Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Palavras sábias

 
Clarice Lispector  (encontrado aqui)
Etiquetas:
publicado por Ana Vidal às 00:02
link do post
15 comentários:
De Cristina Ribeiro a 28 de Abril de 2008 às 00:29
Fantástico.
Palavras que vêm da sabedoria, como diz.
Beijinho
De Ana Vidal a 28 de Abril de 2008 às 01:50
Fantástico mesmo, Cristina. Encontrei esta pérola na Júlia e não resisti a roubar-lha...
Bjs
De Mike a 28 de Abril de 2008 às 00:55
Que raio... do que a AV se haveria de lembrar... Peço desculpa e sei que pode ser visto como abuso, mas aqui vai... Uma manhã, numa das minhas idas ao Rio de Janeiro, parei numa feira do livro, entre o Leme e Copacabana, e comprei um livro infantil para a minha mais nova. O livro conta a história de um coelhinho chamado Joãozinho e chama-se Mistério do Coelho Pensante. A autora? Clarice Lispector.
De Ana Vidal a 28 de Abril de 2008 às 01:48
Mike, não vejo como possa ser abuso. Eu chamar-lhe-ia só bom gosto... a Clarice Lispector é uma das minhas eternas referências, uma escritora que me enche as medidas.
De Anónimo a 28 de Abril de 2008 às 03:13
Ana querida, Clarice foi uma espécie de mãe de recriação para mim: depois que o primeiro livro dela me caiu nas mãos, ainda na faculdade, a vida mudou. E olhe que meu pai tinha mais de mil volumes e a leitura fazia parte de nossas vidas desde que me entendo por gente. Mas depois dela, alguma coisa se renovou, criou asas e nunca mais fui a mesma.

Também estou me deliciando com seus livros, e assim que terminar os contos vamos falar deles.

Até breve então, e parabéns pelo novo visual do blog, viu?

Beijo.
De Júlia a 28 de Abril de 2008 às 10:20
Querida Ana,

Que bom que gostaste!

Eu sinto completa identificação com Clarice, transmite na integra os meus estados de espirito. Clarice conhece-nos, Ana, melhor que nós próprios, parafraseando alguem que não lembro o nome...

beijinho



De Ana Vidal a 28 de Abril de 2008 às 12:37
Não duvido, Júlia. Clarice tinha olhos felinos, penetrantes, acho que nos via até à alma...
Sei como és fã dela, e eu também sou.
Este video é um achado, os excertos estão muito bem escolhidos.
Beijinho
De sofia a 28 de Abril de 2008 às 12:44
A Júlia tem sempre destas pérolas! Também já tinha visto lá, mas sabe sempre bem rever...

Adoro a Clarice, havia uma frase dela que eu dizia muitas vezes, há uns anos: 'acreditava em anjos e, porque acreditava, eles existiam!' - a eterna construção da 'realidade inventada' de que ela falava! Sou um bocadinho assim, não sou? ;)

beijinhos
De Ana Vidal a 28 de Abril de 2008 às 12:50
És MUITO assim, miúda...
LOL
De Once a 28 de Abril de 2008 às 12:46
conhecia-a através de Lucrécia na Cidade Sitiada .. "que se aprumava sem sem mexer, para não desmoronar" e desde logo fiquei presa na sua escrita densa, imaginativa e cheia de segundos e terceiros sentidos .. :)
De Ana Vidal a 28 de Abril de 2008 às 12:53
Uma escrita fantástica, Once. Muito mais do que simplesmente feminina, mas muito feminina também, não é? Com tudo o que isso implica de complexidade e de profundidade. Uma mulher notável, que infelizmente morreu muito cedo.
De O Réprobo a 28 de Abril de 2008 às 13:13
Querida Ana,
é bem certo que querer tudo dissecar é amputação de qualquer pessoa, Mulher, mas também homem, comportando o risco de se ficar com coisa nenhuma para viver. Mas o tal mergulho incitado não é também uma forma de entendimento - e das mais radicais?
Quanto ao Vento e à Ventania, todos conhecemos Quem tenha melhor relacionamento com ele...
Beijinho
De Ana Vidal a 28 de Abril de 2008 às 16:24
É verdade, Paulo. O mergulho é um entendimento radical e "contra ventos e marés", disso não há dúvida. O mais verdadeiro e o mais arriscado também. Mas a vida é um risco, toda ela.
Bjs
De tcl a 29 de Abril de 2008 às 00:40
Curioso encontrar aqui esta entrada sobre uma autora que nunca li e de que conheço apenas o texto abaixo, declamado por maria bethânia num disco que adoro e sobre o qual publiquei um post ainda há bem pouco tempo onde deixei esta perolazinha da Clarice:


Eu vou tentar captar o instante já
Que de tão fugitivo não é mais
Porque tornou-se um novo instante
Cada coisa tem um instante em que ela é
Eu quero apossar-me do é da coisa
Eu tenho um pouco de medo
Medo ainda de me entregar
Pois o próximo instante é desconhecido

Fiquei com vontade de ler mais coisas dela.
De Ana Vidal a 29 de Abril de 2008 às 09:35
Faz isso, TCL, sei que vais gostar.
Aconselho-te os Contos, para começar.
São primorosos.

Comentar post

brisas, nortadas e furacões, por


Ana Vidal
Pedro Silveira Botelho
Manuel Fragoso de Almeida
Marie Tourvel
Rita Ferro
João Paulo Cardoso
Luísa
João de Bragança

palavras ao vento


portadovento@sapo.pt

aragens


“Não sabendo que era impossível, foi lá e fez."

(Jean Cocteau)

portas da casa


Violinos no Telhado
Pastéis de Nada
As Letras da Sopa
O Eldorado
Nocturno
Delito de Opinião
Adeus, até ao meu regresso

Ventos recentes

Até sempre

Expresso do Oriente (3)

Expresso do Oriente (2)

Expresso do Oriente (1)

Vou ali...

Adivinhe quem foi jantar?

Intervalo

Semibreves

Pocket Classic (A Educaçã...

Coentros e rabanetes

Adivinhe quem vem jantar?

Moleskine

Lapsus Linguae

Semibreves

Sou sincera

favoritos

O triunfo dos porcos

Livros



Seda e Aço


A Poesia é para comer


Gente do Sul

E tudo o vento levou

Perfil


ver perfil

. 16 seguidores

Technorati Profile

Add to Technorati Favorites

Ventos do mundo

Ventos de Passagem


visitantes online

Subscrever feeds