Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Pergunta inocente

 

 

Estou baralhada: quando um país declara falência, o que é que podemos esperar a seguir?  Que uma empresa decida se quer uma república ou uma monarquia no conselho de administração?

 

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publicado por Ana Vidal às 02:55
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24 comentários:
De Luísa a 8 de Outubro de 2008 às 04:03
É uma excelente pergunta, Ana. Numa empresa, a falência significa – julgo eu – a extinção ou talvez a compra por outra empresa. Acontecerá o mesmo com um país? A compra de um país pode fazer sentido (conhecem-se - bem demais! - alguns países semi-falidos e semi-vendidos), mas a extinção… Mistério!... :-)
De Ana Vidal a 8 de Outubro de 2008 às 15:57
Depois da proliferação de países das últimas décadas, será que vamos assistir a um retorno aos antigos potentados geográficos?
On aura tout vu...
De Huckleberry Friend a 8 de Outubro de 2008 às 23:54
Por momentos pensei que ias dar argumentos ao meu iberismo, Ana. Depois, lembrei-me que a crise em Espanha não vai melhor do que aqui...

Pelo que prefiro convidar-te para a festa de aniversário do codornizes:

http://codornizes.blogspot.com/2008/10/o-ninho-faz-um-ano.html

Beijinhos!
De Paulo Cunha Porto a 8 de Outubro de 2008 às 12:40
Bem, se fosse a extensão da Monarquia, ainda que ao mundo empresarial, poderíamos dizer que a crise teria du bon...

E pegando no que a Luísa diz, a solução é a Dinamarca reabsorver a ilha que lhe pertenceu. Uma República a menos. Se a moda pega, com um pouquinho de sorte, os EUA ainda voltam à Coroa Britânica...
Beijinhos a Ambas
De Ana Vidal a 8 de Outubro de 2008 às 15:53
E já viste a trabalheira que seria a Coroa Portuguesa recuperar todos os seus territórios outra vez? Livra!
De João Paulo Cardoso a 8 de Outubro de 2008 às 12:55
Não sei responder à tua pergunta, mas sei que um dos principais culpados desta crise económica aparece escondido, atrás da cerca, na foto que ilustra o teu post.

Mr. Bush, pode sair daí de trás, já o vimos!

Mais sobre americanos e xadrez em

http://oeldorado.blogspot.com

Beijos.
De Ana Vidal a 8 de Outubro de 2008 às 15:51
LOL.
Acho que tens razão, mas ele não é o único culpado. Pior do que ele é a apatia em que todos estamos, à espera de milagres indolores, sempre indolores e que não impliquem muito trabalho...

beijo
De Anónimo a 8 de Outubro de 2008 às 13:12
Quando um país vai à falência estamos lixados. Por muito que se mudem os peões "the game is over. Done!"
Provavelmente "isto só lá vai com armas", como diz um velho revolucionário do tempo das gaivotas. Elas voam, voam, vão para outras desgraças e regressam e não se cansam...
Mas não me pergunte "que armas?" porque também não sei responder.
De Grande Jóia a 8 de Outubro de 2008 às 13:16
Ana, o comentário anterior não devia ter saído como anónimo. É meu.
Grande Jóia
http://grandejoia.blogspot.com
De Ana Vidal a 8 de Outubro de 2008 às 15:48
Nem eu, Grande Jóia. Mas essa solução (a das armas) deixa-me sempre muito inquieta. Prefiro os despedimentos, para gestores incompetentes que levam países à falência.

Por outro lado, parece-me que estamos realmente no fim de mais um ciclo, no mundo ocidental. Há que inventar um novo modelo, este está completamente esgotado e não creio que valha a pena manter o moribundo a respirar com balões de oxigénio e injecções, tudo isso só serve para adiar uma morte anunciada...
De mike a 8 de Outubro de 2008 às 14:57
Porque não? Já agora... Mas o ideal era que a empresa decidisse que não queria um conselho de administração. ;-)
De Ana Vidal a 8 de Outubro de 2008 às 15:49
Engraçado... nunca imaginei vê-lo defender uma anarquia, caro Mike...
De mike a 8 de Outubro de 2008 às 22:11
Defender, não defendo, mas dá a sensação que o que vivemos hoje em dia não está muito longe disso.
De maria a 8 de Outubro de 2008 às 21:00
... confundidamente, todos estão. o que hoje é... amanhã deixa de ser. mas o melhor mesmo... é fazer como o outro.... e é fazer as malas e zarpar aqui para o lado, ou para os Países que... em regime Monarquico... dão mais condições sociais e culturais promovendo o desenvolvimento aos seus cidadãos. bem fez o saramago... bem se fez em terras del rey d. juan carlos da espanha ;)
De Ana Vidal a 8 de Outubro de 2008 às 23:12
Nem mais, Maria. :)
De Cristina Ribeiro a 8 de Outubro de 2008 às 21:59
O que está a acontecer à nossa volta faz-me lembrar muito aquele dito "tudo ao molho e fé em Deus"; é que vale mesmo tudo...
De mike a 8 de Outubro de 2008 às 22:12
O pior é que a fé não é em Deus. É nos biliões que se evaporarão à mesma velocidade com que chegam.
De Ana Vidal a 8 de Outubro de 2008 às 23:15
Estou como o Mike, Cristina: a fé não é em Deus, é no dinheiro. E esse deus é muito falível...
De psb a 9 de Outubro de 2008 às 01:54
Será que o 'amigo' Joe (Berardo) se apercebeu que a Islândia está à venda? Ilha por ilha, ele já está habituado, e, com tanta água que mete, não deve sentir diferença, até fala islandês (ou, pelo menos, deve ser parecido...).
Beijinhos
De Ana Vidal a 9 de Outubro de 2008 às 02:17
Dessa não me tinha lembrado! Sim, se ele sabe que há países à venda candidata-se já a uns quantos, para juntar à Bacalhoa...

beijo
De marie tourvel a 9 de Outubro de 2008 às 12:28
Pense que podia ser pior, Ana, querida. Poderiam ter um "previdente" que acha que é rei. E com a língua "preva" ;) Um beijo, querida.
De Ana Vidal a 11 de Outubro de 2008 às 13:38
Ora, Marie, por cá também já tivemos disso. Só não tinha a língua presa... infelizmente!
beijo grande, amiga.

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