Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Teoria do risco

 

Quem quiser ter alguma coisa que nunca teve,

vai ter de fazer alguma coisa que nunca fez.

 

Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 13:33
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8 comentários:
De marilia a 29 de Agosto de 2008 às 14:04
é mesmo uma boa teoria...

Quanto ao chico e ao ney, o que quer que aconteça, eu vou até o fim...

abç, querida
De Ana Vidal a 29 de Agosto de 2008 às 15:00
E eu vou contigo, Marília!

Beijo, bom fds.
De baterdeasas a 29 de Agosto de 2008 às 14:16
Concordo... Mas há uma tendência nata para repetir os mesmos erros... E o ter medo de cometer os mesmos erros remete para algo pior: não viver.
De Ana Vidal a 29 de Agosto de 2008 às 14:52
Mas é disso mesmo que falo: perder o medo. Ou teremos sempre mais do mesmo...
De João Paulo Cardoso a 29 de Agosto de 2008 às 17:17
É precisamente este o princípio que tem norteado os neo-assaltantes do nosso Portugalindo:

Nunca tive muito dinheiro, gostava de ter, tenho que fazer algo que nunca fiz, assaltar um banco.

Beijos.

Hoje no "Eldorado" (http://oeldorado.blogspot.com):
"AnimaVerão", recordando Tom Sawyer.

De Ana Vidal a 29 de Agosto de 2008 às 18:54
É, JP, às vezes a criatividade dá asneira... ;)
De Luísa a 30 de Agosto de 2008 às 04:56
Sou muito favorável à teoria do risco… calculado. Chegar tão à beirinha do abismo, Ana, já me parece risco «incalculável». Também não estou convencida de que «viver» implique experimentar tudo, ou quase tudo, ou o mais possível.
De Ana Vidal a 30 de Agosto de 2008 às 10:31
Sempre prudente e sábia, Luísa. Não posso deixar de concordar consigo quanto ao risco calculado, e também acho que para se dizer "vivi" não é preciso ter-se experimentado tudo. Mas na vida há que arriscar e contrariar o medo e a imobilidade, ou nunca sairemos do mesmo sítio.

Os abismos, às vezes, estão só na nossa cabeça, e é óptimo desmascará-los.

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