Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Plural

 

 

Às vezes sou um coro de vozes dissonantes

sem maestro que as harmonize

e todas com a secreta ambição

de uma carreira a solo. 

 

Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 12:36
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10 comentários:
De O Réprobo a 9 de Julho de 2008 às 14:48
Todos somos. O melhor conserto é chegar ao concerto em que uma ganhe o papel de solista e às outras caiba o papel coral, já sem as oposições que procurem ganhar o principal desempenho. É sempre assim, quando uma ganha a corrida as outras harmonizam-se.
Beijinho
De Ana Vidal a 9 de Julho de 2008 às 15:27
Mas esse papel de solista não é vitalício... as outras estão sempre à espreita de uma fífia, para ganharem protagonismo!
Beijinho
De Huckleberry Friend a 9 de Julho de 2008 às 18:23
Não seremos nós próprios o maestro a quem cabe a hercúlea tarefa de harmonizar essas vozes dissonantes? É uma forma de encarar o desafio de... ser! Beijo.
De Ana Vidal a 9 de Julho de 2008 às 20:12
Acho que tens razão, Huck. TEMOS de ser o maestro, quer queiramos quer não.
Beijo
De fugidia a 9 de Julho de 2008 às 19:02

Em mim as vozes não têm secretas ambições, Ana: fazem sistemáticos golpes de estado para tomar o poder! Uma canseira, só lhe digo... (risos)

Beijinhos
De Ana Vidal a 9 de Julho de 2008 às 20:10
Vozes revolucionárias, Fugi? Safa!
;)
De mike a 10 de Julho de 2008 às 00:32
Cuido que haja sempre um maestro que harmonize as vozes dissonantes. E a carreira a solo já não é uma ambição, antes uma realidade. :)
De Ana Vidal a 10 de Julho de 2008 às 00:53
E o maestro é sempre assim tão competente?
Sorte sua, Mike, se só tem uma solista. ;)
De mike a 10 de Julho de 2008 às 01:29
No meu caso, um solista. Eu próprio. :)
De Ana Vidal a 10 de Julho de 2008 às 01:37
(falava de vozes, por isso o feminino)

E nem sequer um grilo falante, ou outra vozinha secundária qualquer? Isso é que é auto-controle!

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