Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Pérolas na Blogosfera V


"Os meus dentes já bateram tanto hoje que houve quem começasse a dançar sevilhanas."
Uma frase com graça apanhada num post do João Villalobos, no excelente Corta-Fitas.
"As lágrimas dos outros são apenas água"
Um provérbio russo cheio de sabedoria, encontrado no Cão com Pulgas (outro belíssimo blog), do Pedro Aniceto.
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publicado por Ana Vidal às 22:02
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4 comentários:
De Capitão-Mor a 19 de Dezembro de 2007 às 18:19
Esse provérbio russo retrata na perfeição a maneira eslava de estar na vida!
De james a 19 de Dezembro de 2007 às 18:03
Muito bom.

Um abraço e feliz natal.
De av a 19 de Dezembro de 2007 às 00:26
Eu, pecadora, me confesso do pecado da gula. Obrigada pelo convite, Ratatouille! Para os comes e bebes estou sempre pronta. E com essa descrição magnífica, acho que vou já pôr-me ao caminho. Que maravilha de ementa, mesmo com as pequenas falhas!
De Ratatouille a 19 de Dezembro de 2007 às 00:04
Juro que não fui eu que dancei e juro que não fui quem puz a dançar. Mas que os meus dentes, hoje, bateram como castanholas, juro que bateram. Em Moreira de Cónegos, onde tive de ir em trabalho, estava aquele frio fininho, gélido, que teima em entrar por tudo quanto é "frincha" mal agasalhada. Compensou (e de que maneira) o almocinho no S.Gião, essa catedral restaurativa nacional, onde, um dia, assumo o compromisso e tenho o prazer de levar a experienciar a nossa querida anfitriã. Deixo dicas para fazer inveja: entre os três comensais presentes, aviámos uma perdiz estufada (dose unipessoal), meio capão (faz-me tanto lembrar o Eça) e umas tripas à moda deles que estavam divinais. O remate fez-se com um Pudim Abade de Priscos, um Tronco de Chocolate e umas Canilhas com Leite Creme, supremas.
Acompanhámos com um Esteva Tinto, mediano, mas o anfitrião não teve o rasgo de pedir outro, nem o empregado de outro aconselhar, pelo que tivémos de o beber. O restaurante é superior no ambiente, arquitectura, espaço, vista, amesendação e decoração, sóbria qb, mas não tem serviço à altura: falhou naqueles pequenos pormenores cujo mimo nos enche a alma, como a mudança do cinzeiro depois, quase, da 1ªcinza, a mudança de copo quando se abre nova garrafa (ambos falharam), o erro crasso de "calcar" o vinho (não deixei) e a desatenção na repetição do prato principal (que tiva que pedir). São estes pequenos "ques" que completam o ramalhete e que, de tão fáceis, são uma pena passarem ao lado. Profissionalismos...

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