Domingo, 11 de Novembro de 2007

De A a Z


Se eu tivesse que aprender todas as lições de vida numa hora e meia, assim como numa espécie de curso intensivo e desesperado, escolheria provavelmente o filme "Ryan's daughter", de David Lean. Está lá tudo: o Bem, o Mal e tudo o que há in between, mostrados de uma maneira sublime.
Acabei agora mesmo de revê-lo pela enésima vez, e emocionei-me como da primeira. Ou mais ainda, porque é daquelas histórias que nos ensinam sempre mais qualquer coisa, que têm uma reserva inesgotável de surpresas por revelar. Ou talvez sejamos nós que vamos mudando com o tempo e vendo, com o nosso novo olhar de cada momento, uma realidade diferente. O que sei é que David Lean - embora muito pouco modesto - teve toda a razão quando disse:
"My distinguishing talent is the ability to put people under the microscope, perhaps to go one or two layers farther down than some other directors. I've just begun to dare to think I perhaps am a bit of an artist."

Etiquetas: ,
publicado por Ana Vidal às 00:45
link do post
5 comentários:
De JuliaML a 15 de Novembro de 2007 às 01:09
eu já o vi na vida 3 vezes e incomoda-me (no bom sentido) sempre!

Adorei, é inesquecivel.
De ana vidal a 11 de Novembro de 2007 às 19:41
Oi, Lia.
Seja muito bem vinda. Amigos da Meg, meus amigos são!
;)
Se não conhece ainda o filme, não deixe de ver. É um filme antigo e não sei com que título chegou ao Brasil. Aqui em Portugal, a tradução foi literal: "A filha de Ryan".

Um beijo
De Lia Noronha a 11 de Novembro de 2007 às 18:27
Quero ver..e rever....tbém...se faz pensar...faz um bem enorme!!!
te achei na Meg e adorei td por aqui.
Abraços mil!!!
De ana vidal a 11 de Novembro de 2007 às 13:39
Manel,
Já vi este filme imensas vezes e descubro-lhe sempre alguma coisa que me tinha escapado. Como me acontece, aliás, com todos os bons filmes ou livros. Mas se a minha atenção ou sensibilidade se fixa em pontos diferentes de cada vez que os vejo, então a mudança tem que estar em mim. Certo, caro?
De manuel teixeira a 11 de Novembro de 2007 às 09:58
..."Ou talvez sejamos nós que vamos mudando com o tempo e vendo, com o nosso novo olhar de cada momento, uma realidade diferente."...

***********************************

Diria que subscrevo, Ana, muito embora 'esta' dê pano para mangas.

***********************************

Bj do Manel

Comentar post

brisas, nortadas e furacões, por


Ana Vidal
Pedro Silveira Botelho
Manuel Fragoso de Almeida
Marie Tourvel
Rita Ferro
João Paulo Cardoso
Luísa
João de Bragança

palavras ao vento


portadovento@sapo.pt

aragens


“Não sabendo que era impossível, foi lá e fez."

(Jean Cocteau)

portas da casa


Violinos no Telhado
Pastéis de Nada
As Letras da Sopa
O Eldorado
Nocturno
Delito de Opinião
Adeus, até ao meu regresso

Ventos recentes

Até sempre

Expresso do Oriente (3)

Expresso do Oriente (2)

Expresso do Oriente (1)

Vou ali...

Adivinhe quem foi jantar?

Intervalo

Semibreves

Pocket Classic (A Educaçã...

Coentros e rabanetes

Adivinhe quem vem jantar?

Moleskine

Lapsus Linguae

Semibreves

Sou sincera

Rosa dos Ventos

Livros



Seda e Aço


A Poesia é para comer


Gente do Sul

E tudo o vento levou

Perfil

Technorati Profile

Add to Technorati Favorites

Ventos do mundo

Ventos de Passagem


visitantes online

Subscrever feeds