Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Moustaki

 

 

Já mal se mexe, mas ainda mexe comigo.

Já quase não toca, mas ainda me toca.

Já não canta, mas... sim, ainda me encanta.

 

 

publicado por Ana Vidal às 00:32
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18 comentários:
De mike a 20 de Maio de 2008 às 00:58
Se já quase não toca, deixe-o estar sossegado.
Se já mal se mexe... olhem o homem tropeçou.
Se já quase não canta, dê-lhe paz, ó coitado.
É que o Georges nunca me encantou.
:)
De Ana Vidal a 20 de Maio de 2008 às 01:06
Mas tem canções lindas e eternas, que muitos outros cantaram e ainda cantam. Tem quase 80, não se pode pedir mais...
De cristina ribeiro a 20 de Maio de 2008 às 01:19
O que gostava de ouvi-lo cantar "Ma Solitude"!...
Esses foram, mesmo, anos dourados...
De Ana Vidal a 20 de Maio de 2008 às 01:54
Uma canção linda, Cristina. Muito mal cantada, hoje...
De Júlia a 20 de Maio de 2008 às 07:12
ainda hoje estive para colocar uma dele..

é eterno e muito da época!

ando à procura de uma dele que eu adoro e não encontro...

beijinho

De Ana Vidal a 20 de Maio de 2008 às 18:00
Beijinho, Júlia. Tenho várias dele em mp3, diz-me qual procuras.
De Pitucha a 20 de Maio de 2008 às 08:06
Compreendo-te mas prefiro guardar a imagem que tenho, quando o vi no Luxemburgo, há mais tempo do que quero admitir!
E nos discos que me encantam.
Beijos
De Ana Vidal a 20 de Maio de 2008 às 18:01
Pois é, Pitucha, fazes bem. Gostei do concerto mas ele é uma sombra do que já foi. E há sempre os discos para o ouvirmos no seu melhor.
De Teresa a 20 de Maio de 2008 às 11:29
Subscrevo tudo o que escreveste.

Ma Solitude é que é mesmo a minha canção-fetiche (já falei dela hoje na Gota).

Beijos! - e muito obrigada, mais uma vez... :)

Júlia: Qual é a música que queres? É bem possível que eu a tenha, e nesse caso será só alojá-la.
De Ana Vidal a 20 de Maio de 2008 às 18:02
Mas ainda cantámos, não foi? Foi uma ternura, afinal de contas.
Beijos
De Manecas a 20 de Maio de 2008 às 11:38
Estou contigo nas três linhas que escreveste...Mas mais!!!
Fui ontem ao CCB. Voltei a vê-lo e ouvi-lo mais uma vez, agora mais velho, muito magro, quase esfíngico , vestido todo de branco. Como diz o Mike , quase não canta, e com dificuldade se move...Mas há canções, poemas e melodias, que cantaremos sempre...baixinho...

O curioso nestes anos todos, é que as canções de referência são sempre as mesmas, mas consoante as épocas, são ora subversivas (antes do 25 de Abril), ora revolucionárias (depois), e agora já antigas e ultrapassadas.

Basicamente ele canta sobretudo o amor, diria um amor poético, incondicional, despido dos "mas" do quotidiano que pode realmente ser revolucionário, subversivo.

Será que actualmente tende a ser bafiento?
Como é que se lê um poema como o "Declaration" nos tempos que passam?
(Como saiu mal o "copy - past" da "Declaration" peço para ires ao site dele...)

Para ti um Beijinho Grande e com igual dose de carinho!

PS - Que pena não te ter visto, ontem...!
De Ana Vidal a 20 de Maio de 2008 às 18:06
Curiosa a tua reflexão, Manecas. De facto, são os nossos olhos (e ouvidos, neste caso) que foram mudando, ele permanece igual a si próprio.
Mas bafiento não o acho nada. O amor incondicional nunca é bafiento!

E eu cantei bem alto, ontem. Pena não nos termos visto, realmente. Se soubesse que ias também tinha-te ligado. Fica para a próxima!

beijocas
De Sofia a 20 de Maio de 2008 às 13:13
Miúda, que concerto maravilhoso, apesar das 'ausências'!

Já mal se mexe e já não precisa de se curvar para agradecer, mas foi encantador, charmoso e comovente. Eu sei que sou sempre meia lamechas, mas ainda me cairam umas lágrimas, em algumas músicas!

Não cantou o Tes Gestes, a minha música, mas cantou tantas outras que me apaixonam! Só o sorriso dele...

Embalei-me nas baladas e 'nadei' nas mais mexidas... porque apesar de tudo, o Senhor Moustaki ainda mexe!

Se ele voltar, eu voltarei!

beijos
De Ana Vidal a 20 de Maio de 2008 às 18:09
Oh, miúda, sorry pela ausência dos travesseiros... ficam prometidos para breve, e em dobro!

Mas soube-me muito bem o pastel de Belém, além de me ter achincalhado de vez!

beijinhos à minha barriguda preferida.
De Sofia a 20 de Maio de 2008 às 20:48
Enquanto espero, vou experimentando os 'à moda de Sintra' com que me vão consolando! Hoje, há mais uma qualidade para experimentar depois do jantar!

beijinhos
De Huckleberry Friend a 20 de Maio de 2008 às 14:25
Que se mexe mal é verdade... mas no que ao tocar e cantar diz respeito, acho que és demasiado severa, Ana! Numa coisa estamos de acordo: encanta. E embala. E enternece. E surpreende, digo eu, que ansiava por ouvir Portugal, mas não antevia o bónus Grândola nem a coda Milord. Enfim, vi-o há cinco anos e pensei que era a última vez. Voltei a vê-lo ontem e não vejo - nem quero ver - razão para repetir tal pensamento.
De Ana Vidal a 20 de Maio de 2008 às 18:14
E tem ainda uma interação fantástica com o público, isso é verdade. Talvez tenhas razão, estou a ser severa. O charme, pelo menos, continua intacto.
Mas gostei de ter ido, acredita. O encore Milord derreteu-me. Faltaram foi muitas músicas das antigas, que as novas já não têm a mesma qualidade a que ele nos habituou (falo da composição, claro, as letras continuam a ser excelentes).
Ainda assim acho-te corajoso, Pedro: eu já não arrisco vê-lo outra vez.
Beijinhos
De O Réprobo a 20 de Maio de 2008 às 18:41
É, tem o seu panache!
Beijinho

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