Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Oldies (6)

Saudades de Freddy Mercury e dos Queen, nesta e noutras canções eternas. Saudades desse tempo em que a música se fazia assim, de excesso e destempero, de loucura e de mestria, de talento e de provocação. De génio, enfim.

(Queen - Bohemian Rhapsody)

 

Adenda (mais uma...): Mais duas eternas dos Queen: These Are The Days Of Our Lives e Crazy little thing called love. 

 

 

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publicado por Ana Vidal às 22:07
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17 comentários:
De cristina ribeiro a 30 de Maio de 2008 às 22:45
Um verdadeiro "the special one"...
Beijinho Ana
De Ana Vidal a 31 de Maio de 2008 às 00:40
De facto, Cristina. Era genial.
De Samuel a 31 de Maio de 2008 às 01:15
Têm um bom punhado delas, mas realmente esta é "qualquer coisa"!

God save...
De Ana Vidal a 31 de Maio de 2008 às 10:59
God shave, neste caso, Samuel...
Beijo
;)
De RAA a 31 de Maio de 2008 às 04:21
Inegavelmente marcante, mas dos Queen prefiro outras, mais curtas, entre o «Killer Queen» -- de que o «Bohemian» é de certo modo tributária -- até ao rockabilly perfeito de «Crazy Little Thing Called Love».
Um abraço.
De Ana Vidal a 31 de Maio de 2008 às 10:51
É-me difícil escolher uma música dos Queen porque são quase todas muito boas. Escolhi esta exactamente por ser uma rapsódia e assim conter várias outras, e porque acho que o resultado ficou genial. Adoro "These are the dayz of our lives", por exemplo, mas há tantas outras, tão boas!
Beijo, vizinho.
De psb a 31 de Maio de 2008 às 10:07
Ana
Os Queen são, de facto, uma banda de culto com músicas fabulosas, das intemporais que se ouvem com décadas de distância (outra que os meus Filhos adoram).
A talhe de foice, interrogo-me se, daqui por 20/30 anos, haverá algum dos actuais artistas que se oiça?
Aproveito ainda para comentar, a propósito, o concerto de ontem da Amy Winehouse. Primeiro, para dizer que ainda nem me tinha apercebido da 'grandeza' desta 'senhora'. Segundo, fiquei estupefacto com a expectativa que arrastou quase 100 mil alminhas para a ver. Terceiro, não queria ser uma destas alminhas, que se devem ter sentido totalmente defraudadas com a vergonha a que foram sujeitas, com a falta de profissionalismo de aparecer em palco completamente bêbeda, pedrada e cheia de tiques toxicómanos, sem voze e aos baldões pelo palco, demonstrando que não passa de mais uma estrela (de)cadente.
Cheguei à conclusão que, afinal, não tinha perdido nada em nem me ter ainda apercebido da sua existência.
De Ana Vidal a 31 de Maio de 2008 às 10:19
Não vi ontem o concerto, e pelos vistos não perdi grande coisa. Gosto da voz da Amy W. mas não a acho assim tão extraordinária como dizem. E tens razão, é um péssimo exemplo para esta geração. Mas, Pedro, tomando os Queen como termo de comparação (e não eram os únicos, longe disso) esta outra geração de músicos óptimos do "nosso tempo" também não primava pelo bom comportamento, temos que admitir. Morreram vários de abuso de drogas e de outros excessos, infelizmente. Era o tempo da contestação plena, a tudo quanto estava instituído. Talentosos, os nossos ídolos de então, mas com vidas muito pouco recomendáveis.
Um beijinho
De psb a 31 de Maio de 2008 às 11:03
Aninhas
O problema não são os excessos, que fazem parte, quase, da excentricidade de muitos artistas geniais (John Lennon, Jim Morrison, tantos). Foco-me no profissionalismo, neste caso da falta dele, de aparecer em palco completamente 'out' a ponto de não se perceber uma palavra do que balbuciou. Os ziguezagues pelo palco foram tantos, até que caiu... Indescritível. Se tivésse ido (só vi na televisão) tinh ido reclamar o preço do bilhete...
Beijinhos e bom fim de semana.
De Ana Vidal a 31 de Maio de 2008 às 11:22
E aí tenho que te dar razão... mas não sabia que tinha ido tão longe!
Beijinhos, bom fim de semana também para ti.
De psb a 31 de Maio de 2008 às 11:46
Ana
Só mais uma achega: o Freddy tinha mesmo um defeito muito grande... que lhe foi fatal...
(este, aceito, é um dos preconceitos que tenho).
Beijos
De Ana Vidal a 31 de Maio de 2008 às 12:00
Ai, ai...
Preconceito mesmo, Pedrinho... O que lhe foi fatal foi a falta de cuidado ou de informação (ainda não se falava muito de Sida, à época), e não o "defeito" que lhe encontras. Que não era defeito, era feitio...
De psb a 31 de Maio de 2008 às 12:12
Era isso que queria dizer: (de)feiti(o)... lol
Beijos
De O Réprobo a 31 de Maio de 2008 às 22:18
Querida Ana,
a minha escola era toda dos Police, mas reconheço facilmente aos Queen um carisma duradouro. Quanto ao preconceito do Pedro, apesar de supormos o tal huuuum traço, na cara, como no nome, um dos colegas de banda não veio dizer que nunca deu por nada? E se querem rir da Amy, vejam a imitação dela que faz Florence Foresti. Vem no YouTube.
Beijinho e abraço
De Ana Vidal a 1 de Junho de 2008 às 15:23
Engraçado, Paulo: ao contrário de quase toda a gente que conheço, gosto mais do Sting a solo do que dos Police, de quem nunca fui uma fã incondicional. Já com os Queen é o contrário: uma das minhas bandas preferidas de sempre, sendo que o Freddy Mercury era a alma do grupo e, sem ele, os Queen deixaram de ter razão de ser.
De Teresa a 1 de Junho de 2008 às 17:16
Apontamentos vários.

Sobre Queen: Bohemian Rhapsody será sempre uma das músicas da minha vida. Prefiro-a no vídeo original (está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=irp8CNj9qBI).

These Are the Days of Our Lives comove-me extraordinariamente, não consigo ouvir sem me subir uma lagrimazinha. Ele já estava muito doente quando a gravou e fez o vídeo (é visível). Conta a estilista que lhe fazia camisolas da caxemira mais macia (ele não aguentava nada na pele) que no estúdio em que o vídeo de I'm Going Slightly Mad (música obcecante, que adoro) foi gravado, estava um calor infernal, por causa de todas as luzes. Ele tremia de frio (soube disto num documentário).

Como li os outros comentários, concordo contigo quanto a Sting, Ana. De resto, nunca gostei especialmente dos Police. Roxanne, então, sempre foi para mim alvo de uma enorme embirração. Aquilo é FEIO!!!!
Em contrapartida... Every Breath You Take é uma música genial.

Beijos!

De Ana Vidal a 1 de Junho de 2008 às 17:30
E mais uma vez estamos de acordo em matéria de música, Teresa. Não sei é um décimo dos "mentideros" de bastidores, em que tu és perita...
Roxanne também é uma música que me irrita, com mais gritos do que melodia. Não, os Police não eram a minha praia. O Sting, sim.

Bjs

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