradição com o conteúdo do filme ou induz o espectador em erro. Há uns tempos, recomendei imenso a uma amiga que fosse ver o filme Crash. Ela foi e adorou, tal como eu esperava, mas disse que nunca iria ver um filme chamado Colisão (o título dado ao filme em Portugal).»

Isto ajuda a explicar - mas de forma nenhuma a justificar! - aqueles títulos que acrescentam um esclarecimento para o telespectador mais burro, não raro estragando parte da surpresa (tipo Alien, o oitavo passageiro). Outros há, como My Girl, que, ao ser traduzido para O meu primeiro beijo, deu azo ao ridículo nome da sequela: O meu primeiro beijo 2. E não percebo porque é que outros mantêm o nome em inglês (por vezes com adenda tuga, por vezes sem). Exemplos, respectivamente: QUIZ SHOW e SNATCH, Porcos e diamantes.

Recomendo, a este respeito, os seguintes links:

http://kriticinema.blogs.sapo.pt/107472.html

http://www.cinema.iol.pt/noticia.php?div_id=2903&id=995069

http://community.eu.playstation.com/playstationeu/board/message?board.id=447&thread.id=21612

http://tugas.co.uk/forumtuga/index.php?topic=3736.0
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 23:51
Eu não digo que os meus comentadores são um luxo?

Obrigada, Huck. :-)
De Mialgia de Esforço a 13 de Outubro de 2008 às 12:23
Cara Ana,

O Sr. Kingsley tem dias. Umas vezes excelente, outras em piloto-automático, outras um insuportável cabotino .

Mas isto foi tão sómente um pretexto para lhe dizer que é a primeira vez que aqui venho e que gostei muito do que vi e li.
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 12:45
Muito obrigada, caro Mialgia. É simpático da sua parte dizer isso, logo agora que tenho andado com tanta preguiça para escrever.

Registo a opinião sobre Kingsley, vinda de um cinéfilo comprovadíssimo como é o seu caso. :-)

Volte sempre.
De manecas a 13 de Outubro de 2008 às 13:05
Depois de uma discordância, voltamos à sintonia total.

Assino por baixo a tua resposta à Luisa, sobretudo na caracterização do exotismo.
Acho que é uma caracteristica das gentes da India que por vezes me deixa a pensar demoradamente. Acho que talvez seja mais uma espécie de elevação espiritual, que transmite uma suave serenidade.

Beijinhos para ti!!!
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 15:52
E beijos para ti, Manecas. Suponho que é isso, a magia da Índia que sempre me atraíu...
De espumante a 13 de Outubro de 2008 às 15:27
No filme "A casa da bruma" ficamos com a sensação que a personagem do chefe de família (iranianos, salvo erro...) só poderia ser interpretada por Ben Kinsley.
Mas o homem é feio, Ana :)))))

Lembro-me de um filme dele pouco conhecido, muito estranho, com a Sigourney Weaver que fora torturada na universidade por ele enquando membro da polícia... o filme é passado na Argentina. Por vezes fico com a sensação que fui o único português que viu este filme (vi-o fora do país...) pois quando me refiro a ele ninguém parece conhecê-lo. Será que tenho uma vizinha que o viu?
Beijinho
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 15:57
Não, não vi esse filme da Argentina (ou do Chile?), mas confirmo a notável mistura de extrema contenção, rigidez e desamparo da personagem do iraniano da Casa na Bruma. Um grande papel de Kingsley.

A propósito, não o acho feio. Gostos... ;-)
De espumante a 13 de Outubro de 2008 às 15:33
Já cá não está quem falou. Afinal, ,lá em cima, aparece o Huckleberry friend que viu o "Death and the maiden".
Só tenho uma dúvida. A ideia que tenho é que a acção é passadoa na Argentina... mas é verdade que já vi o filme há uns anos.
De espumante a 13 de Outubro de 2008 às 15:48
Fui ao Google. O filme é de 94 e a realização é do Polanski. Já me lembro de tudo, até me lembro que o vi na versão original (inglês) e legendas em francês e alemão simultaneamente :))))

E realmente a tortura é feita num unnamed country segundo reza a sinopse mas a acção é na Argentina.
E agora vou trabalhar que não tenho a vossa vida
:)
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 15:59
Isso é que é fazer trabalhos de casa, caro vizinho Espumante! E agora também vou trabalhar... :-)
De Paulo Cunha Porto a 13 de Outubro de 2008 às 17:57
Querida Ana,
também não sou grande admirador e, contrariamente aos Amigos que gostaram dele no filme com a Weaver, não aprecio a actuação nessa fita, em que, mesmo nos momentos de maior pressão sobre a personagem, parece estar sempre com um olhar expectante da deixa, o que é mortal, na Alta Representação.
Beijinho
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 18:37
Não vi o filme, Paulo, como já disse. Nos que conheço dele acho-o óptimo, mas admito que não conheço toda a sua filmografia.
beijinho
De Cristina Ribeiro a 13 de Outubro de 2008 às 20:49
Só o vi no Ghandi, e gostei.
Beijinho, Ana
De Ana Vidal a 13 de Outubro de 2008 às 23:55
Viu o melhor, Cristina... :-)

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