Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

American Tune

1. A minha canção preferida do duo-maravilha

 

(Simon and Garfunkel)

 

2. Uma fantástica versão feminina

 

(Eva Cassidy)

 

3. E finalmente... a César o que é de César! (mesmo que nunca confessado por Paul Simon)

 

(Bach: Ich will hier bei dir stehen -  Matthäus-Passion BWV 244)

publicado por Ana Vidal às 10:46
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9 comentários:
De Meg (sub Rosa a 12 de Setembro de 2008 às 20:26
Ah! Aninha, que coisa mais linda.
Vou já chamar o MIlton Ribeiro que vai ficar muito interessado e certamente terá muito a dizer.
Beijos, querida
M.
De Ana Vidal a 12 de Setembro de 2008 às 21:09
Descobri isto durante um concerto em que ouvia a Paixão de S. Mateus... e só me vinha à cabeça a letra do American Tune. O Paul Simon nunca admitiu ter ido buscar a inspiração a Bach, mas para mim é evidente...

Diz ao Milton que será muito bem recebido nesta casa. Bastava ser teu amigo, querida.
Beijos
De Meg (sub Rosa a 12 de Setembro de 2008 às 20:28
Falou em Bach é com ele mesmo. Ele até é amicíssimo do 24º ou 25º filho de Bach.
Vamos lá a ver.
Outro xi coração.
M.
De Paulo Cunha Porto a 12 de Setembro de 2008 às 21:00
Eram muito bons eram.
E já agora um beijinho a Essa Senhora Comentadora que já não gosta de mim.
Bjs.
De Ana Vidal a 12 de Setembro de 2008 às 21:16
Pois eram, Paulo. Mas no melhor pano cai a nódoa, não é?

bjs

Meeeeeeeeeeeggy, querida, responde lá à nossa celebridade corta-fiteira, que está carente dos teus mimos...
De Cristina Ribeiro a 13 de Setembro de 2008 às 03:39
E não é que é mesmo? Mas quando o discípulo não desmerece o mestre...
Bach é aquela maravilha; Simon and Garfunkel "break my heart" .
De Ana Vidal a 13 de Setembro de 2008 às 12:42
And mine, dear Cristina.
De RAA a 13 de Setembro de 2008 às 04:31
Bem apanhado, vizinha!
Não sei se consigo escolher uma música deles como A preferida; talvez o «Sounds Of Silence»...
Um abraço.
De Ana Vidal a 13 de Setembro de 2008 às 12:42
Concordo que é difícil escolher uma, são todas óptimas. Mas o American Tune sempre me deixou especialmente rendida, mesmo antes de ter percebido que havia o dedo (ou a mão toda) de Bach na composição...
Bom fim-de-semana, vizinho.

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