Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Tempo de cerejas

 

Este delicioso texto da Leonor Barros levou-me a este outro, de António Lobo Antunes, que por sua vez me levou pela mão, directamente à minha infância. Conheço tudo aquilo, igualzinho, sem tirar nem pôr.

 

Nem só as conversas são como as cerejas.  As leituras também podem abrir essa fonte inesgotável, essa encantatória reacção em cadeia que nos leva, numa viagem inesperada e vertiginosa, até aos mais remotos locais da memória.

 

Obrigada, Leonor.

 

publicado por Ana Vidal às 15:47
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27 comentários:
De fugidia a 24 de Setembro de 2008 às 18:44
Obrigada eu, querida Ana, que adoro cerejas e fico com o resto do dia muito melhor, ainda que as tenha visto virtualmente...


Beijinhos.
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 21:42
Bom proveito, Fugi!
Beijinho
De adelaide amorim a 24 de Setembro de 2008 às 20:13
Ótimos textos, com destaque para a deliciosa ironia de Lobo Antunes...
Beijos
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 21:43
Beijos, Adelaide.
De Leonor a 24 de Setembro de 2008 às 20:23
Esse texto do Lobo Antunes ficou-me para sempre. Obrigada pelo carinho :-)
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 21:44
Carinho merecido, Leonor. Pelo prazer que me deu ler o teu texto e pelas memórias que me trouxe o LA. :)
De mike a 24 de Setembro de 2008 às 21:24
Cerejas... acho-as mais bonitas que gostosas. Por preconceito, admito, estive prestes a desviar-me da origem deste seu post, Ana. O preconceito tem a ver com a alusão aos mais remotos locais da memória e a origem com o texto delicioso da Leonor Barros. Ultrapassei o preconceito e ganhei uma cereja que me fez quase mudar de opinião em relação a elas. :-)
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 21:46
Então ainda bem, Mike! :)
De mike a 24 de Setembro de 2008 às 22:01
E queria ter deixado um comentário na Curva da Estrada mas não consegui. Aproveito esta Porta, a do Vento para perguntar à Leonor se há algum truque. A Ana não se importa, pois não?
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 22:07
Não me importo nada, Mike. Esta Porta é sua, e da Leonor também. Usem-na sempre. :)
De Leonor a 24 de Setembro de 2008 às 22:27
Olá Mike,

Truque?
Beijinho
De mike a 24 de Setembro de 2008 às 22:46
Olá Leonor. O URL não está disponível, mas deve ser um bug momentâneo. Acho eu. E isto de estar a fazer sala em casa da Ana, mesmo sendo uma querida anfitriã, não é coisa que se faça... (risos)
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 22:51
Querem umas almofadas, um chazinho, um whisky? É só dizer... :)
De mike a 24 de Setembro de 2008 às 23:10
Champanhe? (muitos risos)
De Leonor a 24 de Setembro de 2008 às 23:10
Obrigada, Ana, um chazinho ia bem :-)
De Leonor a 24 de Setembro de 2008 às 23:10
Verdade, Mike, acho que estamos a abusar ;-)Não sei que aconteceu à Curva.
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 23:19
Sai um chazinho (verde ou preto?) para a mesa do canto, com scones, manteiga e compota de cereja. E um champanhe bruit bem gelado, com uma cereja dentro para ganhar cor.
Está bem assim?
De mike a 24 de Setembro de 2008 às 23:25
Hum... por mim sim. Está muito bem. Mas na companhia destas duas senhoras, até podia ser um copo de água. :-)
De Leonor a 25 de Setembro de 2008 às 12:52
Ai não, se há champagne não quero chá! Que venha o champagne, deixemos o chá e scones para outra ocasião :-)
De Paulo Cunha Porto a 24 de Setembro de 2008 às 21:59
O texto da Leonor é excelente. Por falar em leituras e cerejas, já consumi 50 páginas de «A Mulher Certa» e encontrei uma frase ainda melhor do que a do Jorge Luís, ali pendurada ao lado:
"Não há vingança, só paciência".
Estou a gostar bastante.
Beijinho
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 22:05
Ainda bem que estás a gostar, Paulo. Mas nem sequer era um risco, o Márai nunca decepciona. Já a tradução portuguesa é outra conversa... é fraquinha, não achas?
Beijinho
De Leonor a 24 de Setembro de 2008 às 22:29
Tenho "As velas ardem até ao fim" mas ainda não li.
De Ana Vidal a 24 de Setembro de 2008 às 22:49
Ah, Leonor, então começa por esse... é uma maravilha.
De Leonor a 24 de Setembro de 2008 às 22:36
Obrigada, Paulo.
Beijinho
De mariav a 25 de Setembro de 2008 às 00:32
Belos texos, sem dúvida, belas cerejas, e, apesar da neura não resisti: o texto do nosso grande LA lembrou-me uma anedota péssima que deve ser daquela altura:
Batem à porta. A dona da casa, de avental, vai abrir. É um pobre.
"Minha senhora, dê-me qualquer coisinha, por amor de Deus, nem que seja uns carapauzinhos e ontem..."
"Olhe, tenha paciência, volte amanhã, estava mesmo agora a fritá-los."

Devo ser esquisita: não gostei da "Mulher Certa". Talvez a tradução não tenha ajudado, sim. Mas "As Velas Ardem Até ao Fim" é sem dúvida um dos melhores livros que li ultimamente.

Um beijo
Rosarinho
De Ana Vidal a 25 de Setembro de 2008 às 00:52
Olá, prima! Long time no see...
Eu gostei imenso da Mulher Certa, mas As Velas deixaram-me encantada para o resto da vida...

beijinhos (até amanhã, não é?)
De Paulo Cunha Porto a 25 de Setembro de 2008 às 20:09
Um beijinho, Leonor.
Ana, como sabs, tenho as «Lágrimas...» como das leituras mais importantes dos últimos anos. Quanto à tradução, não me salta grande coisa à vista, talvez um português um pouco duro de rins, mas como não sei Magiar...
Beijinho

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