Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

They can't take that away from me

(Ella Fitzgerald & Louis Armstrong)

 

(Jane Monheit & John Pizzarelli)

 

(Frank Sinatra)

publicado por Ana Vidal às 00:09
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22 comentários:
De Anytime a 16 de Setembro de 2008 às 00:56
Quem é "they", a seu ver, Ana?
De Ana Vidal a 16 de Setembro de 2008 às 01:11
Normalmente, é quem não tem memórias que gosta de roubar as dos outros. Ou, em última análise, o famigerado Herr Alzheimer...

Fora de brincadeiras, esta é uma música que me enche as medidas. E a si, Anytime?
De Anytime a 16 de Setembro de 2008 às 22:19
Também gosto muito desta canção. Faz-me pensar num presente que é sempre uma luta, versus um passado que é sempre melhor.

Por isso gosto mais da versão da Ella Fitzgerald e do Louis Armstrong: é a que está mais perto desta leitura.

De Ana Vidal a 17 de Setembro de 2008 às 01:22
Concordo que o presente é sempre uma luta, mas nem sempre o passado é melhor. Em todo o caso, as memórias são um património essencial, pior do que tudo deve ser não as ter.
De baterdeasas a 16 de Setembro de 2008 às 12:42
boa pergunta Anytime....
Será a Ana um dos "They"?
Será a Ana, a "cabecilha"na net , especilista em Equívocos ? LOL
Nem precisa de responder, que eu sei a resposta. Tenho pena do "He" que quanto a mim precisaria de ser ajudado num perspectiva cristã.
Não tenho o intuito de ofendê-la de forma nenhuma. Aprecio muito o que escreve.
Bjos.
De Ana Vidal a 16 de Setembro de 2008 às 15:25
Não me ofende nada, Joana. Mas vamos esclarecer uma coisa: gosto muito de brincar e alinho sempre em jogos de palavras, mas DETESTO equívocos. São duas coisas muito diferentes, pode crer.

Qualquer "he" que se cruze comigo pode dizer-lhe isso.
De baterdeasas a 17 de Setembro de 2008 às 18:19
Cara Ana ... a propósito dos "He" que se cruzaram ou cruzam consigo, aproveito para lhe dizer como me tornei sua leitora ... Aconteceu com a leitura do seu conto "à margem do tempo" no fim de 2007, início de 2008 (não me recordo)... Ao lê-lo percebi que o protagonista (real ou mais ficcionado) me era muito familiar ... Ao mesmo tempo deu-me uma perspectiva humana da dor e história dessa pessoa. Reconheci-o de tal forma que até o aroma e o toque desse H transpuseram a ficção e o "tempo" e me atingiram.
Tudo tem uma explicação.
Obrigada Ana, mais uma vez.
De Ana Vidal a 17 de Setembro de 2008 às 18:36
Uma vez mais tenho de dizer-lhe, querida Joana, que as personagens desse conto não passam disso mesmo... personagens. Já me aconteceu o mesmo com livros que li (e também eram ficções), essa sensação de conhecer as personagens ou de me identificar com elas. Suponho, sem querer de forma nenhuma ser pedante, que seja essa a função primeira da escrita e a sua maior magia.

Eu é que agradeço e me comovo com o seu elogio, já que constato que consegui essa magia com o meu conto, pelo menos com uma leitora.

Um beijo
De Luísa a 16 de Setembro de 2008 às 02:58
Há músicas inspiradíssimas, Ana, e essa é uma delas. Uma produção Gershwin. Gosto de todas as versões que escolheu, com uma ligeira preferência pela última.
P.S.: Não fazia ideia de que a Jane Monheit fosse tão… ao gosto do Mike. ;-)
De baterdeasas a 16 de Setembro de 2008 às 04:03
Olá crianças. Tá-se bem aqui ?
De baterdeasas a 16 de Setembro de 2008 às 04:04
desculpe Ana, enganei-me nao era aqui no seu blog que queria comentar
De Ana Vidal a 16 de Setembro de 2008 às 16:11
No meu caso (e também gosto das três) o fraquinho é pela primeira, com aquela dupla imbatível Ella/Louis.

lol... a Monheit é ligeiramente boteriana, é verdade... ;)
De patti a 16 de Setembro de 2008 às 10:44
Hoje lá no Ares, foi dia de Pink Floyd, mais propriamente de Richard Wright.

Mas também se canta muito bem por aqui.
De Ana Vidal a 16 de Setembro de 2008 às 15:32
Por motivos bem tristes,... não é, Patti?
Os meus ídolos de sempre começam a desaparecer, e tenho muita pena. Fica a obra, que no caso dos Pink Floyd é magnífica.
De Paulo Cunha Porto a 16 de Setembro de 2008 às 10:45
Por favor, nada de ver notícias da campanha do Obama a seguir a isto: com tantas repetições do slogan "yes we can", está meio caminho andado para o equívoco.
Bjinho
De Joana a 16 de Setembro de 2008 às 12:16
teve graça a sua observação :)
De Ana Vidal a 16 de Setembro de 2008 às 15:30
LOL
De João Paulo Cardoso a 16 de Setembro de 2008 às 11:16
Sweet oldies goldies forever!

De Ana Vidal a 16 de Setembro de 2008 às 15:18
Right, JP!
De Ricardo Alves Gomes a 16 de Setembro de 2008 às 16:55
Ana,
Estive a revisitar o seu Blog. Embalado pela música que nos dá no post mais recente, fui navegando, ao vento, até me deparar com as suas telúricas e dulcíssimas "crónicas dos Açores".
As já suas "ilhas adoptivas" muito hão-de lograr em tê-la como amante, creia-me.
Espero que nos próximos périplos (promessa sua) não deixe de rumar até ao Grupo Ocidental, consumando o enlace.
Embevecido com seus relatos aqui fica uma amistosa saudação, e um Abraço do,
Ricardo Alves Gomes

P.S. - É um lapso recorrente. Se me permite a rectificação, "o canal que Nemésio imortalizou", não é entre as ilhas do Faial e do Pico, mas sim entre o Pico e São Jorge.
De Ana Vidal a 16 de Setembro de 2008 às 18:37
Obrigada, Ricardo. Sim, fiquei rendida para sempre às suas ilhas extraordinárias. É impossível ser-lhes insensível. Faltou-me, sobretudo, conhecer as Flores, de que me disseram maravilhas. Fica para uma próxima viagem.
Sempre pensei que o Canal de Nemésio era entre entre o Pico e o Faial, até porque a acção de "Mau tempo no Canal" se passa toda entre essas duas ilhas (embora com algumas incursões a outras). Mas, obviamente, não vou discutir com um nativo, e ainda para mais com um nativo esclarecido.
Agradeço e registo a correcção.
De fugidia a 16 de Setembro de 2008 às 19:38
A primeira, da Ella e do Louis, é a minha preferida!

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