Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

Espíritos simpáticos

«387. A simpatia tem sempre por motivo um conhecimento anterior?

- Não; dois espíritos que tenham afinidades procuram-se naturalmente, sem que se hajam conhecido como encarnados.
388. Os encontros que se dão algumas vezes entre certas pessoas, e que se atribuem ao acaso, não serão o efeito de uma espécie de relações simpáticas?
- Há, entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis. O magnetismo é a bússola dessa ciência, que um dia compreendereis melhor.
389. De onde vem a atracção instintiva que se experimenta por certas pessoas, à primeira vista?
- Espíritos simpáticos, que se percebem e se reconhecem, muito antes de se falarem.»

(in 'O livro dos Espíritos', Cap.7)


Simpática, esta ideia dos Espíritos Simpáticos.
E talvez explique algumas "coincidências" que todos nós experimentamos às vezes.
Etiquetas: ,
publicado por Ana Vidal às 23:07
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11 comentários:
De ana vidal a 3 de Outubro de 2007 às 13:03
Lol! Era para me meter com o manel, que se estava a esticar nas interpretações.
Mas estamos todos bem vivos, não te preocupes. Nós, os simpáticos...
;)

beijos
ana
De ORIANA a 3 de Outubro de 2007 às 12:04
Agora perdi-me... então digo que tu és um espírito simpático e tu dizes que estás falar de almas do outro mundo?

un beso
De ana vidal a 2 de Outubro de 2007 às 20:04
Mesmo que se procure ser abslolutamente claro, às vezes as mensagens são descodificadas com outro sentido. Mesmo as faladas, quanto mais as escritas! E o que é ser claro e inequívoco, afinal? É dizer (ou escrever) aquilo que se quer dizer ou aquilo que se sente, que nem sempre é o mesmo e às vezes nem sabemos que existe?
Um dilema insolúvel, Manel. E fascinante também.
De ana vidal a 2 de Outubro de 2007 às 20:04
Mesmo que se procure ser abslolutamente claro, às vezes as mensagens são descodificadas com outro sentido. Mesmo as faladas, quanto mais as escritas! E o que é ser claro e inequívoco, afinal? É dizer (ou escrever) aquilo que se quer dizer ou aquilo que se sente, que nem sempre é o mesmo e às vezes nem sabemos que existe?
Um dilema insolúvel, Manel. E fascinante também.
De African Queen a 2 de Outubro de 2007 às 18:01
Eu cá não acredito em coincidências :)
De manuel teixeira a 2 de Outubro de 2007 às 17:53
E o rigor absoluto e eniquiveco do conteúdo de um pensamento que se pretende comunicar atravez da escrita, é possível ou não ?
E desejável ?
Dever-se-á deixar espaço para que o imaginário do receptor faça a sua interpretação da leitura ou dever-se-á passar a mensagem rigorosa e eniquivocamente como se pretende que ele a entenda ?

E é isso possível, ou não ?

Difícil isto da leitura do pensamento atravez da palavra escrita, não é ?
Bj
Manel
De ana vidal a 2 de Outubro de 2007 às 15:14
Muuuuuito difícil, meu amigo! Dá para todos os gostos. E todos eles válidos para alguém.
:)

Bjs
De manuel teixeira a 2 de Outubro de 2007 às 13:49
Ana,
Agradecido pelo enquadramento das perguntas respostas.
Como percebeste a minha leitura foi outra, tanto mais que não conheço de todo nem o livro nem sou muito dado a essas viagens.
Engraçado no entanto que a minha leitura, desta vez (mas só desta...) inocente e não provocatória, agora em segunda leitura é de facto fora de contexto... porém válida.
E esta hein ?
Difícil isto da leitura da palavra escrita, não é ?

Beijos, também.
De ana vidal a 2 de Outubro de 2007 às 12:02
Oriana,
beijinhos tb.

Manel,
What??
A gerência agradece que não se façam leituras precipitadas. Estamos a falar de espíritos, almas do outro mundo...ok??

beijos
De manuel teixeira a 2 de Outubro de 2007 às 11:46
Ai.... Ai... Ai.., Ai, Ai...

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